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José Reis Chaves

Fé raciocinada e sempre na vanguarda de religião científica

Hoje, o espiritismo tem incomodado mais ateus e materialistas

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PUBLICADO EM 12/03/18 - 03h00

Desde que o mundo é mundo, o espiritismo existe. E, depois de Kardec, ele deixou de ser para muita gente uma superstição para ser, além de uma crença, uma ciência que avança, cada vez mais. A prova disso é que o espiritismo é a religião que, hoje, mais tem incomodado os ateus e materialistas.

Quando um indivíduo é muito religioso, geralmente, ele condena as outras religiões, e briga com todo mundo pela sua considerada por ele a única verdadeira. Os teólogos, embora nem sempre sejam muito convictos, defendem exaltadamente as suas, pois têm compromissos com suas autoridades superiores. E eles definem o ecumenismo como um movimento de colaboração entre as religiões, mas acentuando que as doutrinas não podem se misturar. Acontece que, na prática, é inevitável que elas se misturem. Aliás, hoje, até está na moda as pessoas terem mais de uma religião. A reencarnação que deixou de pertencer à Igreja Católica, no Concílio Ecumênico de Constantinopla (553), tem hoje uma grande porcentagem dos seus fiéis que creem nela. E, hoje, qual religião não tem adeptos que apreciam os postulados espíritas?

Além disso, a Igreja Católica até tem um dogma que defende o intercâmbio com os espíritos: o da Comunhão dos Santos, que afirma que nós podemos ajudar com preces e missas os espíritos, entre os quais, os que já são santos é que podem nos ajudar.

Os espíritas nunca consideram que a sua religião seja a única que nos salva ou nos liberta, pelo que ousamos dizer que é ele que pratica o verdadeiro ecumenismo. Sim, pois, por princípio, ele não discrimina nenhuma crença, respeitando a todas elas.

Desde a codificação de Kardec, muitos cientistas, inclusive até de premio Nobel como William Croques e Charles Richet, reconheceram a realidade dos fenômenos mediúnicos, ou seja, a dos contatos com os espíritos desencarnados. E as pesquisas espíritas científicas têm avançado e muito, dando assim mais ênfase à verdade de que a doutrina dos espíritos, além de ser ciência e filosofia, é uma religião de fé raciocinada e não racionalizada.

Exemplo disso é o livro “O Experimento Scole – Evidências Científicas sobre a Vida após a Morte”, de Grant e Jane Solomon” (Ed. Madras). Com uma riqueza de detalhes, esse livro narra as experiências científicas de um grupo inglês de estudos dos fenômenos mediúnicos ou espíritas materializados, grupo esse que tem o mesmo nome do livro citado. As pessoas do experimento de Scole, cidade próxima de Londres, são uma equipe composta de médiuns, parapsicólogos e cientistas ingleses e estrangeiros de diversas áreas, inclusive da Nasa e da centenária Society for Psichical Research inglesa, que tem similares na França e Estados Unidos, as quais pesquisam os fenômenos paranormais ou mediúnicos. E um detalhe, os espíritos manifestantes são também de indivíduos cientistas que orientam os terrenos da equipe de Scole.

Em relatório especial, esses cientistas participantes das suas reuniões mediúnicas deram seus testemunhos oficiais sobre a autenticidade dos fenômenos lá ocorridos. E esse grupo tem feito também reuniões em outros países, entre eles Suíça e EUA. E neste último país, com a presença de 15 cientistas da Nasa. Ademais, pelo mundo afora, existem atualmente vários grupos semelhantes ao do experimento de Scole, comprovando que, realmente, o espiritismo, do ponto de vista científico e de fé raciocinada, está na vanguarda das religiões!

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