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Brumadinho: Soterrados pela Lama

A busca pelos desaparecidos

Um ano depois da barragem I da mina do Córrego do Feijão se romper e deixar 270 mortos em Brumadinho, a reportagem de O TEMPO lança hoje umas série com os desdobramentos da tragédia. Nos próximos dias, serão contadas histórias dos atingidos e os impactos do desastre.
No 1º dia da série histórias de familiares que ainda convivem com a angústia de não poderem enterrar seus entes queridos.
Foto: Douglas Magno / AFP

Ainda não encontrados

Angelita Cristiane Freitas de Assis

Trabalhava como enfermeira no complexo minerário do Córrego do Feijão. Tinha 38 anos e deixou dois filhos de 13 e 15 anos.

Cristiane Antunes Campos

Trabalhava na Vale no momento em que a barragem se rompeu.

Juliana Creizimar de Resende Silva

Era analista administrativa da Vale e tinha 33 anos. Ela deixou dois filhos gêmeos que, na época, tinham 10 meses. O marido dela também morreu na tragédia.

Lecilda de Oliveira

Tinha 49 anos e trabalhava como analista de operação da Vale. Ela tinha 30 anos de empresa e deixou dois filhos.

Luis Felipe Alves

Engenheiro de produção, estava na Vale há três meses.

Maria de Lurdes da Costa Bueno

Tinha 59 anos e estava hospedada na pousada Nova Estância, que foi arrastada pela lama da barragem.

Nathalia de Oliveira Porto Araujo

Tinha 25 anos, fazia estágio na mineradora há 8 meses e deixou duas filhas pequenas que tinham 3 e 4 anos.

Olimpio Gomes Pinto

Era funcionário de uma empresa terceirizada da Vale e trabalhava no Córrego do Feijão quando a barragem rompeu.

Renato Eustaquio de Sousa

Trabalha como soldador e mecânico na Vale há nove anos. No dia da tragédia ele passava por um treinamento na empresa para ser promovido.

Tiago Tadeu Mendes da Silva

Tinha acabado de se formar na faculdade e trabalhava como mecânico industrial na Vale. Tiago deixou dois filhos pequenos.

Uberlândio Antônio da Silva

Era capixaba e trabalhava para a Vale como mecânico de empilhadeira. Ele estava no refeitório no momento em que a barragem se rompeu.

Imagens de Brumadinho

365 dias após o rompimento da barragem

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Data de Publicação: 24/01/2020