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Roubo de celular

Central de Bloqueio de Celulares atende cerca de 50 vítimas por semana

Lançado há quatro meses, a Central visa facilitar o processo de bloqueio deixando o aparelho inutilizável

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celulares roubados
Segundo a PM, celulares roubados geralmente são revendidos pela internet ou desmanchados
PUBLICADO EM 07/11/18 - 18h23

A Central de Bloqueio de Celulares do Estado de Minas Gerais (Cbloc), lançada em julho deste ano pela Secretaria de Estado de Segurança Pública de Minas gerais (Sesp) completou quatro meses e, embora recente, já registra mais de 50 atendimentos por semana.

Apesar de não coibir roubos de celulares, a Sesp registrou queda de 30% nas ocorrências deste tipo de crime em Minas Gerais, de janeiro a setembro deste ano, em relação ao mesmo período do ano passado.

Conforme os dados da pasta, na comparação dos dois anos, as ocorrências de roubos de celulares em Minas caíram de 47.096 para 32.651. Na capital, a redução chegou a 32%, saindo de 17.647 de janeiro a setembro de 2017, para 11.972 ante ao mesmo período em 2018.

Para o superintendente de Integração e Planejamento Operacionais da Sesp, Leandro Almeida, apesar da redução, ainda não é possível relacionar a Cbloc à queda da modalidade criminosa. “Em geral, os crimes de roubos e furtos de celulares vêm diminuindo, mas ainda é cedo para atribuirmos à Cbloc. O que temos hoje são dados da participação social”, revela.

Quem já teve o celular roubado sabe o quão trabalhoso era o processo para tentar bloqueá-lo e por isso a iniciativa da Cbloc é facilitar o processo deixando o aparelho inutilizável. Antes, o bloqueio era feito via telefone, com o número da Identificação Internacional de Equipamento Móvel (Imei) junto à Anatel ou à operadora, agora, segundo o superintende, o processo de bloqueio ficou mais simples. “O celular sofre um apagão e não funciona mais. E a vítima pode fazer o bloqueio usando apenas o número da linha telefônica, os dados pessoais e a ocorrência policial do crime”. explica Almeida.

Bloqueados, os celulares perdem o valor de revenda, e, em caso de localização, a polícia entra em contato com a vítima que pode fazer o desbloqueio do aparelho e utilizá-lo normalmente.

Foi assim com o analista de redes e comunicação de dados, Thiago Duarte, de 30 anos. Depois de sofrer um furto e perder o celular em outubro deste ano, o analista fez o Boletim de Ocorrência e o bloqueio no site: cbloc.seguranca.mg.gov.br/. No mesmo mês a polícia localizou o telefone com uma pessoa que tentava vendê-lo. O indivíduo foi preso e o aparelho devolvido ao Thiago.  

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