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Tratamento

Conselho restringe utilização da ozonioterapia

Alvo de controvérsia entre entidades de saúde e governo, a terapia só poderá ser realizada por médicos em caráter 'experimental'

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PUBLICADO EM 11/07/18 - 03h00

Brasília. Alvo de controvérsia entre entidades de saúde e governo, a chamada “ozonioterapia” só poderá ser realizada por médicos em caráter “experimental” – em caso de pesquisas, por exemplo. A decisão faz parte de uma resolução publicada nesta terça-feira (10) pelo Conselho Federal de Medicina (CFM). A terapia consiste na aplicação de gases oxigênio e ozônio por diversas vias, com objetivo terapêutico. Entre as regras que devem ser observadas agora está a oferta de suporte médico-hospitalar em caso de efeitos e a ausência de cobrança pelo procedimento.

A resolução representa uma contraofensiva do conselho diante do aumento da oferta da ozonioterapia e do avanço de projetos de lei que visam regulamentar a prática – em março, o Ministério da Saúde incluiu a terapia como forma complementar de tratamento pelo SUS. Para o CFM, o volume de estudos e trabalhos científicos sobre a ozonioterapia é incipiente. O conselho diz ter avaliado mais de 26 mil estudos: nem todos, porém, tinham boa amostragem ou dados completos.

Uma das principais críticas da entidade à “ozonioterapia” é o excesso de indicações, que incluem hepatites, hérnias de disco, doenças infecciosas, câncer, entre outras. “Não há na história da medicina registro de droga ou procedimento contra um número tão amplo de doenças”, afirma documento divulgado em dezembro.

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