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Israel concorda em adiar invasão de Gaza para esperar defesas aéreas dos EUA

A expectativa é que os sistemas antiaéreos estejam implantados ainda esta semana, segundo o Wall Street Journal

Por Agências
Publicado em 19 de abril de 2024 | 17:11
 
 
 
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Israel concordou em deixar suas defesas aéreas à disposição dos Estados Unidos para proteger as tropas americanas de possíveis retaliações a uma invasão terrestre israelense na Faixa de Gaza, informou o jornal Wall Street Journal nesta quarta-feira, 25.

Segundo o jornal, as autoridades americanas se preocupam que a invasão terrestre pretendida por Israel em Gaza reflitam em retaliações contra as tropas americanas que servem no Iraque, Síria, Kuwait, Jordânia, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos Eles acreditam que mísseis e foguetes podem ser disparados contra eles pelos grupos militantes do Oriente Médio.

O Wall Street Journal informou ainda que os EUA têm persuadido Israel a esperar que os americanos estejam protegidos com defesas aéreas antes que o ataque dentro de Gaza aconteça. A expectativa é que os sistemas antiaéreos estejam implantados ainda esta semana.

O fornecimento de ajuda humanitária aos civis dentro da Faixa de Gaza e os esforços diplomáticos para libertar mais reféns detidos pelo grupo terrorista Hamas também contribuem para a invasão terrestre ainda não ter ocorrido, dizem as autoridades ouvidas pelo jornal.

Segundo os Estados Unidos, pelo menos 13 ataques aéreos de drones e mísseis foram feitos contra tropas americanas no Iraque e na Síria. Pelo menos uma dúzia de soldados ficaram feridos na Síria e outros 10 no Iraque, um construtor americano foi morto e um drone, danificado.

(Estadão Conteúdo)

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