Tempo Hábil

Podcast discute o complicado caso da ressocialização do goleiro Bruno

Cumprindo pena em regime domiciliar, jogador tem tido dificuldade para voltar aos gramados, por conta do rechaço social

Qui, 05/03/20 - 07h42
Cumprindo pena em regime domiciliar, jogador tem tido dificuldade para voltar aos gramados, por conta do rechaço social

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Condenado pelo sequestro e assassinato da modelo Eliza Samudio, realizados em junho de 2010, o goleiro Bruno Fernandes atualmente cumpre pena de 20 anos e nove meses em regime domiciliar na cidade de Varginha, no Sul do Estado. Desde antes de conseguir a progressão, o jogador vem tentando retornar aos gramados, mas a repercussão negativa de tê-lo em seu elenco tem feito sucessivos clubes recuarem do interesse por sua contratação. 

Um caso como esse suscita questões de diversas ordens, entre elas o crescente protagonismo do combate à violência de gênero na sociedade, a forma como a masculinidade é expressa no futebol, a ressocialização pela via profissional após um caso emblemático e de ampla repercussão como esse e até mesmo como essa discussão se insere no contexto mais amplo do sistema prisional brasileiro. Todas elas são tratadas no episódio desta semana do podcast Tempo Hábil. Ouça!

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Confira também outros episódios do podcast Tempo Hábil aqui.

(6) comentários

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mariel eustaquio 8:06 PM Mar 10, 2020
Acabaram com a vida desse pobre coitado para poderem roubar tudo dele. Não acharam quem realmente matou e nem acharam a mulher morta. Absurdo.
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mariel eustaquio 8:03 PM Mar 10, 2020
ROUBARAM TUDO DESSE BRUNO SEM CONSEGUIR PROVAR NADA. OUTRO ABSURDO.
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Zorak da Silva 6:48 AM Mar 06, 2020
Se existisse justiça de verdade no Brasil esse sujeito estaria aguardando no corredor da morte, isso sim.
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César Pereira 9:36 AM Mar 05, 2020
Esse caso é uma das muitas aberrações da Justiça brasileira, não existem provas algumas ,das morte da Elisa Samudio , ela nem era modelo, essa coisa de cães te-lá devorado é outra sandice que não provaram! O que é fato é seu desaparecimento, pois,repito não existem provas de sua morte , quanto ao Bruno, não existe mais espaço para ele no futebol, a carreira dele acabou que time sério irá querer um cidadão que carrega toda essa publicidade negativa? Bruno servirá apenas como exemplo, para que as pessoas dêem mais valor às suas oportunidades e escolham melhor as suas amizades! Esse cidadão jogou fora a sorte grande, se tivesse cabeça, estaria em ótima situação hoje! Tomara que um dia descubram oque realmente aconteceu a Elisa Samudio e dêem um fim real a essa estória!
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Marcinho Silva 9:33 AM Mar 05, 2020
Comentário feminista destas repórteres da Bahia. Cobramos tanto q todo apenado deve ser inserido novamente nos seios da sociedade e nós somos os primeiros a fechar-lhes a porta.O apenado Bruno está pagando sua pena,e aqui não devemos classificar a gravidade se mais ou menos o ato cometido por ele,o q importa q ele está pagando pelo seu ato. Agora devemos sim dar uma chance a ele.Nao sou presidente de clube mas se fosse leitaria a tudo e a todos e daria essa chance para ele recomeçar sua vida,e tenho certeza q seria um benefício para o clube e para a sociedade. Marcio RJ
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Denise Lopes 1:08 PM Mar 05, 2020
Tem um monte de vacas feministas que só cagam na sociedade. Não querem deixar o sujeito trabalhar. Porém, ficar cagando filhos pra tudo quanto é lado elas gostam. Sem falar o que cagam na vida dos rapazes parindo mais raparigas.
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