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Raquel Faria

Pânico eleitoral

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PUBLICADO EM Sun Jul 08 03:00:00 BRT 2018

Pânico eleitoral

A movimentação recente de Aécio nos bastidores brasilienses em torno da eleição presidencial provocou pânico na campanha de Anastasia em Minas. Aécio participou de reuniões, inclusive com Temer, para viabilizar uma chapa ao Planalto com Doria na cabeça e Meirelles na vice. Essa atuação em altas articulações nacionais foi interpretada por políticos mineiros como um sinal de que Aécio segue apegado à carreira política e não quer largar a vida pública como se esperava. Agora, aliados do PSDB estão apavorados com a possibilidade de que ele resolva disputar a eleição e provoque uma implosão do palanque tucano. “Anastasia desiste da candidatura se Aécio se lançar ao Senado”, disse uma fonte próxima do candidato ao governo.

Atração fatal

Além das pesquisas que o colocam em segundo lugar, portanto, favorito para a segunda vaga, estaria atraindo Aécio para a disputa eleitoral a confirmação da candidatura de Dilma Rousseff. Hoje, se o tucano não disputa, ele facilita a eleição da petista que lidera o páreo. Seria uma nova derrota de Aécio para Dilma: ele saindo do Senado enquanto ela chega para ocupar o seu lugar na Casa. Nos temores de muitos anastasistas, o tucano não resistiria à provocação para um novo confronto com sua arquirrival.

Quase gente

Os novos hospitais veterinários ampliam a assistência aos animais cujos direitos já foram reforçados recentemente pela decisão do STF de garantir a visita de ‘pais’ divorciados aos seus bichos de estimação. Há uma espécie de humanização dos animais domésticos, cercados de cuidados crescentes. Tratar bichos de casa como gente, além de preencher carências de afeto e companhia, pode ser uma forma do ser humano se desculpar de sua responsabilidade pela extinção em massa das espécies selvagens.

FOTO: Anna Castelo Branco / Rede Fotonovela/divulgação

Eduardo Luiz, Daniela Alves e Paula Corrêa na última edição do jantar  beneficente Chefs Contra o Câncer.

Mal me quer

O presidenciável do PSL ainda não indicou apoio a qualquer candidato a governador. Mas, já se sabe com certeza quem será o adversário e alvo do seu grupo no Estado: o PT. Bolsonaro vem pressionando o PR a retirar o apoio a Pimentel; ameaça não fazer aliança com os membros da sigla se eles não se afastarem dos petistas em todo o país. E o PR está dando sinais de ceder. A decisão será tomada até 15 de julho.

Fio do bigode

A ausência de Aécio no palanque foi a condição de Anastasia para concorrer ao governo. O acordo foi selado por ambos em reunião de cúpula do partido, com várias testemunhas. E parecia firme até agora. Como Aécio se mantém competitivo e ligado na política, ele pode ficar tentado a quebrar a palavra e entrar na campanha. O silêncio enigmático do senador, que ainda não confirmou em público o trato de não se candidatar, só ajuda a aumentar o pânico entre os aliados de Anastasia.

Diferencial

A PBH segue tendência nacional ao anunciar a construção de um hospital público veterinário. São Paulo já tem três funcionando e Brasília acaba de abrir o primeiro. Atual e oportuna, a iniciativa vem reforçar a atuação do governo Kalil na área hospitalar, após a intervenção no Hospital do Barreiro. Aos poucos, o prefeito vai deixando sua marca em dois setores de alta sensibilidade social: saúde e lazer.

Dá-lhe semancol

Segue criando embaraços para o Comando Geral da PM mineira a tentativa de interferência política no concurso público para o Curso de Formação de Oficiais. Nos últimos dias, o gabinete do comandante da PM recebeu uma peregrinação de deputados e até um ex-comandante que lá foram defender a convocação de seus apadrinhados, num concurso que é público e deveria ser isento. O alerta já se acendeu no Ministério Público. 

Racha bolsonarista

Os seguidores de Bolsonaro estão divididos na disputa do governo mineiro. Há um grupo grande apoiando o candidato do DEM, Rodrigo Pacheco, cuja campanha tem tentáculos fortes no agronegócio, um dos setores de maior adesão ao bolsonarismo. Também o PSDB conta com interlocutores de peso junto a Bolsonaro, a exemplo do suplente de Anastasia no Senado, o delegado Alexandre Silveira, que há poucos dias esteve com o coordenador da campanha bolsonarista em Minas, deputado Marcelo Álvaro Antônio.

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