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Com carinho e com afeto. O som de Pedro Morais carrega a ternura que ele estampa por si só. É intimista, como ele mesmo diz, ao mesmo tempo que reúne Minas Gerais e o Brasil inteiro nas linhas melódicas e nos versos poéticos.

Aos 30, Pedro tem a metade da idade de estrada e já vive de música desde então. Com habilidade ímpar ao violão, o mineiro que cresceu no Vale do Jequitinhonha busca texturas, sonoridades novas e possibilidades de diálogos com outros compositores. Diga-se de passagem, um seleto grupo deles já contribuiu em parcerias frutíferas que aferem ainda mais qualidade a cada um de seus trabalhos, o primeiro, homônimo (2007), e o segundo, "Sob o Sol" (2009). Toninho Horta, Moska, Lenine, Ná Ozetti, Tulipa Ruiz e Flávio Henrique são apenas alguns dos nomes com os quais Pedro já dividiu o palco e as experiências.


Pedro vai. E caminha com traços de amadurecimento que vieram da idade e também de tudo que fagocitou pelo caminho. Para além do som, Pedro Morais também participa e se posiciona em relação às políticas culturais e acredita que a arte carrega em si uma inquietação que faz as coisas andarem pra frente. A vigília é importante, bem como fazer a informção circular. E pra isso, a internet é sempre uma aliada, tanto de seu trabalho quanto de sua maneira de pensar e compartilhar os seus argumentos com quem está circundando por aí.

No fim de 2012 Pedro já adiantou que vem novidade. Aprovado em votação popular - pela internet - no projeto Música Pra Todo Mundo, o cantor e compositor gravará um CD que já tem uma série de canções engatilhadas. Ele pretende que sejam 11 delas. Um tanto bom pra degustar sem cançar os ouvidos, disse ele.


Pedro Morais chega ao time do Concha. E o que for, já é.

Por Luiza de Sá

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Como é a expectativa para jogar a Copa do Mundo e defender o seu país?

Como foi o momento inusitado da sua convocação?

Como é, com 21 anos, ser o mais jovem da seleção e já defender o Brasil na Copa?

O Brasil é favorito na Copa do Mundo?

Quais seleções você vê com força para brigar pelo título ou com boas chances na Copa?

O que o Felipão tem de tão especial?

E o álbum da Copa? Está colecionando? Já tirou sua própria figurinha?

Matar a saudade do Galo na semana em que ficará treinando em Vespasiano?

Teve algum momento na conquista da Libertadores em que você teve certeza que o Galo seria campeão?

Como foi para você, que cresceu no Atlético, viver esse título da Libertadores?

Quando estava no Democrata você sonhava em jogar uma Copa do Mundo?

É possível o Bernard voltar ao Atlético agora ou é coisa para o futuro?

Além da Copa do Mundo, qual é o seu grande sonho para os próximos anos?

O que você mais gosta de fazer fora de campo?

Marina

Das Rosas

Saudades da Bahia

Só Louco

Você Não Sabe Amar

Sábado em Copacabana

Nem Eu

Saudades de Itapoã

João Valentão

O Mar

Modinha para Gabriela

O Que É Que a Baiana Tem

Festa de Rua

Acontece Que Eu Sou Baiano

Quem Vem Para Beira Mar

História de Pescadores

A Lenda do Abaeté

No Abaeté tem uma lagoa escura
Arrodeada de areia branca
Ô de areia branca
Ô de areia branca

De manhã cedo
Se uma lavadeira
Vai lavar roupa no Abaeté
Vai se benzendo
Porque diz que ouve
Ouve a zoada
Do batucajé

O pescador
Deixa que seu filhinho
Tome jangada
Faça o que quisé
Mas dá pancada se o seu filhinho brinca
Perto da Lagoa do Abaeté
Do Abaeté

A noite tá que é um dia
Diz alguém olhando a lua
Pela praia as criancinhas
Brincam à luz do luar

O luar prateia tudo
Coqueiral, areia e mar
A gente imagina quanta a lagoa linda é

A lua se enamorando
Nas águas do Abaeté
Credo, Cruz
Te desconjuro
Quem falou de Abaeté
No Abaeté tem uma lagoa escura

Suíte dos Pescadores

Minha jangada vai sair pro mar
Vou trabalhar, meu bem querer
Se Deus quiser quando eu voltar do mar
Um peixe bom eu vou trazer

Meus companheiros também vão voltar
E a Deus do céu vamos agradecer

Adeus, adeus
Pescador não se esqueça de mim
Vou rezar pra ter bom tempo, meu bem
Pra não ter tempo ruim
Vou fazer sua caminha macia
Perfumada com alecrim

Maracangalha

Eu vou prá Maracangalha
Eu vou!
Eu vou de liforme branco
Eu vou!
Eu vou de chapeu de palha
Eu vou!
Eu vou convidar Anália
Eu vou!
Se Anália não quiser ir
Eu vou só!
Eu vou só!
Eu vou só!
Se Anália não quiser ir
Eu vou só!
Eu vou só!
Eu vou só sem Anália
Mas eu vou! Eu vou só!

Prece ao Vento

Vento que balança as 'paiá' do coqueiro
Vento que encrespa as 'água' do mar
Vento que assanha os cabelos da morena
Me traz notícias de lá

Vento que assobia no telhado
Chamando para a lua espiar

Vento que na beira lá da praia
Escutava meu amor a cantar

Hoje estou sozinho e tu também...
Triste mas lembrando do meu bem...

Vento, diga por favor, aonde se escondeu o meu amor

Modinha para Teresa Batista

Me chamo "Siá Tereza"
Perfumada de alecrim
Ponha açúcar na boca
Se quiser falar de mim

Flor no cabelo
Flor no xibiu
Mar e rio

Ouça as versões da MIXTAPE
'20 anos sem Kurt Cobain'

All Apologies (Ram)

Something in The Way (Nevermind)

// BONUS TRACK

Love Buzz (Pequena Morte)

In Bloom (Tempo Plástico)

Rape Me (Hell's Kitchen)

Lithium (Valsa Binária)

Heart-Shaped Box (Barulhista)

Hoje

Tempo de Pipa

Vagalumes Cegos

Cecília e os Balões

João e o Pé de Feijão

Ensaio sobre Ela

Açúcar ou Adoçante?

Eu não tenho um barco, disse a árvore

Laiá Laiá

Pelo Interfone

Sempre

Dessa Vez

Dois Dias

Bonina

Só se for Domingo

Vazio

Outra Ela

Traz o sol para o meu lado da rua

Nada será como antes

Longe Daqui

Vale Metade

Azul Marinho

Bagagem Extra

Juan, El Marinero

Monte Roraima

Pequenas Embarcações

Combat Samba

Blue Blood

No Puedo Pagar (A Step Behind to Lose)

Tell Me

Deixa o sol bater

Awô dub

Into shade

A natureza espera

Lycra-limão(dubversão)

Tijolo a tijolo, dinheiro a dinheiro

Fio Solto

Fio Solto

Fio solto na calcinha
Puxo tudo, fico frouxa
É cosquinha, é cosquinha, é cosquinha
Essa hora do dia, essa parte do corpo
Só moeda no bolso
Só desejo no coração
Me deixa virada, numa só talagada
O arrepio é no cucuruco
O calor é na bacurinha
Cucuruco, bacurinha
Cucuruco, bacurinha



Chess Trip

Cataploft

Quando cê chega

É cataploft, é cataploft

No meu peito

Cê vai embora e eu não durmo

Eu não durmo, eu não durmo

Só se chove, só com coragem

Só com coragem, só com coragem

Só com corageeem

O acaso não é por nada

Não é por nada, não é por nada

Casulo cê nunca teve tão bonito

Tão bonito, tão bonito

Que férias, só com coragem

Só com coragem, só com coragem

Só com corageeem

Os outros são absurdos

Os outros são absurdos

Os outros são absurdos, ocasionais

A gente tem que acreditar

A gente tem que acreditar

A gente tem que na gente

Quando cê chega

É cataploft, é cataploft

No meu peito

Fica de férias me dá calma

Me dá calma, me dá calma

Que saltou vindo aqui ver minha cara.

Freud Sits Here

It´s close to chaos

But it´s certainly not

I´m doing my best

But i feel on the edge

Freud sits here but he doesn´t tell me

Where i can sit with him

It´s close to something

But it´s definitely nothing

I´m losing my breaks

But i´m raising a snake

Jesus lies here but he doesn´t tell me

Where i can lay with you

What to do to get a cure?

Should i call my mom

And ask her to rescue me

How many times i can sing

In a song the word love?

Love

Brazil

A Faixa

Fellow, Fela

A Menina

Casa

Só Sei Dançar Com Você

Quando Eu Achar

A Ordem das Árvores

É

Dois Cafés

Alento

Jesus, O Padeiro e O Coveiro

(Alexandre Kumpinski / Fernão Agra / Drusko) 

Um gritou "Salva!"
E levou uma sova.
Outro gritou "Sova!"
E não levou nenhum crédito 
na hora da multiplicação.

Um pregou "Calma!"
e foi direto pra cova.
Outro gritou "Cava!"
e não levou nenhum crédito 
na hora da exumação.

Um gritou "Sova!"
Um gritou "Coma!"
Um gritou "Calma!" 
 
Um gritou "Salva!"
E levou uma sova.
Outro gritou "Cava!"
e não levou nenhum crédito 
na hora da exumação.

Na Ponta dos Pés

(Alexandre Kumpinski)

Ei, você: você me deixa na ponta dos pés. 
E eu, que não sou besta, me estico todo e tento enxergar lá longe, onde tu costuma mirar. 
Lá longe, onde não consigo nem ver, mesmo que na ponta dos pés.

Maria Augusta

(Alexandre Kumpinski / Fernão Agra / Drusko) 

Maria Augusta, Antônio, Vera e José
nos convidaram pra dançar um arrastapé.
Se, por acaso, tu disser que não me quer,
eu vou correndo arranjar outra mulher.

Tô rouco...
Tô rouco, aham.
Tô rouco de saudade de você.

Nescafé

(Alexandre Kumpinski / Ian Ramil / Diego Grando / Marcelo Souto)

eu cuspo Nescafé e você chora leite 
de manhã
amarro o meu sapato 
e tu veste o sutiã

cadê o nosso amor? me diz onde
vou correndo pegar o bonde
que linha liga o teu coração ao meu?

almoço minha angústia 
e tu ri com a cara na tv
eu tomo um conhaque 
e tu fala em ter um bebê 
 
remenda o meu sorriso e, sorrindo, 
me costura mais uma ruga
desfaz a casa que casa com o meu botão

me esqueço em pensamentos 
e tu cobra um pouco de colchão
respondo qualquer coisa 
e tu solta a minha mão

coloca teu calor na estante 
vem, se deita tranquila e dorme

em que sonho eu sonho meu sonho igual ao teu?

Bem-Me-Leve

(Alexandre Kumpinski)

Eu pensava ter uma bicicleta 
e pedalar até a tua rua,
dizer que ainda sou tua.

Eu queria ser um avião bem leve
pra sobrevoar o teu terraço e tapar teu sol.

Fazer tu perceber
que sem eu aí não tem ninguém pra te aquecer.

Perfume atrás da orelha,
vestido bem vestido,
um sorriso no rosto,
um punhado de amigos,
que é pra, se acaso eu te encontrar um dia, 
tu ver como eu ainda tô bonita. Ou mais...
Ainda mais ainda..
Ou mais, 
ainda mais bonita.

Prédio

(Alexandre Kumpinski / Diego Grando)

Não é o prédio que tá caindo
São as nuvens que tão passando

Não sou eu que não tô sorrindo
É teu olho que, lacrimejando...
É a tua sorte que não tá fluindo
É o teu norte que tá variando
Não é o prédio que tá caindo

Não é o prédio que tá caindo
São as nuvens que tão passando

Não sou que to confundindo
É confundindo que eu vou te explicando
Te explicando que não faz sentido
Sentido é o pára que te papapá

Manobrando premissas sem ver
Que o prédio não tá caindo
Vem, que as nuvens não tão passando

Não sou eu que não tô curtindo
É teu coro que, desafinando...
Teu compasso que, diminuindo...
É tua mira que tá mosqueando.

Não é o prédio que tá caindo
São as nuvens que tão passando
E o meu vô continua vivo


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