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Neymar: grifes de luxo e peças exclusivas

Os looks do jogador já renderam assunto antes mesmo de a Copa do Mundo oficialmente começar

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A mochila de Neymar, da Louis Vuitton, com fotos que estampam os rostos do pai, da mãe, da irmã e do filho. O terno é do estilista Ricardo Almeida, que assinou a alfaiataria da seleção na Copa da Rússia
PUBLICADO EM 17/06/18 - 03h00

Os looks do jogador Neymar já renderam assunto antes mesmo de a Copa do Mundo oficialmente começar. E é claro que ele não fugiu da mira dos paparazzi ao exibir seu outfit repleto de marcas famosas e ícones de desejo do novo luxo. No desembarque em Sochi, na Rússia, além dos ternos de alfaiataria assinados pelo estilista Ricardo Almeida, o atacante exibiu, orgulhoso, uma bolsa de couro Louis Vuitton nas cores verde, amarelo e azul. A peça faz parte de uma coleção feita especialmente para o Mundial, avaliada em R$ 17,9 mil. 

Antes, no desembarque em Londres, o outfit de Neymar incluía uma mala de mão da marca alemã Rimowa, feita em parceria com a grife de streetwear norte-americana Supreme, avaliada em R$ 6.200.

O novo consumo. Assim como Neymar, os chamados millennials, nascidos a partir de 1980, e também a geração Z, pós-2005, estão na mira no mercado de luxo. Se antes marcas de ponta como a italiana Gucci e a francesa Louis Vuitton rechaçavam a cultura urbana e seus moletons, tênis e logos, agora correm para alavancar vendas que, segundo a Euromonitor, empresa líder mundial em pesquisa de estratégia para mercados consumidores, crescerão 2% neste ano. O Brasil, lanterna desse tipo de consumo, acumula perdas de 23% nos últimos dois anos.

Foi essa nova realidade que impulsionou, por exemplo, a recente contratação de Virgil Abloh, fundador da Off-White, como estilista da linha masculina da Louis Vuitton. Isso depois de a Gucci iniciar parcerias com grafiteiros que, antes, pirateavam seu logo. As coleções pichadas feitas com Andrew Trouble, conhecido como Gucci Ghost, esgotam assim que chegam às lojas e estão nos corpos da elite, dos rappers e de seus seguidores.

A doutora em moda e comunicação Carla Mendonça, no entanto, alerta que o flerte da alta moda com o streetwear não vem de hoje. “O que a moda sempre fez foi pegar referências do underground e transformar tudo em itens altamente desejáveis. Essas marcas, como a Supreme, vendem a imagem descolada e ‘cool’ como algo altamente luxuoso. Uma ótima via de mão dupla”, opina. (com agências)

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