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Pará de Minas

Membranas de contenção de rejeitos começam a funcionar no Paraopeba

A estrutura funciona como um filtro que impede a passagem de partículas sólidas, como argila, silte, matéria orgânica

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membrana rio Paraopeba
Simulação em 3D mostra como a membrana fica disposta no rio
PUBLICADO EM 04/02/19 - 14h14

Duas membranas de contenção de rejeitos já estão em funcionamento no rio Paraopeba, próximo à captação de água de Pará de Minas, na região Central do Estado. Segundo a Vale, a estrutura funciona como um tecido filtrante, que impede a passagem de partículas sólidas.

Uma terceira membrana deve ser instalada ainda nesta segunda-feira (4), mas isso vai depender das condições meteorológicas do local. A região sofre desde domingo (3) com chuvas e ventos fortes. A cidade fica a 40 km de Brumadinho, na região metropolitana de Belo Horizonte.

A iniciativa faz parte do plano apresentado no dia 30 de janeiro pela mineradora ao Ministério Público e aos órgãos ambientais. Objetivo é atuar em três trechos, onde serão realizadas medidas de contenção e recuperação do rio. Pará de Minas está no terceiro trecho, entre Juatuba e a Usina de Retiro Baixo.

As barreiras instaladas têm 30 metros de comprimento e até três metros de profundidade. O “filtro” evita a passagem de partículas sólidas (argila, silte, matéria orgânica etc), que alteram a transparência da água.

Há correntes metálicas na borda inferior que mantém a membrana esticada. Uma boia cilíndrica faz com que a estrutura fique flutuando.

Entenda como funciona uma barragem

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