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Podemos não terá candidato ao governo de Minas, afirma senador Álvaro Dias

No segundo turno, Dias contou que o cenário em Minas também será analisado

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O senador Álvaro Dias, pré-candidato à Presidência da República pelo Podemos, disse que em Minas Ger
O senador Álvaro Dias, pré-candidato à Presidência da República pelo Podemos, disse que em Minas Gerais o partido não terá candidato ao governo do Estado e ficará independente
PUBLICADO EM 20/04/18 - 12h31

Recife. O senador Álvaro Dias, pré-candidato à Presidência da República pelo Podemos disse que, em Minas Gerais, o partido não terá candidato ao governo do Estado e ficará independente.

“O nosso líder em Minas é o prefeito (de Betim) Vittorio Medioli, que já definiu o caminho a seguir: ficaremos independentes, especialmente no primeiro turno, sem candidatura ao governo. O partido terá candidatos à Assembleia Legislativa, à Câmara dos Deputados, ao Senado e priorizará a candidatura à Presidência. Esse será o caminho trilhado no Podemos em Minas Gerais”, informou Dias, que participa do Fórum Empresarial Lide, em Recife, que termina neste sábado. 

No segundo turno, Dias contou que o cenário em Minas também será analisado. “Já conversamos com Vittorio Medioli sobre essa hipótese, mas certamente se tivermos dificuldade de aderir a uma ou outra candidatura, ficaremos independentes, inclusive no segundo turno, porque o quadro mineiro é bastante complexo e delicado. Não teríamos condições de apoiar determinado candidato à esquerda como também não teríamos condições de apoiar determinado candidato à direita em razão das circunstâncias. Do primeiro turno já há uma definição (no Podemos), mas em relação ao segundo turno temos que aguardar um momento”, disse o pré-candidato, referindo-se a Minas. 

De acordo com Dias, a independência do Podemos em Minas acontece  porque “priorizamos uma proposta de rompimento com o sistema atual e qualquer adesão em Minas configuraria aval ao sistema vigente no país ao qual não podemos concordar”, informou. 

Para Dias, a matriz da proposta do partido é a de um momento de ruptura com o modelo atual “de refundação da República que passaria por inúmeras reformas importantes recolocando o país nos trilhos que atualmente está desarrumado na administração pública brasileira”. 

No Podemos, Dias disse que a prioridade não é a definição de coligação. “Nós desejamos, mas desde que a coligação não comprometa a nossa proposta, desde que não traga a poluição não traga contaminação que alguns partidos são considerados hoje pela operação Lava Jato organizações criminosas e queremos distância deste cenário de apodrecimento do quadro partidário e da política nacional.

Se tivermos a possibilidade de coligação com um partido que assimile inteiramente de forma absoluta a nossa proposta, faremos a coligação”, avaliou Dias.

 

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