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World Cheese Awards

Queijo mineiro azulado leva medalha de prata entre outros 3 mil

Entre os 3.472 queijos provados no concurso, o “Azul de Minas”, do Laticínios Cruzília, dos irmão Luiz e Carlos Almeida, ganhou medalha de prata no concurso

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Azul de Minas
Luiz Almeida, um dos proprietários da fazenda que produz o Azul de Minas
PUBLICADO EM 08/11/18 - 20h05

A fama do Estado de Minas Gerais como produtor de queijos de excelência vem rompendo fronteiras. Entre os 3.472 queijos provados no 31º World Cheese Awards, realizado este ano em Bergen, na Noruega, o “Azul de Minas”, do Laticínios Cruzília, dos irmão Luiz e Carlos Almeida, ganhou medalha de prata no concurso.

Como se fosse um gorgonzola cremoso, o Azul de Minas é feito a partir de leite pasteurizado cremoso, curado durante 45 dias em uma sala exclusiva na fábrica, localizada na cidade de Cruzília, no Sul de Minas.

Esta é a quarta vez que um queijo brasileiro é premiado no concurso. Outrora, dois da indústria Vigor haviam levado a medalha de prata e o artesanal Tulha, da fazenda Atalaia, faturou a medalha de ouro em 2016.

Campeão

O queijo escolhido como campeão do 31º World Cheese Awards foi o Fanaost, um gouda envelhecido, que foi produzido pelo norueguês Jørn Hafslund, de Ostegården. A iguaria foi produzida a partir do leite de um rebanho de 12 vacas.

Ao todo, foram distribuídas 599 medalhas de bronze, 486 de prata e 339 de ouro e 78 “super ouro”.

 

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