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Chico Maia

Reconhecimento ao Marcelo

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PUBLICADO EM 04/11/13 - 03h00

Essa vitória do Cruzeiro em Santos ajuda a quebrar as últimas resistências de quem ainda não acreditava em Marcelo Oliveira como técnico de “time grande”. Bastaram três duas derrotas fora de casa e uma dentro para que essa brasa sem sentido voltasse a esquentar.

O próprio Marcelo sabe bem o motivo que gerou essa desconfiança à sua competência. Começou na origem dele, atleticana, já que até no seio alvinegro, somente agora, essas resistências estão dando lugar a um reconhecimento tardio.

Depois que pendurou as chuteiras, o ótimo meia-atacante Marcelo não quis saber de seguir o caminho da maioria absoluta dos companheiros que paravam: virar treinadores ou dirigentes de futebol. Bem-casado, caseiro, desses de ter horário para chegar em casa e ficar com a família, foi cuidar da administração do que ganhou como jogador e ajudar o sogro a tocar os prósperos negócios.

Com os filhos bem-encaminhados e a família bem-estruturada resolveu se reinserir no mundo da bola, na base do Atlético.

Aliou o próprio conhecimento com o que assimilou de melhor dos seus ex-comandantes, Barbatana e Telê Santana, e foi crescendo com os infantis, juvenis e juniores.

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