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Com tecnologia para lá de antiga, caixa de fusíveis segue firme e forte nos carros com a função de proteger vários equipamentos

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Nunca tente consertar um fusível queimado; se o problema for recorrente, melhor procurar a concessionária ou um bom eletricista
PUBLICADO EM 16/05/18 - 03h00

Se um fusível de seu carro costuma “queimar”, isso não significa que ele é ruim. Pelo contrário, agradeça por existir um componente como esse, pois o estrago poderia ser muito maior se ele não queimasse. Os fusíveis são constituídos por ligas metálicas, sendo que uma de suas principais características é o baixo ponto de fusão (entre 60°C e 200°C). Ele é o elo mais fraco de uma corrente, que se rompe quando aplicada uma força tão grande que poderia danificar o restante dos elos. Em um circuito elétrico não é diferente, eles suportam um determinado valor de corrente elétrica. Quando essa corrente ultrapassa a intensidade máxima tolerada pelo condutor, o fusível – que sempre estará dimensionado de acordo com esse limite – vai “queimar” (romper seu filamento). 

O calor gerado pela corrente elétrica não é dissipado com rapidez suficiente para evitar o rompimento de seu filamento, e isso interrompe o fluxo da corrente elétrica pelo condutor. Sendo assim, é fácil identificar um fusível queimado. Basta verificar o filamento interno: se ele estiver rompido, deve ser substituído.

No interior do veículo, existe a famosa caixa de fusíveis, na qual eles estão dispostos para a proteção dos itens eletrônicos e fiações instalados no veículo. Na tampa dessa caixa, a montadora ilustra o número de cada suporte de fusível, relacionando-o ao acessório ao qual o fusível está associado, além de indicar qual o valor e a capacidade em amperes de cada fusível.

Equipamentos e acessórios de grande potência – que consequentemente apresentam um maior consumo – terão fusíveis com capacidades maiores em amperes. Sendo assim, nunca substitua um fusível queimado por um de maior valor. Caso esse erro seja cometido, na eventualidade de um problema o fusível não abrirá o circuito, provocando avarias irreparáveis no chicote elétrico, em conectores e em acessórios. 

Lembre-se de que todos os fusíveis estão projetados para suportar uma corrente elétrica compatível com o limite tolerado pelos acessórios. Ou seja, se você substituir um fusível de 10 amperes por um de 20 amperes, por exemplo, se a corrente no circuito atingir 15 amperes, seu fusível não queimará, mas seu acessório, sim.

Século XIX

Origem. A palavra “fusível” tem origem no termo latino “fusus” (fundido). Ele foi criado por um físico francês, no século 19, para a proteção de estações de telégrafos contra relâmpagos. No entanto, os fusíveis como conhecemos hoje foram patenteados pelo inventor Thomas Edison, no ano de 1882.

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