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Homem confessa assassinato de Daniel Corrêa e fala em vingança

Edson Luiz Brittes Junior, de 38 anos, foi preso e confessou ter matado a vítima por encontrá-lo deitado ao lado de sua mulher

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Daniel Corrêa
Acusados do crime estão presos no Paraná
PUBLICADO EM 01/11/18 - 16h47

A Polícia Civil do Paraná está a procura de três suspeitos de participação na morte do jogador de futebol Daniel Corrêa de Freitas, assassinado no último sábado em São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba.

Nesta manhã, Edson Luiz Brittes Junior, de 38 anos, foi preso e confessou ter matado a vítima. O suspeito alega que encontrou Daniel deitado ao lado da mulher dele, que gritava por socorro. A esposa e a filha de Edson também foram detidas e ainda vão prestar depoimento. 

Em coletiva de imprensa, o delegado titular da delegacia de São José dos Pinhais, Amadeu Trevisan, afirmou que as investigações indicam que Edson não agiu sozinho. “O rapaz não tinha como reagir. Estavam ali o autor e tinham mais pessoas com ele”, relatou. 

Segundo a polícia, Daniel foi espancado e já estava desacordado quando foi colocado no porta-malas de um carro. As investigações apontam que ao menos três pessoas acompanharam Edson até o matagal onde o jogador foi deixado. Ao chegar no local, que fica na zona rural da cidade, a vítima teve o pênis decepado e o pescoço cortado.

De acordo com o delegado, ainda não se sabe se Daniel estuprou a mulher de Edson. No entanto, a polícia apura o teor de mensagens enviadas pela vítima a amigos pouco antes do crime.

“Ainda não há comprovação (de estupro). Há mensagem trocada e pelo que a gente observa na fotografia, a mulher estava praticamente desacordada, dormindo profundamente”, disse Trevisan.

Entenda o caso

O corpo de Daniel Corrêa de Freitas foi encontrado no sábado (27) em uma mata perto de uma estrada rural na Colônia Mergulhão, em São José dos Pinhais. Nessa quarta-feira (31), uma testemunha considerada chave foi ouvida pela Polícia Civil durante três horas.

A testemunha esteve com Daniel momentos antes da sua morte. A testemunha contou que Daniel e mais seis pessoas, incluindo ele, estavam em uma boate em Curitiba, quando decidiram ir para a casa do suspeito do crime. Em meio à festa na casa, a esposa do suspeito teria gritado por "socorro". Em seguida, Daniel é visto dentro do quarto sendo espancado por quatro pessoas.

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