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Cassação

Vereadores de PT e PCdoB justificam abstenções que livraram Wellington Magalhães

Arnaldo Godoy, Gilson Reis e Pedro Patrus foram três dos 15 que deixaram de votar. Com apenas 23 votos favoráveis, pedido acabou negado

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Trio não quer que responsabilidade recaia somente sobre os políticos
PUBLICADO EM 09/08/18 - 20h27

Arnaldo Godoy e Pedro Patrus, do PT, e Gilson Reis, do PCdoB, foram três dos 15 vereadores que se abstiveram do direito de votar a favor ou contra a cassação do mandato do colega da Câmara Municipal de Belo Horizonte, Wellington Magalhães. Num comunicado à imprensa, o trio se justificou, afirmando não considerar motivo suficiente para a perda do mandato "o teor das acusações e a demora na apresentação do referido parlamentar à Justiça".

"O momento político do país requer atitudes de cautela, pois uma cassação antes da conclusão das investigações acarreta uma grave afronta à soberania popular. Entendemos que uma decisão tão importante não deve ser apenas política. Por isso, confiamos no ordenamento jurídico estabelecido nos trâmites legais para, a partir daí, chegar a uma posição final sobre tal questão", disse um trecho do comunicado.

Além dos três, outros 12 vereadores adotaram a mesma estratégia, pela abstenção, na votação desta quinta-feira (9), na Câmara Municipal de BH, o que acabou favorecendo Magalhães. Eram necessários 28 votos favoráveis à perda do mandato do edil do PSDC, mas somente 23 foram obtidos. Nenhum vereador votou contrário ao pedido propriamente dito.

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