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Mobilidade

Obra de continuidade do viaduto Jacintão é iniciada

Prefeitura investirá R$ 6,9 milhões na construção, que deve ficar pronta em 2020

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PUBLICADO EM 05/09/19 - 21h58

A Prefeitura de Betim dá início, neste domingo (8), às 9h30, a mais uma obra que tem como objetivo melhorar a mobilidade urbana da cidade: a continuidade do viaduto Jacinto Couto da Silva, conhecido como viaduto Jacintão. Orçada em R$ 6,9 milhões, a construção será executada com recursos do município e a previsão é que os trabalhos durem 12 meses.

A estrutura vai ligar as avenidas das Américas e Teotônio Parreira Coelho e terá 69 metros de comprimento e 19 metros de largura. O dispositivo será composto por pista de rolamento em mão dupla e duas faixas de pedestres. 

“A obra é essencial para eliminar o gargalo no trânsito que existe na região e trazer mais conforto e segurança aos motoristas que por ali transitam. O bairro Jardim da Cidade e todo entorno cresceram significativamente. A avenida das Américas é uma das principais entradas da rodovia Fernão Dias para o município que, por ser um grande polo industrial, possui uma rotatividade alta de veículos”, explicou Marinésia Makatsuru, presidente da Empresa de Construções, Obras, Serviços, Projetos, Transporte e Trânsito de Betim (Ecos), órgão da prefeitura que vai fiscalizar a execução da obra.

Moradora do bairro Jardim da Cidade há mais de 30 anos, a aposentada Isabel Nogueira, 59, aprovou o empreendimento. “A extensão desse viaduto vai facilitar o acesso ao nosso bairro, que sempre foi difícil. Além disso, acredito que os imóveis terão maior valorização financeira”, afirmou a betinense.

Cobrança

O viaduto Jacintão faz parte de um pacote de obras que a empreiteira Andrade Gutierrez alega ter executado em Betim, entre 1979 e 1982, e que cobra da prefeitura, através de precatórios.

O valor da suposta dívida ultrapassa R$ 500 milhões. Em relatório, o Tribunal de Contas da União (TCU) apontou “potenciais irregularidades” no contrato entre o município e a AG. “Betim foi condenada a uma dívida de R$ 500 milhões em restos a pagar, em obras que tinham como gasto principal o Jacintão. Hoje, com R$ 6,9 milhões, estamos fazendo a outra metade do viaduto, o que demonstra o absurdo dessa cobrança”, disse o prefeito Vittorio Medioli.
 

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