Aviso

CEO do Koo diz que rede pode suspender brasileiros que disseminarem fake news

Aprameya Radhakrishna quer evitar que usuários que espalham falsas informações na internet migrem da rede de Elon Musk para a indiana

Por O Tempo
Publicado em 01 de dezembro de 2022 | 16:15
 
 
 
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Com mais de 2 milhões de usuários no Brasil, o Koo, rede social indiana, está voltando seus olhos para o país e apostando em novos investimentos. Nesta quinta-feira (1°), o CEO e cofundador Aprameya Radhakrishna afirmou, em entrevista ao UOL, que personalidades brasileiras que forem suspensas do Twitter, devido à disseminação de fake news, também serão expulsas da plataforma caso continuem a insistir nessa ação. “Se for estabelecido que sua intenção é causar danos à sociedade, tomaremos medidas muito rigorosas contra essas contas”, disse. 

Durante o período eleitoral, diversas personalidades do Brasil tiveram suas contas bloqueadas por disseminar desinformação, como a deputada federal eleita Carla Zambelli (PL) e o pastor André Valadão, da Igreja Batista da Lagoinha. 

Na entrevista ao Uol, Radhakrishna ainda admitiu que o entusiasmo brasileiro com a plataforma ajudou a popularizá-la. Por isso, o Koo planeja abrir escritórios no país e se adequar às leis nacionais. 

 

Twitter passa por grave crise

O Twitter passa por uma crise desde que Elon Musk adquiriu a plataforma em outubro. Houve demissões em massa, fuga de celebridades da plataforma e tentativas frustradas de novos modelos de negócio, como selo de verificação paga. O futuro da rede é incerto.

 

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