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06/03/16

Em nota

Força-tarefa reage às críticas sobre condução coercitiva de Lula

Segundo procuradores, nas 24 fases da Lava Jato cerca de 117 mandados de condução coercitiva foram determinados, mas apenas em relação à condução do ex-presidente Lula, houve a manifestação de algumas opiniões contrárias à legalidade

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PUBLICADO EM 06/03/16 - 03h00

A força-tarefa da operação Lava Jato divulgou uma nota na noite deste sábado sobre a operação Aletheia. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi conduzido coercitivamente quando o investigado é levado para depor e liberado na sexta-feira. Segundo os procuradores, nas 24 fases da Lava Jato cerca de 117 mandados de condução coercitiva foram determinados pelo Juízo da 13ª Vara Federal de Curitiba e “apenas nesta última fase e em relação a apenas uma das conduções coercitivas determinadas, a do senhor Luiz Inácio Lula da Silva, houve a manifestação de algumas opiniões contrárias à legalidade e constitucionalidade dessa medida, bem como de sua conveniência e oportunidade”.

Papelzinho amassado

Um deputado estadual da Assembleia Legislativa de Minas, que tem sua base eleitoral na região Centro-Oeste de Minas, foi para a Cidade Administrativa assinar a liberação de uma verba para sua base, mas aproveitou para pedir um “favorzinho” para um secretário que integra o alto escalão do governador Fernando Pimentel (PT). O parlamentar fez questão de chegar mais cedo no local e saiu procurando o secretário, que estava encarregado de conseguir a implantação de uma Defensoria Pública para o Centro-Oeste de Minas. Ao encontrá-lo, o deputado tirou do bolso um papelzinho sujo e amassado, e entregou ao chefe da pasta, pedindo para que ele desse uma “forcinha” para que o seu cabo eleitoral fosse o responsável pelo departamento.

Tentando a sorte

É comum ver vendas de produtos e até de serviços na porta da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). Doces, maquiagens, perfumes e roupas são oferecidas até mesmo dentro dos dois prédios da Casa. Esses vendedores têm livre acesso aos gabinete parlamentares. Mas, o que chama atenção mesmo, é um outro serviço que é muito comum na Assembleia: o jogo de bicho. Segundo uma fonte que acompanha os bastidores da Casa, do lado de fora, na porta, as pessoas apostam diariamente. Inclusive, tem chefe de gabinete que é “viciado (a)” no jogo, já que sempre consegue ganhar um dinheirinho. E para facilitar para alguns “clientes especiais”, os funcionários nem vão mais na rua. A secretária do gabinete leva o jogo e retorna com a verba.

FOTO: J. DURAN MACHFEE/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
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Movimentos populares. Algumas escolas públicas da rede estadual de São Paulo amanheceram com cartazes nos muros e nos portões, onde é pedida a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar denúncias de desvio de verbas da merenda escolar. Em uma escola da avenida Paulista, uma gravura com o rosto do governador Geraldo Alckmin (PSD B) também chamou a atenção. O fechamento de contratos com creches e escolas públicas de 19 cidades é alvo de investigação da polícia e do Ministério Público de São Paulo. O secretário Edson Aparecido, da Casa Civil do governo Alckmin, é acusado de envolvimento no esquema.

R$ 5,8 mi É a quantia que o governo federal desembolsou para quitar, neste ano, as despesas realizadas pelos cartões de crédito da União.

Protesto

Nesta segunda, os auditores fiscais da Receita Estadual de Minas irão realizar um protesto contra o parcelamento e congelamento dos salários dos servidores públicos do Estado. O ato será realizado em frente à delegacia fiscal da Secretaria de Estado de Fazenda, no bairro Funcionários, a partir das 9h30 da manhã. Segundo a categoria, a data da manifestação é simbólica, uma vez que o dia 7 é o quinto dia útil do mês, “data em que todos os servidores públicos estaduais deveriam receber integralmente os seus salários, o que não ocorrerá em março e abril, quando o pagamento será dividido em três parcelas”, diz o comunicado.

Força feminina

As mulheres mineiras foram as que mais fizeram manifestações na Ouvidoria Geral do Estado do governo de Minas (OGE-MG) no ano passado. De acordo com a pasta, dos 23.577 registros contabilizados em 2015, 36% foram realizados por mulheres, 28% por homens e 36% por associações, entidades e pessoas em anonimato ou abaixo-assinados. As mulheres procuraram a Ouvidoria, principalmente, para solicitar agilidade do serviço público. As pastas mais procuradas pelas mulheres na Ouvidoria foram a de Saúde, do sistema penitenciário e da área educacional.

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