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Após delação

Marina diz que 'não há nenhum fato' contra Campos no caso da Petrobras

Em entrevista ao "Jornal da Record", na noite desta segunda-feira (8), candidata afirmou querer uma investigação rigorosa, e que aqueles que "são culpados sejam punidos e os que são inocentes, que sejam inocentados"

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Ex-senadora do PV Marina Silva
Marina diz que "não há nenhum fato" contra Campos no caso da Petrobras
PUBLICADO EM 08/09/14 - 21h14

A candidata do PSB ao Palácio do Planalto, Marina Silva, saiu em defesa de seu ex-companheiro de chapa Eduardo Campos e disse que "não há nenhum fato determinado" contra o ex-governador de Pernambuco, morto em um acidente aéreo no dia 13 de agosto, nas investigações sobre o bilionário esquema de desvio de dinheiro na Petrobras.

Em entrevista para o "Jornal da Record" na noite desta segunda-feira (8), Marina foi questionada sobre o aparecimento do nome de Campos em depoimento do ex-diretor da estatal Paulo Roberto Costa, que listou políticos, entre eles Campos, que foram supostamente beneficiados pelo esquema de desvio de dinheiro.

"Em primeiro lugar, é uma citação, e na matéria não tem nenhum fato determinado. Em segundo lugar, o processo está em investigação. Queremos que as investigações sejam feitas com todo o rigor, e que aqueles que são culpados sejam punidos e os que são inocentes, que sejam inocentados", disse a candidata.

Neste sábado (6), a revista "Veja" informou, sem dar detalhes nem valores, que Costa citou dezenas de políticos, em regime de delação premiada, que estariam envolvidos no escândalo. Além do ex-governador pernambucano, Costa citou os líderes do Congresso, o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, e diversos deputados e senadores da base do governo.

Marina manteve a estratégia de fazer críticas à gestão da presidente Dilma Rousseff à frente da Petrobras e disse que a empresa está "quatro vezes mais endividada" e com o patrimônio "reduzido pela metade" desde que a petista assumiu o governo.

"Temos vários escândalos na Petrobras, uma empresa que era eficiente e que hoje está em uma situação de completa insolvência", declarou a pessebista.

Tecnicamente empatada em primeiro lugar com Dilma nas pesquisas de intenção de voto, Marina repetiu que irá "governar com os melhores de cada partido" e que "agora é tarde" para que a presidente indique a troca de sua equipe econômica.

A petista declarou em entrevista na semana passada que, caso seja reeleita, trocará o ministro da Fazenda, Guido Mantega. "Eleição nova, governo novo, equipe nova", disse Dilma.

Folhapress
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