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Pós-pandemia trará legado de melhorias ao SUS Betim

Além de já ter adquirido equipamentos e mobiliários novos e modernos, que serão usados depois na assistência, município quer manter ao menos 50 leitos de UTI abertos

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Centro-materno infantil fará a assistência a gestantes e recém-nascidos após a pandemia
PUBLICADO EM 09/07/20 - 22h27

As melhorias adotadas até agora pelo governo municipal para enfrentar a pandemia da Covid-19, além de estarem sendo um exemplo para o Brasil e terem permitido que a cidade voltasse a ser referência na assistência à Saúde em Minas, se tornarão um legado para os betinenses. Com os investimentos que vêm sendo feitos neste período, o município poderá ampliar seus leitos de terapia intensiva após a pandemia e renovar parte da estrutura. 

Em quase quatro meses de ações contra o novo coronavírus, mais de R$ 10 milhões foram investidos pelo município em equipamentos e mobiliários novos e modernos, o que resultou na abertura de leitos clínicos no Hospital de Campanha, que fica no Fiat Clube, e leitos de terapia intensiva no Centro de Cuidados Intensivos (Cecovid 4), no centro-materno infantil.

Para garantir a assistência desses novos leitos, o município, com a parceria do Estado, Ministério da Saúde e empresas privadas, adquiriu cem novos respiradores, 120 novas camas hospitalares, 120 monitores multiparâmetro e quatro carrinhos de anestesia de última geração, além de estar contratado centenas de profissionais. 

A expectativa agora, segundo o secretário de Saúde de Betim, Guilherme Carvalho, é que mesmo no pós-pandemia, o número de leitos adulto de terapia intensiva mais que duplique, saltando dos 20 leitos de UTI abertos até fevereiro deste ano, no Hospital Regional, para pelo menos 50 leitos de terapia intensiva.

“(A pandemia) é um legado que nos trará uma série de melhorias. Pretendemos, no pós-pandemia, garantir que parte dos leitos de UTI abertos continuem em funcionamento, permitindo, assim, mais do que dobrar o número de vagas de terapia intensiva na cidade”, explicou.

Conforme o secretário, garantir que parte dos leitos de UTI continuem em funcionamento representará mais segurança e qualidade para o atendimento aos usuários. 

“Se conseguirmos manter essa estrutura de leitos duplicada, poderemos reduzir a permanência dos pacientes nas UPAs (Unidades de Pronto Atendimento) e no politraumatizado do Hospital Regional, melhorar a retaguarda para atender os casos de urgência e reduzir o cancelamento das cirurgias eletivas e oncológicas. Além disso, também poderemos pleitear que a cidade faça procedimentos de maior complexidade no Hospital Regional”, afirmou Carvalho.

Para o secretário adjunto de Gestão da Saúde, Augusto Viana, o legado da pandemia também fez com que a cidade voltasse a ser exemplo no cenário acadêmico e científico mundial.

“Prova disso foi o fato de a Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), entidade que é um braço da Organização Mundial de Saúde (OMS), ter vindo a Betim e elogiado a estratégia de combate à pandemia adotada aqui”, disse Viana. 

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