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Mineiro, Banco Inter quer ter 1 milhão de contas digitais

Instituição financeira com sede em Belo Horizonte se torna popular com serviço gratuito

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Liderança. Em visita à Sempre Editora, o presidente do Inter, João Vitor Menin, deu entrevista à web TV O Tempo, disponível no portal O Tempo
PUBLICADO EM 22/06/17 - 03h00

Banco genuinamente mineiro, o Inter, nascido há 23 anos em Belo Horizonte, começou como uma financeira, a Intermedium, criada por Rubens Menin, um dos fundadores da MRV Engenharia. “Sempre tivemos uma atuação regional focada no público de alta renda. Com a digitalização, o banco fez uma mudança de estratégia com o trabalho da conta- corrente digital gratuita. Com isso, pudemos ter uma participação geográfica ampliada”, conta o presidente do Banco Inter, João Vitor Menin, 35, filho de Rubens.

Hoje, a instituição está presente em 100% das cidades com mais de 20 mil habitantes e em 90% dos municípios com mais de 10 mil habitantes no Brasil.

Das 180 mil contas do banco – são 1.300 a 1.400 novas contas abertas todos os dias –, a expectativa é fechar o ano com 350 mil contas digitais e o ano que vem com 1 milhão de correntistas digitais no Banco Inter. O perfil desses novos clientes é formado por pessoas majoritariamente do sexo masculino, de 25 a 35 anos, com renda média de R$ 3.500 a R$ 4.000 por mês.

Num país com mais de 200 milhões de habitantes e um índice de bancarização ainda baixo – na América Latina, são 250 milhões de pessoas sem conta – Menin diz que é uma sorte estar no Brasil. “Se estivéssemos com esse projeto na Suíça ou na Suécia, onde tem os seus 6 milhões a 7 milhões de habitantes, o projeto (da conta digital) teria uma envergadura muito menor”.

Menin diz que o grande diferencial do Inter é que a conta digital é livre de tarifas e assim continua. “Essa combinação de ter uma conta gratuita, fácil de abrir e fácil de usar espalha-se rapidamente”, comemora.

Patrocínios. O Banco Inter tem tido uma boa experiência ao patrocinar o esporte. “O futebol, dentro desse nosso projeto de democratizar o acesso a uma conta para pessoas, cai muito bem. O Brasil é o país do futebol. Temos milhões e milhões de brasileiros que adoram futebol e acompanham os jogos”, justifica a estratégia.

Assim, Menin considera que, além do produto da plataforma digital, o futebol foi o escolhido para expor a marca Inter. “Já patrocinamos o América de Minas no ano passado, este ano estamos com o São Paulo até 2020 como patrocinador master. O retorno tem sido muito positivo. Vemos muitas repercussões nas mídias digitais”.

Para isso, o banco tem feito investimento, principalmente na área de marketing, num projeto de expansão, para divulgar o produto. “Temos investido R$ 5 milhões por mês. É um investimento parrudo, que inclui patrocinar canais de vídeo, o futebol, a parte institucional de relacionamento com o cliente num total de R$ 60 milhões por ano. Num projeto de crescimento e expansão, é necessário fazer esse tipo de investimento”, conclui.


Sede em Minas

- A sede do Banco Inter ficará sempre na capital mineira, diz o presidente da instituição financeira, João Vitor Menin.
- Segundo o executivo, como São Paulo é a capital financeira, então o banco tem um escritório de representação grande na capital paulista.
- Menin diz que o centro das decisões, a parte pensante, que está criando e desenvolvendo o Banco Inter, continua em Belo Horizonte.


Banco tem projeto Órbi com MRV e Localiza

O Banco Inter, a MRV Engenharia e a Localiza se uniram e criaram o Projeto Órbi em conjunto com alguns empreendedores ligados à San Pedro Valey, uma comunidade de startups em Belo Horizonte. “Nesse projeto queremos fazer um ambiente propício para que a gente reduza a taxa de mortalidade dessas startups, que hoje é muito alta”, conta o presidente do Inter, João Vitor Menin.

Para o executivo, ainda falta capital às startups, e também networking. Além disso, falta às startups controles básicos, como contabilidade e finanças. “Então, à medida que capacitamos essas empresas, elas têm uma vida mais longeva. Isso impacta positivamente a sociedade. Muitos serviços (dessas empresas) são produtos que melhoram a qualidade das pessoas”, observa.

Além do Projeto Órbi, Menin explica que o banco tem um trabalho de parceria com a Divina Providência da Sociedade de São Vicente de Paulo. “É um trabalho do guerreiro Jairo Azevedo, e o banco já apoia há bastante tempo essa empreitada”, conta Menin, referindo-se ao projeto de solidariedade que tem obras de caridade. (HL)

Assista a entrevista do presidente do Banco Inter, João Vitor Menin:

 

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