Unidade

Duda busca construção com a esquerda e diz que sua candidatura 'vai até o fim'

'Nós não vamos disputar uma eleição apenas para demarcar posição', disse a deputada federal em entrevista ao Café com Política

Por O Tempo
Publicado em 22 de abril de 2024 | 10:33
 
 
 
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Sexta colocada na segunda pesquisa DATATEMPO sobre a corrida pela Prefeitura de Belo Horizonte, divulgada no início do mês, a deputada federal e pré-candidata do PDT ao cargo, Duda Salabert, afirmou que pretende seguir na disputa até o final. A declaração foi dada ao Café com Política, da FM O Tempo 91,7, nesta segunda-feira (22).

"Vai até o final (candidatura). Primeiro, nós não vamos disputar uma eleição apenas para demarcar posição, para levantar uma bandeira ou para promover um debate de qualidade. A gente vai disputar as eleições para ganhar. E, até agora, todas as pesquisas que foram divulgadas, desde o ano passado até a última, mostram nosso nome figurando em primeiro, segundo ou terceiro lugar. Temos viabilidade eleitoral, apoio do partido, força popular e estamos construindo um programa que traduz o anseio popular", garantiu a deputada.

Além de Duda, a esquerda tem outros quatro pré-candidatos à PBH: Rogério Correia (PT), Ana Paula Siqueira (Rede), Bella Gonçalves (PSOL) e Paulo Lamac (Rede). Na avaliação da deputada, o ideal para a esquerda seria reduzir esta fragmentação e se unir em torno de uma única candidatura. 

"Nesta eleição há vários nomes, não só no campo de esquerda mas também no campo da direita. Então, o cenário ainda está muito aberto e nós, do campo progressista, temos dialogado a fim de de construir uma unidade. Há um anseio popular, por onde nós passamos, da cidade cobrando uma unificação deste campo para que tenha uma maior viabilidade eleitoral", disse Duda. 

"Há uma pré-conversa entre os candidatos do campo progressista para que a gente tente unir, já no primeiro turno, em torno da candidatura que tenha maior fôlego eleitoral. E nós do PDT temos essa posição. A gente quer disputar as eleições, quer apresentar um programa para a cidade e, no campo progressista, a candidatura que tiver maior chance, com maior fôlego, que seja cabeça de chapa. Nós pensamos assim. Mas, infelizmente, nem todos os partidos do campo progressista assim pensam. Alguns não querem disputar necessariamente a cidade, mas sim a hegemonia. O que eu acho um erro", acrescentou.

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