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Tênis em cadeira de rodas

Campeonato de qualidade em BH preparou atletas para Parapan

Estrutura e nível técnico satisfatórios foram elogiados pelos atletas, que participaram da terceira edição da Butija Wheelchair Tennis Cup

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Evento foi realizado com sucesso, mesmo diante de inevitáveis dificuldades financeiras
PUBLICADO EM 21/07/15 - 16h49


Belo Horizonte serviu de preparação para alguns dos representantes do tênis brasileiro que estarão no Parapan-Americano de Toronto, no Canadá. A terceira edição da Butija Wheelchair Tennis Cup aconteceu no último final de semana na AABB, na Pampulha. Por lá, estiveram reunidos treinadores e atletas das categorias Open Masculino e Feminino, Juniores (misto) e Quad, exclusiva para jogadores tetraplégicos, um dos diferenciais do evento.

Além disso, o público também prestigiou e cerca de 1.500 passaram pelo clube para ver de perto alguns dos melhores atletas da modalidade em ação, bem de perto. O saldo foi positivo e a experiência de ter organizado dois eventos nos últimos anos contribuiu bastante para o sucesso da competição. 

“Mais uma vez fizemos algo grande em BH. Alcançamos o nível de atuação que esperávamos e a cada edição do torneio é visível o aumento do interesse do público. O número de espectadores desta edição foi 50% maior do que atingimos no ano passado", comenta Léo Butija, treinador e organizador.

Quem participou também aprovou toda a estrutura e as condições oferecidas, que fazem do torneio uma referência entre os praticantes profissionais. “Estamos acompanhando e participando de um torneio que, daqui alguns anos, poderá ser tornar um evento representativo no calendário do tênis mundial. Hoje em dia, com certeza está entre os melhores do Brasil. No quesito organização, acessibilidade, infraestrutura, já é uma competição que não fica para trás de nenhuma outra. E ver todo esse movimento acontecer em BH é muito gratificante para nós mineiros", comemora Daniel Rodrigues, que está em 19º no lugar no ranking mundial, melhor posição de um brasileiro na história.

Ao lado de Carlos Santos, Daniel foi campeão na chave de duplas. O torneio 'dentro de casa' ajudou o campeão a evitar custos, dentro de uma realidade que não é muito favorável.

"Não bastasse a satisfação pessoal, profissionalmente é uma baita oportunidade de pontuarmos no ranking da ITF sem termos gastos com translado e hospedagem. No esporte especializado do Brasil essa situação ainda é um entrave para o desenvolvimento e popularização do esporte", lamenta.

Expectativa. Para o torneio em solo canadense, a esperança é de bons resultados, mesmo com as dificuldades que insistem em não ir embora. Sem dúvida, vamos para Toronto visando o pódio, tanto no masculino, quanto no feminino. Mesmo com o orçamento apertado e apoio ainda aquém do que seria o ideal, estamos formando campeões e temos uma equipe muito qualificada embarcando para o Canadá. Tomara que a gente consiga transformar o sonho de medalha no Para-Pan em realidade novamente e, assim, ganhar mais visibilidade e recursos para fazermos uma preparação ainda melhor pensando nas Para-Olimpíadas de 2016, no Rio", indica Butija.

 

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