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Dia 2 de fevereiro de 2017

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PUBLICADO EM 02/02/17 - 02h00

Briga de patentes

A disputa pela presidência da Comissão de Segurança Pública na ALMG neste ano vai ser entre patentes. Sargento Rodrigues (PDT), Coronel Piccinini (PSB) e Cabo Júlio (PMDB) querem assumir o comando dos trabalhos. Pelo acordo informal entre os deputados, o posto seria do peemedebista, que hoje teria o apoio do governo. Piccinini, apesar de ter tomado posse ontem, chega bem na disputa. O fiel da balança deve ser o PMDB, principal aliado do PT de Fernando Pimentel. A sinalização será dentro de uma divisão mais ampla das comissões. Uma das estratégias de Sargento seria a criação de uma bancada do PDT, que deixaria o bloco da oposição, mas, ontem, ele negou que vá adotá-la.

Tudo igual

Nessa quarta-feira (1), na retomada dos trabalhos da Assembleia de Minas, o secretário de Planejamento e Gestão, Helvécio Magalhães, representou o governador Fernando Pimentel. Ele leu uma mensagem em que o petista destacou a harmonia entre os Poderes no Estado. Segundo Magalhães, o governo vai enviar projetos para a criação de fundos para a negociação de ativos no mercado financeiro e para a nova lei de incentivo à cultura. Na oposição, Dalmo Ribeiro (PSDB) disse que a prioridade será “a vigilância do trabalho parlamentar” e das medidas diante do “absurdo de se chegar à calamidade financeira do Estado”. A seu modo, de poucas palavras em público, o presidente Adalclever Lopes (PMDB) não quis conversar com a imprensa.

Intimação por telefone

O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) regulamentou ontem o Sistema de Intimação por Telefone, conhecido como “Intimafone”. A medida permitirá que partes e testemunhas de processos judiciais também sejam notificados por ligação telefônica, em vez de apenas autuação presencial. A portaria foi publicada no “Diário Oficial do Judiciário”. O Intimafone será utilizado nos casos das unidades do Juizado Especial da Comarca de Belo Horizonte, onde o projeto piloto foi implantado em novembro passado.

Protesto

FOTO: WhatsApp / Reprodução

Na madrugada dessa terça-feira (31), uma faixa foi colocada em frente à residência do deputado estadual João Leite (PSDB). Anônima, a peça cobra do parlamentar o pagamento de pessoas que trabalharam em sua campanha na disputa pela Prefeitura de Belo Horizonte em 2016. A prestação de contas de João Leite, no site do Tribunal Superior Eleitoral, mostra que a campanha custou R$ 10,038 milhões, sendo que R$ 3,856 milhões foram quitados. Por meio de nota, a assessoria do PSDB de Minas afirmou que “os valores devidos serão, paulatinamente, pagos”.

Vereador reclama de corte de cargos

Durante a primeira reunião da Câmara de Belo Horizonte, ainda sem o mobiliário pronto, o vereador Jorge Santos (PRB) fez críticas ao prefeito Alexandre Kalil (PHS). Durante seu discurso, ele disse que o corte de 2.800 cargos comissionados tirou emprego de vários pais de família. Ainda segundo ele, o prefeito não chamou a Casa para conversar. Léo Burguês (PSL) saiu em defesa do prefeito, dizendo que ele vem cumprindo aquilo que prometeu e chamando os vereadores para dialogar. Ainda na reunião dessa quarta-feira (1), os 40 requerimentos foram apreciados. Com isso, a pauta já está pronta para receber projetos. 

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