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Prematuridade

Tratamento na retina de bebês continua na pandemia

Serviço está disponível no Hospital Regional; retinopatia da prematuridade pode causar até mesmo cegueira

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Cuidados. Pelo menos uma vez por semana, prematuros são avaliados
Cuidados. Pelo menos uma vez por semana, prematuros são avaliados
PUBLICADO EM 09/07/20 - 22h58

Mesmo diante da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), o serviço de tratamento da retinopatia da prematuridade, oferecido pelo Hospital Público Regional de Betim (HPRB) em parceria com o Hospital Evangélico, não foi interrompido e continua disponível para garantir a assistência às famílias e aos bebês prematuros que nascem ou desenvolvem essa doença ocular, que pode se agravar e causar até mesmo cegueira.

De acordo com o médico Wesley Moreira, responsável técnico pelo serviço de oftalmologia do Hospital Evangélico, a doença não apresenta sintomas e, por isso, o diagnóstico depende de um exame cuidadoso na retina. “Pelo menos uma vez por semana, os oftalmologistas avaliam os prematuros através do mapeamento da retina. Se o bebê apresentar sinais de retinopatia da prematuridade, com risco de descolamento da retina, os profissionais realizam a aplicação de laser na retina, o que diminui o risco de ocorrer esse descolamento e a perda da visão”, ressaltou.

O serviço começou a ser oferecido no HPRB em 2017, quando foi realizada a parceria com o Hospital Evangélico para o atendimento oftalmológico no município. De lá para cá, cerca de 400 recém-nascidos já foram avaliados no HPRB. 

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