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Start-up Brasil

Governo vai investir até R$ 200 mil em start-ups escolhidas

Programa seleciona 56 empresas iniciantes de base tecnológica

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PUBLICADO EM 30/07/13 - 03h00

São Paulo. O governo federal anunciou ontem as 56 start-ups (empresas iniciantes de base tecnológica) aprovadas para participação em um programa que prevê investimento de até R$ 200 mil em cada uma.

 


Entre as selecionadas, 45 são empresas nacionais e 11 internacionais (cinco dos Estados Unidos, duas da Irlanda, e uma de Israel, Espanha e Argentina). Fizeram inscrição no programa 672 start-ups nacionais e 236 estrangeiras. A maior parte (quase 20%) das start-ups atua no setor de educação, com sistemas de aprendizado virtual ou sistemas de gestão escolar.

Depois, com mais de 14% das selecionadas, aparece o ramo do varejo (ideias de vitrines inteligentes e integração de lojas a smartphones, por exemplo). Saúde e eventos e turismo representam, cada uma, quase 9% dos escolhidos. Mais de 82% dos companhias selecionadas têm ao menos um protótipo do produto (no caso de metade desse índice, o serviço já está no mercado). Apenas um projeto foi escolhido na fase de conceito, ou seja, não está nem em desenvolvimento ainda.

Os recursos que serão aplicadas das empresas vão sair do orçamento do Ministério de Ciência e Tecnologia. Quem vai intermediar a entrega dos valores é o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Cada empresa terá de indicar um executivo que vai funcionar como um bolsista do CNPq e receber os valores, repassados mensalmente. “Ele terá de fazer um relatório do que foi feito na empresa”, afirma o secretário de política de informática do Ministério da Ciência e Tecnologia, Virgílio Almeida.

O programa Start-up Brasil, coordenado pelo Ministério de Ciência e Tecnologia, prevê que essas pequenas companhias passem por aceleradoras de negócios – organizações em geral formadas por investidores interessados em trabalhar no desenvolvimento de uma empresa para lucrar depois. Essas aceleradoras têm a missão de preparar a empresa para crescer rapidamente e conseguir investidores, como foco na melhora do modelo de negócios (como a empresa ganha dinheiro). Cada aceleradora deve ficar com cinco a seis projetos.

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