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Polícia Civil prende um dos ladrões mais procurados de BH

Eduardo Pereira Teixeira, 30 anos, conhecido como "Brejo", é popular no meio policial pela frieza e violência com as vítimas

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Eduardo Pereira Teixeira, 30 anos, conhecido como
Eduardo Pereira Teixeira, 30 anos, conhecido como "Brejo"
PUBLICADO EM 12/01/19 - 20h42

Um dos ladrões de residência mais procurados da capital foi preso pela Polícia Civil nessa sexta-feira (11), durante uma partida de futebol. Eduardo Pereira Teixeira, 30 anos, conhecido como "Brejo", é popular no meio policial pela frieza e violência com as vítimas. "Um indivíduo extremamente cruel. Ele gosta de torturar psicologicamente as vítimas até que entreguem o que ele deseja. Se elas não obedecem, ele parte para a violência física", contou o delegado João Prata, chefe da Delegacia Especializada de Roubo a Bancos da capital.

Segundo Prata, as investigações começaram no fim do mês de novembro, quando uma família, moradora do bairro Goiânia, na região Nordeste de Belo Horizonte, procurou a delegacia. O dono do imóvel, um empresário de grande poder aquisitivo, segundo o delegado, estava desorientado.

"Embora não seja o nosso departamento, não tivemos como não assumir tamanho o desespero dessa família.O pai e todos estão completamente traumatizados, inclusive estão passando por acompanhamento psicológico", revelou.

De acordo com as investigações, a escolha dos alvos de "Brejo" era aleatória. "Ele fazia rondas por toda a capital e região metropolitana em busca de imóveis com carros importados na garagem. Isso alimenta a ganância dele, que se entitula como 'cachambista', termo vulgarmente usado pelo indivíduo que pratica roubo a residências. Nessa casa do Goiânia, os veículos Camaro e Land Rover foram o motivo para o crime", disse Prata.

O criminoso teria, um dia antes do assalto à casa, passado pelo local e utilizado uma chave micha para abrir o imóvel. Ao perceber que havia conseguido destrancar o portão, o suspeito voltou a trancá-lo e aguardou até o dia seguinte para cometer o crime. "Ele chamou outros quatro comparsas e, então, rendeu toda a família, cerca de seis pessoas.

Para pressionar a todos, ele pegou uma criancinha de três anos e engatilhou a arma na cabeça dela, muito nervoso, dizendo que a mataria", contou o delegado. Não foram informados os valores levados da família no dia do roubo.

Durante as investigações, os cúmplices de 'Brejo', cujas identidades não foram repassadas, foram presos um a um, em diferentes momentos, até que, na noite dessa sexta-feira, o líder do bando foi surpreendido enquanto jogava bola em um bairro da capital.

"Ele já tinha mandado de prisão por roubo. Se for condenado por todos os crimes, como roubo qualificado, associação criminosa, receptação, dentre outros, a pena pode passar de 20 anos", contabilizou o delegado.

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