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Com início da campanha, cobertura eleitoral ganha ainda mais destaque em O TEMPO

Com o início hoje do período oficial de campanha eleitoral, os jornais O TEMPO e Super Notícia, o portal O Tempo e a rádio Super Notícia 91,7 FM ampliam a cobertura iniciada na fase das convenções partidárias.
O jornalismo multimídia do grupo acompanhará in loco as principais agendas dos três candidatos ao governo mais bem-colocados nas pesquisas eleitorais e garantirá espaço a todos os demais concorrentes ao Palácio da Liberdade.

Para enriquecer o debate em O TEMPO, cada um dos três líderes da última pesquisa DataTempo/CP2 terá uma página diária com suas agendas e declarações. Da mesma forma, na rádio Super Notícia, cada um deles terá uma reportagem exclusiva diária. Os outros candidatos também terão espaço, numa página que destacará os principais acontecimentos de sua jornada eleitoral, e serão presença garantida nos boletins da rádio, que serão encorpados. Caso haja mudança de cenário, a Sempre Editora se compromete, em seus veículos, a adequar o espaço assim que uma nova pesquisa DataTempo/CP2 for realizada.

No portal O Tempo, todos os candidatos ao governo de Minas, ao Senado e à Presidência da República terão páginas exclusivas, que reunirão informações básicas sobre seu perfil e notícias sobre eles.

Com o fim dos registros de candidatura, nossos veículos de comunicação vão se dedicar a conteúdos especiais, que mostrarão o perfil dos candidatos e das eleições que se avizinham. Entre esses conteúdos estará a cobertura das eleições ao Senado.

Para promover o debate, O TEMPO, a rádio Super Notícia e o portal O Tempo vão também, a partir do dia 27 de agosto, realizar sabatinas ao vivo com os cinco primeiros colocados na pesquisa DataTempo/CP2 para o governo de Minas. Candidatos ao Senado e os pretendentes à Presidência da República que vierem a Minas também serão ouvidos no já tradicional Café com Política, reconhecido espaço de debates da rádio Super Notícia.

As eleições nacionais também terão atenção especial, sempre com um espaço de duas a três páginas na edição impressa, com destaque garantido no portal e informações ao longo de toda a programação da rádio.

Além disso, este espaço, assim como o blog Olho Neles, continuará trazendo os bastidores da política e da corrida eleitoral. O Caça-Fake prossegue em sua saga para detectar os conteúdos falsos destas eleições, e as pesquisas do Minas no Brasil de 2018 vão continuar apresentando o que pensam os mineiros sobre os principais assuntos em debate neste pleito.

Pena de Cunha reduzida

Preso desde 2016 pela Lava Jato, o ex-deputado Eduardo Cunha (MDB-RJ) conseguiu reduzir em oito meses a pena de 14 anos e seis meses de prisão a que foi condenado a no caso que envolve a compra, pela Petrobras, de um campo de petróleo em Benin, na África. Para conseguir o benefício, o ex-presidente da Câmara dos Deputados fez cursos a distância de mestre de obras e agricultura, escreveu resenhas de livros como “O Estrangeiro”, de Albert Camus, e entregou quentinhas na cadeia. Com a redução da pena, a defesa de Cunha quer pedir a progressão para o regime semiaberto, aquele em que o detento pode sair da prisão para trabalhar ou estudar. Mesmo que os advogados consigam uma decisão favorável, Cunha não deve sair agora, já que é alvo de mais dois mandados de prisão preventiva.

Crescimento exponencial

O presidente nacional do PP, senador Ciro Nogueira (PI), registrou um crescimento de 1.082% em seu patrimônio entre 2010 e 2018. Nogueira informou à Justiça Eleitoral possuir um patrimônio equivalente a R$ 23,3 milhões. Há oito anos, ele declarou ter R$ 1,9 milhões em bens. Entre os itens declarados pelo senador, há uma aeronave avaliada em R$ 2,8 milhões e participações em empresas que somam R$ 19,3 milhões. Ciro Nogueira é candidato à reeleição na chapa liderada pelo governador Wellington Dias (PT). Anteontem, o Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitou uma denúncia contra o senador no âmbito da operação Lava Jato. De acordo com a denúncia oferecida pela Procuradoria Geral da República (PGR), ele teria recebido propina de R$ 2 milhões da UTC Engenharia com a promessa de favorecê-la em obras do Ministério das Cidades no Piauí. A defesa do parlamentar afirma que a denúncia foi proposta pela PGR sem critério técnico e baseada somente nas palavras de delatores.

Miller passa de fase

O ex-procurador Marcello Miller – denunciado por ter ajudado nos acordos de leniência e de delação premiada de executivos do grupo J&F, detentor da JBS, enquanto ainda atuava no Ministério Público Federal (MPF) – passou na primeira fase do concurso para se tornar juiz federal. O resultado dos aprovados na primeira etapa foi divulgado anteontem. Miller tenta uma das 107 vagas de juiz substituto no Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3) para atuar nos Estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul. Ao deixar o MP, Miller abriu mão de rendimento mensal de R$ 34,9 mil brutos, já incluídos benefícios de auxílio-moradia, alimentação e pré-escola. Apesar de ter atuado formalmente por apenas três meses em uma escritório de advocacia, ele recebeu R$ 1,6 milhão para deixar a sociedade. Seu salário no escritório, com bônus, poderia chegar a R$ 110 mil mensais.