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Contagem

Desentendimento por terreno termina em ameaça com arma de fogo

Um advogado da comissão imobiliária da OAB Contagem ter ameaçado com revólver um outro homem por alegar ser dono de terreno

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PUBLICADO EM 13/06/18 - 19h04

Um advogado, membro da comissão imobiliária da OAB Contagem, ameaçou com uma arma um outro homem por causa de um terreno, na tarde desta quarta-feira (13), em Contagem, região metropolitana de Belo Horizonte.  

O empresário Vilson Ferreira, de 48 anos, informou que na última sexta-feira (8), o advogado Marcos Wagner Figueiredo foi até o seu terreno alegando ser o verdadeiro dono. Ferreira conta que mostrou o documento de compra e venda, mas o advogado insistiu ser o dono. Ainda de acordo com o empresário, Figueiredo não possuia nenhum documento em mãos que comprovasse a propriedade do terreno. 

Segundo o empresário, o advogado chegou ao terreno por volta das 17h30 com mais seis pessoas e retirou a cerca que havia no local alegando ser dono do terreno. Em nenhum momento mostrou documentos que comprovassem a propriedade. 

A cerca foi refeita, mas, na manhã desta quarta-feira (13) o advogado voltou ao local e arrancou a cerca novamente . Mais uma vez, o documento do imóvel foi solicitado, mas ele se recusou a apresentar. 

A Polìcia Militar foi acionada, compareceu ao local e levou os envolvidos para prestar depoimento. Quando o advogado foi liberado, ele voltou ao local para terminar de arrancar a cerca. 

Nesse momento, de acordo com Ferreira, o advogado bateu boca com Valéria Souza, esposa do empresário. Figueiredo, então, sacou uma arma e ameaçou os presentes.

O empresário disse que desde o primeiro momento queria resolver o impasse com a justiça. "Se houve algum mal entendido, ou se foi alguma golpe de algum estelionatário é melhor que seja esclarecido", disse. "Única coisa que não gosto é dessa violência e truculência". 

O advogado foi pego pela PM que o encaminhou para a 26 cia de Nova Contagem. Agora, ambas as partes estão na delegacia Cesu Eldorado para prestar depoimento. 

Procurada pela reportagem, a OAB disse que só pode se pronunciar se o caso for denunciado ao conselho de ética do órgão. 

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