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EM REUNIÃO COM PASTORAL

Kalil defende famílias do Isidoro e chama rival de 'goleiro meia-boca'

Candidato do PHS criticou a atuação da prefeitura no caso e rebateu críticas feitas por João Leite (PSDB)

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Kalil participou de caminhadas em bairros da região Noroeste da capital
PUBLICADO EM 15/10/16 - 18h14

Depois de defender os moradores da região do Isidoro durante reunião com representantes da Pastoral Metropolitana dos Sem-Casa, na última terça-feira (11), o empresário Alexandre Kalil (PHS) voltou a dizer, neste sábado (15), que sua administração não vai marginalizar as famílias que moram na região. Ele também criticou a atuação da prefeitura no caso e rebateu críticas feitas por João Leite (PSDB), chamando o tucano de “goleiro meia-boca”.

“A prefeitura não fez nada contra a empresa Cowan, que derrubou um viaduto e matou pessoas, mas entrou com ações contra as famílias que moram na Izidora. Na minha prefeitura não terá isso, não vou sujar as mãos de sangue. Ali não vai ter alvará de construção e a polícia só vai entrar se for pra urbanizar a área para as famílias”, ressaltou o candidato, fazendo referência à queda do Viaduto Batalha dos Guararapes, em 2014, que vitimou cinco pessoas.

Ainda segundo o empresário, faltou “coragem” à prefeitura de Belo Horizonte para cobrar da empresa. “Estranhamente, no entanto, não viram problema em tentar jogar 8 mil famílias na rua”, afirmou.

De acordo com a Companhia Urbanizadora de Belo Horizonte (Urbel), a capital possui cerca de 460 mil pessoas morando em áreas invadidas e ocupadas, incluindo invasões antigas, como o aglomerado da Serra. Já a Fundação João Pinheiro (FJP) afirma que o déficit habitacional de BH é de 78 mil unidades.

Apesar de defender a resistência das famílias que moram na Izidora, Kalil também já disse ser contra a ocupação de novos terrenos. “O que já existe, como é o caso do Izidora, tem que respeitar, não dá pra destruir, tem que regulamentar. Mas também não dá pra ficar tendo mais ocupações, eu sou contra isso”.

Durante a manhã deste sábado, Kalil participou de caminhadas em bairros da região Noroeste da capital, e visitou uma obra incompleta de quadra esportiva. “Nós vamos acabar todas as obras paradas de Belo Horizonte. Nós sabemos que temos quase 200 milhões de reais em obras do Orçamento Participativo na Caixa Econômica Federal que a prefeitura não foi buscar”.

"Meia-boca"

Criticado por João Leite por “não possuir propostas”, Kalil rebateu o tucano dizendo que o candidato rival foi um “goleiro meia-boca” e um deputado que pouco fez na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). “O João Leite que tem proposta, né? Não fez nada nestes 23 anos como político, foi um goleiro meia-boca. Ele não sabe nem o que vai fazer na prefeitura”.

Em uma inserção na TV, a campanha de Kalil mostra o senador Aécio Neves (PSDB) e o governador Fernando Pimentel (PT) juntos fazendo campanha para Marcio Lacerda (PSB). Questionado se, atualmente, estas lideranças partidárias afastam votos, Kalil se defendeu. “Falam tanto que eu sou do PT, mas quem fez aliança e campanhazinha junto foram eles. O Aécio, hoje, não transfere voto algum. Pelo contrário, ele precisa rezar para ganhar voto em 2018”.

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