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Violência

Roubos sobem 40,6% em BH e já são um a cada dez minutos 

Em Minas, também houve aumento, de 32,19%, registrando um delito a cada quatro minutos

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Sargento da Rotam foi baleado na saida da Padaria no bairro Mari
Resposta. PM destacou a prisão e apreensão de 8.117 suspeitos neste primeiro bimestre na capital

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PUBLICADO EM 01/04/16 - 21h25

Se o aumento de roubos de 2014 para 2015, de 22,43%, já era motivo de preocupação em Minas Gerais, no início de 2016 o sinal é de alerta ainda maior. Somente nos dois primeiros meses deste ano, os registros subiram 32,19%, passando de 16.498, no mesmo período do ano passado, para 21.808. Em Belo Horizonte, o percentual é ainda maior, de 40,64%. O número de ocorrências passou de 5.852 para 8.230, chegando à média de um roubo a cada dez minutos.

Os furtos também estão em alta. Em Minas, de 8,6%, e em Belo Horizonte, de 14.94% (veja mais no quadro ao lado). Os dados foram divulgados pela Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds) e, apesar dos pedidos feitos pela reportagem, a pasta não informou se há algum planejamento global, que abranja, por exemplo, polícias e novos investimentos, para reduzir a criminalidade.

Vítimas. Os crimes contra o patrimônio estão entre os que mais reduzem a sensação de segurança da população, que sofre cada vez mais com a criminalidade. Em fevereiro, a analista administrativa Ana Maria Dionísio, 27, foi assaltada à mão armada na presença dos filhos pequenos. Ela foi abordada enquanto estava dentro do carro, estacionado em frente à casa de uma prima, no bairro Dom Bosco, na região Noroeste de Belo Horizonte.

Redução. A secretaria também divulgou as estatísticas de extorsão mediante sequestro, que dobraram neste ano, passando de oito para 16 no mesmo período.

Suspeitos

Prisões. A Polícia Militar destacou a prisão e a apreensão de 8.117 pessoas no primeiro bimestre deste ano na capital, como forma de combate aos crimes contra o patrimônio. Do total, mais de 1.900 foram detidos por roubo e furto.

Polícia Civil

Estudos. Para tentar controlar a criminalidade e efetuar as prisões dos suspeitos, a Polícia Civil informou que investe em pesquisas para entender o modo de agir, a área de atuação, quem são e onde estão os principais autores de roubos na capital.

Quadrilhas. Nos estudos ainda em andamento, já há a percepção de que os crimes são cometidos, em sua maioria, por quadrilhas especializadas. Algumas, inclusive, comandadas por pessoas de classe média-alta. “Os roubos têm várias tipificações. Cada quadrilha é especializada em algo e cada região tem sua peculiaridade. Isso deve ser levado em conta na investigação”, destacou a delegada da regional Leste Gislaine de Oliveira Rios.

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