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Agosto Verde

Prefeitura e PUC farão testes rápidos de leishmaniose em cães de graça

Ação ainda terá uma caminhada no dia 17

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No país
Desde 2016, existe um tratamento no país contra a leishmaniose visceral canina
PUBLICADO EM 08/08/19 - 22h22

A leishmaniose visceral, uma doença parasitária que se manifesta, principalmente, nos cães, mas que também vem crescendo entre os humanos, representa um grande desafio para a saúde pública.

Em Minas Gerais, foram contabilizados 1.131 casos da enfermidade em humanos, de 2017 a 2018. Neste ano, foram 113 registros de pessoas infectadas pela doença. Em Betim, houveram 62 casos notificados de leishmaniose visceral em humanos, entre 2017 e 2018, e 13, neste ano. 

Para tentar conscientizar a população sobre a enfermidade, a Prefeitura de Betim e a PUC Minas, por meio do Centro de Estudos em Clínica e Cirurgia de Animais (Cecca) de Betim, realizarão, ao longo deste mês, várias ações de prevenção à leishmaniose. 

No próximo dia 16, a terceira edição do “Agosto Verde” terá panfletagens em vários pontos da cidade, como a PUC Betim, nas principais vias das dez regionais do município e nas escolas municipais. 

No dia 17, a partir das 8h, serão feitos de graça testes rápidos de diagnóstico da doença em cachorros, na sede do Cecca, que fica na rua do Rosário, 1.600, no bairro Angola. O tutor que levar o seu animal ao local receberá uma senha, que será limitada, e poderá fazer o teste.

“É fundamental a conscientização da população sobre a importância da prevenção e do controle desta doença. Manter os quintais livres de matéria orgânica, como folhas e fezes de animais, além do diagnóstico precoce em cães e a sua guarda responsável, impactarão diretamente na diminuição de casos”, enfatizou Raquel Lorenzato, veterinária e referência técnica do canil do Centro de Controle de Zoonoses. 

Já no dia 24, a partir das 10h, será promovida uma caminhada em que a população e seus cães podem participar. A concentração será no parque de exposições. “Esperamos que a população abrace a ideia e traga o seu melhor amigo para um passeio consciente”, salientou Rafahel  de Souza, professor da PUC e um dos organizadores do evento

Entenda

O cão não transmite a enfermidade diretamente para humanos. O transmissor é o mosquito-palha, que introduz na circulação do hospedeiro o protozoário Leishmania. Se picar um cão infectado e, depois, uma pessoa, está feita a transmissão da doença, que tem tratratamento. 

 

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