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Balanço

Mais de 17.500 testes para detectar a Covid já foram realizados em Betim

Taxa no município é de 3.978 exames para cada grupo de 100 mil habitantes

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Pesquisa sobre o novo coronavírus em Betim
Mais de 6.400 testes foram realizados em Betim na pesquisa em parceria com a UFMG
PUBLICADO EM 24/07/20 - 17h27

Betim, na região metropolitana, já registra 17.507 testes para detectar a Covid-19 em moradores da cidade. O balanço da Secretaria Municipal de Saúde leva em consideração todos os tipos de testes (rápido e RT-PCR) realizados na rede pública e na particular.

Com esse total, até a quinta-feira (23), o município contabiliza uma média de 3.978 exames para cada grupo de 100 mil habitantes. A prefeitura afirma que tem ampliado a realização do número de testes na cidade em várias frentes.

Uma delas é a pesquisa realizada em parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), que, em três fases, já testou 3.240 moradores de todas as idades e regiões, sendo 1.080 pessoas em cada etapa da coleta de amostras. Como cada indivíduo que aceitou participar foi submetido ao teste rápido (que detecta anticorpos) e ao RT-PCR (que detecta o vírus ativo) ao mesmo tempo, foram realizados 6.480 exames. O levantamento tem como objetivo mapear a circulação do vírus e dar subsídios às ações de enfrentamento.

Outra medida é a testagem em idosos com sintomas gripais leves que procuraram atendimento nas unidades básicas de saúde (UBSs). A ação teve início no dia 7 de julho. Segundo balanço do município, 88 exames já foram feitos, até a última quinta (23), nos postos de saúde em pessoas acima de 60 anos. Desse total, 19 testaram positivo. Os pacientes são submetidos aos exames após passarem por avaliação médica e a partir do oitavo dia de sintomas. Caso a consulta seja realizada antes do dia, o teste é agendado para haver um resultado mais confiável. Os casos positivos são acompanhados e monitorados pelas equipes de saúde.

“Betim tem uma taxa de testes maior que as de Minas e do Brasil. Isso é fruto da ampliação da realização dos exames, que vão além daqueles casos que são do protocolo da Secretaria de Estado de Saúde e do Ministério da Saúde. A testagem em idosos sintomáticos leves é um exemplo. A pesquisa com a UFMG é outro. Foram exames realizados em moradores que talvez não fossem submetidos a eles. Isso acaba também refletindo no número de casos confirmados, já que muitas pessoas não apresentam sintomas ou nem vão ao médico, já que têm sintomas leves. Mas trabalhamos com transparência com os dados, situação que não percebemos em outras cidades com características semelhantes às de Betim”, destacou o secretário adjunto de Gestão à Saúde, Augusto Viana.

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