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Cada um com sua yoga

Cada indivíduo pode encontrar uma escola que se encaixe ao que deseja

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Equilíbrio. O professor Roberto El Check em posição de yoga: ‘O ego é o maior causador de lesões na yoga’
Cada indivíduo pode encontrar uma escola que se encaixe ao que deseja
PUBLICADO EM 26/10/12 - 09h23

Se você realiza atos em benefício do outro, pode ser considerado um praticante de yoga. Semelhantemente se presta culto a uma divindade, defende Cleuza Siqueira, presidente da Associação Mineira de Yoga (Amyoga). Essas práticas intituladas como Karma Yoga e Bhakti Yoga podem fazer parte do cotidiano de muita gente, mesmo que não frequente aulas ou as nomeie de tal forma. Mas elas são apenas uma pequena mostra de uma série de formas e tipos que a yoga apresenta. E cada pessoa pode encontrar um que se encaixe perfeitamente ao que deseja.

“A escolha por um tipo ou outro de yoga, em geral, vai depender da personalidade e do momento que cada indivíduo está vivendo”, explica Cleuza. “Há diversas escolas. As pessoas criam ritmos e dão nomes a eles. Há quem queira mais rigor nos exercícios físicos, outros menos”, diz.
 
De acordo com Cleuza, todas as práticas precisam ter um embasamento, uma vez que a yoga não é, de forma alguma, apenas um exercício físico. O equilíbrio buscado em uma certa postura e o trabalho para mantê-la, por exemplo, devem levar o praticamente também a um equilíbrio interior. A flexibilidade do corpo pode levar à flexibilidade da mente, ao chamado jogo de cintura. A filosofia que permeia a prática deve ser sempre mantida. “Há o objetivo de unir os vários corpos – físico, mental e emocional – pois somos um conjunto deles”, afirma Cleuza.
 
 
Benefícios
Os adeptos garantem que são muitos os benefícios. “Desde quando comecei a praticar yoga, fiquei muito mais centrada”, conta a fonoaudióloga Ana Maria Parizzi, 39. “Aliada à análise, posso dizer que ela me trouxe um autoconhecimento muito grande, percepção do meu corpo, de quem eu sou, do meu lugar no ambiente em relação aos outros”, defende.
 
Ana Maria conta que sempre foi muito agitada. Por isso, não optou por um tipo de yoga que tivesse como adeptos pessoas que preferem mais a meditação que os exercícios físicos. “Comecei com a Hatha Yoga. Segundo meu professor, tive uma evolução muito rápida, consegui fazer as posturas de equilíbrio. Eu gostava muito do resultado final, da sensação de bem-estar após o treino”. Depois, a fonoaudióloga começou a praticar a Hatha Flow. “Ela é mais dinâmica, tem um movimento que gosto muito. Pretendo nunca parar de fazer yoga”, afirma.
 
Demorou um tempo até que a farmacêutica Renata Miarelli, 34, pudesse perceber as mudanças que a yoga pode promover na vida de quem a pratica. Hoje, ela, que tem aulas de Hatha Yoga e Laya Yoga, celebra. “Acho que todo mundo deveria fazer yoga. Atualmente, até o meu jeito de encarar a vida é diferente. Enfrento os meus problemas com mais tranquilidade”, diz. “Tenho até planos de, um dia, me tornar professora”, finaliza.

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