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TURISMO

Centro do poder e dos famosos cartões-postais

Na região mais nobre de Londres estão o Palácio de Buckingham, o Parlamento britânico, o Big Ben, a London Eye e a Abadia de Westminster

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Interior do Palácio de Buckingham, a residência da rainha Elizabeth II em Londres
PUBLICADO EM 19/05/18 - 03h00

Westminster – a sede do poder no Reino Unido – é o ponto de partida para um tour pela realeza britânica. Na região mais cara de Londres estão dois famosos cartões-postais, o Palácio de Buckingham, sede da realeza, e o Parlamento britânico com o Big Ben, à beira do rio Tâmisa. Nas imediações, a Abadia de Westminster, representando a igreja anglicana, a Suprema Corte, a mais alta instância judicial, e Downing Street, uma ruazinha pequena que serve de residência oficial para a atual primeira-ministra Theresa May.

Dali, segue-se a Buckingham Road até o Palácio de Buckingham (royalcollection.org.uk), aberto à visitação de 21 de julho a 30 de setembro, época de férias da rainha. O conselho é comprar o ingresso com bastante antecedência. O tour – com ajuda de guia de áudio em português – inclui 19 salas, os estábulos e a galeria. Na época de minha visita, o palácio não estava aberto, mas mesmo assim é possível conhecer três espaços – The Queen’s Gallery (a coleção real de pintura), The Royal Mews (as carruagens) e The State Rooms (as salas), além dos jardins imperiais.

Buckingham não foi bombardeado na Primeira Guerra Mundial, mas não passou ileso na Segunda. Os nazistas acreditavam que, se o palácio viesse abaixo, conseguiriam conquistar Londres mais rápido. Em 1940, um bombardeio destruiu várias alas, inclusive a capela. Na época, a rainha Elizabeth estava refugiada em Windsor, e o primeiro-ministro, Winston Churchill, no bunker. Nenhuma cena da série “The Crown” foi gravada em Buckinhgam.

A poucos passos dali está o Big Ben, campanário do Parlamento, coberto de tapumes e fechado até 2021 para restauração da torre Elizabeth e reparação no relógio. Nossa guia Clarissa Donda, no tour, explica que as obras para a construção do metrô de Embankment danificaram a estrutura do prédio. Mas a visita só é permitida aos londrinos.

Já a visitação ao Parlamento (parliament.uk), a construção mais imponente à beira do rio Tâmisa, é autorizada aos sábados e em horários determinados do verão para se conhecer o St. Stephen’s Hall, a Câmara dos Comuns e a Câmara dos Lordes. Os ingressos, a 18 libras (R$ 89,28) podem ser comprados na hora.

A maneira gratuita de visitar o edifício vitoriano é levantar cedo e assistir às sessões abertas ao público às quartas-feiras.

Bunker foi quartel e moradia

Do Palácio de Buckingham, o passeio continua pela The Mall, avenida que converge para Trafalgar Square. Margeando o parque estão os edifícios governamentais e uma curiosidade, o Churchill War Rooms (iwm.uk), o gabinete do primeiro-ministro Winston Churchill, figura polêmica e admirada pelos britânicos por sua personalidade forte e controversa – há até uma estátua em sua homenagem próximo ao Parlamento. Durante a Segunda GuerraMundial, o líder montou um bunker que serviu como gabinete e quartel-general, de onde administrou o conflito na época em que a capital britânica sofria bombardeios do Exército nazista.

Por 18,90 libras (R$ 93,74) a visita autoauto-guiada, você percorre, em fila indiana, os corredores com a sala de reunião, o gabinete de guerra, o aposento onde se comunicava diretamente com o presidente dos Estados Unidos e o quarto de dormir, todos com mobiliário original, até o museu, que reconta, em ordem cronológica, a trajetória do líder utilizando de indumentárias, displays de alta tecnologia, fotografias e filmes de época. Quem assistiu à série “The Crown” poderá entender a importância de Winstoll Churchill para a história. (PC)

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