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Raimundo Couto

Caçadores de ‘faixa azul’

Relembrando de um comentário abordando os recursos que recebe a JARI

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PUBLICADO EM 07/11/18 - 04h00

Dando prosseguimento aos e-mails enviados por nossos leitores, na qual a tônica tem sido as constantes reclamações sobre problemas de trânsito, começamos relembrando de um comentário abordando os recursos que recebe a Junta Administrativa de Recursos e Infrações, ou a JARI, como é popularmente conhecido, e que em sua quase totalidade são indeferidos.

Já contamos, também, alguns casos pitorescos, em que as narrativas solicitando a suspensão da penalidade chegam a ser cômicas. Abrimos nosso espaço à mensagem enviada pela leitora missivista Bete Babo, que em um tom misto de humor e ironia exalta o trabalho da Guarda Municipal e da BHTrans, no tocante à rigorosa fiscalização em áreas de estacionamento em Belo Horizonte, já reconhecidas antes da implantação do sistema digital.

Luiza também se ocupa com outro assunto: a dificuldade para se transitar de carro, em determinada parte da rua Fernandes Tourinho, no limite entre a Savassi e o começo do bairro de Lourdes.

“Caro jornalista, gostaria de comentar com você e com seus leitores dois temas que acredito ser do interesse de boa parte da população de Belo Horizonte, particularmente daqueles que fazem o uso do carro para seus deslocamentos cotidianos. Impressiona-me, muito bem, a eficiência da Guarda Municipal e de seu efetivo responsável por encontrar, fiscalizar e multar os automóveis estacionados de forma irregular, em locais inapropriados, sem o bilhete físico ou virtual do rotativo, conhecido como Faixa Azul. Outro dia, conversando com amigos, um deles fez a observação: se toda a policia do Brasil, seja ela Federal, Militar ou Civil se dedicasse tanto ao trabalho como fazem os agentes caçadores dos carros estacionados em situação irregular, os índices de violência e criminalidade no país registrariam números de ocorrências menos expressivos dos os que constatamos atualmente”, desabafa Bete.

“Com o trânsito cada vez mais caótico, circular de carro na cidade tem sido tarefa das mais exaustivas, ainda mais na hora “rush”, onde o para e anda dos automóveis impera em nossas ruas. Se já era complicado trafegar na Savassi, com a adoção de um trecho de ciclovia na Fernandes Tourinho e o consequente estreitamento da pista de rolagem, a situação está precária. Não sou contra o incentivo da saudável pratica do ciclismo, só não consigo entender como pequenos trechos com pista dedicada às bicicletas podem incentivar seu uso e ser uma alternativa de transporte”, completa Bete.

Em relação ao rigor da fiscalização da faixa azul é preciso entender que o objetivo da cobrança em período de tempo fracionado é justamente para ser rotativo e um maior numero de pessoas possa fazer uso deste espaço para resolver seus problemas nos locais onde esta delimitado a área de exigência do talão. Acontece que na prática não é isso que acontece. O motorista estaciona o seu automóvel no começo da manhã e, durante seu expediente de trabalho, volta para substituir a folha por uma nova ou compra mais créditos pelos smartphone. Descobertos, esses sim deveriam ter uma punição mais severa.

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