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CPI que apura cobrança da AG quer ouvir ex-prefeitos

Comissão investiga dívida de R$ 480 milhões; vereadores querem informações de gestores que passaram pelo município

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CPI da AG
CPI recebeu documentos da prefeitura no início do mês
PUBLICADO EM 28/11/19 - 19h34

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), formada pela Câmara de Betim para investigar o processo de cobrança de R$ 480 milhões que a empreiteira Andrade Gutierrez faz contra Betim, ouvirá mais testemunhas na próxima semana. 

Na lista de pessoas que serão oficializadas pela comissão estão ex-secretários e pessoas ligadas ao ex-prefeito Osvaldo Franco – cuja assinatura atribuída em documento usado pela AG para reconhecer a dívida foi comprovadamente falsificada, de acordo com uma perícia – além de ex-prefeitos que governaram a cidade durante o tempo em que o processo tramitou na Justiça. 

Os vereadores aprovaram requerimentos para que a CPI ouça Ivair Nogueira, que assinou documento em 1991, Maria do Carmo Lara, que em seu mandato o   processo transitou em julgado e não houve ação contestatória, e Carlaile Pedrosa, que governou a cidade durante boa parte do processo.

Serão ouvidas pessoas que trabalharam com Osvaldo Franco, como Maria Helena Morais, que era assessora da chefe de Gabinete de Osvaldo, Vera Matos, e que, segundo o vereador Claudinho (DEM), presidente da CPI, “era responsável em redigir todos documentos do gabinete, como ofícios e memorandos”, Regina Rezende e Rejany Rezende, ex-secretárias de Osvaldo, Walmir Hasteinreiter, servidor ligado ao ex-prefeito, além de América Lazzaroth, Petrônio Trindade, Tarcísio Braga, Mauro Reis e Fernando Mendonça. 

“São pessoas que passaram, de alguma forma, pelas administrações municipais direnta ou indiretamente. Nosso objetivo é buscar informações sobre essa cobrança. Queremos entender porque os ex-prefeitos não fizeram uma defesa técnica durante o processo e deixaram vencer o prazo para contestar a sentença judicial que condenou o município”, declarou Claudinho. 

A comissão já ouviu o procurador-geral do município, Bruno Cypriano, que apresentou provas de falsificações de assinaturas, e o empresário José Roberto Marcelino, ex-secretário de Osvaldo, além de Luiz Germano, servidor que ingressou com uma ação popular contra a cobrança.

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