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Edifício de boas conversas, cerveja, histórias e livros

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Edifício de boas conversas, cerveja, histórias e livros
PUBLICADO EM 09/10/09 - 18h31

As atrações do edifício Maletta não se resumem a boas histórias de um tempo perdido. Sem grandes pretensões, os badalados sebos conseguem preservar o encanto dos tempos áureos do Maletta, apesar do avanço da internet. Há cinco anos à frente do Benedictus, Luisa Xavier Sans, 20, trabalha em parceria com o tio, Antônio Carlos Xavier, 54, há 11 no local. “Temos no Maletta o maior shopping de sebos do país, com cerca de 12 lojas”, ressalta Luisa, apontando o vice-prefeito Roberto Carvalho como um ilustre cliente.

A estudante Ana Júlia Rodrigues, 19, frequenta o Maletta desde 2005. “Venho aqui por causa dos sebos e passei a frequentar o Lua Nova, do Ju, que é um cara muito legal”, afirma.

O Ju, ou Juventino da Paz, 59, comanda o Lua Nova há 16 anos. Para ele, o ambiente do Maletta voltou a ser agradável há pouco mais de cinco anos. “O movimento estava tenso, mas a polícia reprimiu o consumo de drogas e o prédio também está mais limpo”, comenta. Ele torce para que a escada rolante, parada por falta de peças, seja reativada.

Patrimônio. Como um porto seguro imune a tempestades, a Cantina do Lucas mal balançou quando a decadência ameaçou fixar morada no edifício. “Vivenciamos um momento de dificuldades, relacionado a drogas e insegurança, mas passou. A Cantina do Lucas se transformou num casulo, com identidade própria, que não foi corrompido com o tempo”, comenta o proprietário da casa, Edmar Roque. (GA)

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