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    A russa Natalia Chistova e seu marido, o brasileiro Cristiano Neves, preparam para torcer
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    Elena Suchkova, flautista da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, estranhou a passionalidade do torcedor brasileiro quando chegou a BH, mas, agora, já se acostumou, garante ela
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    Bonecas russas. Na estante da sala de Natália, as matrioskas, bonecas talhadas em madeira e pintadas com motivos camponeses e cores vibrantes, que lembram a estética da religiosidade ortodoxa russa. O nome remete à forma como mães e matronas eram chamadas na Rússia do século XIX.
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    Peixe seco. Natália serviu um prato tradicional do sul da Rússia, o tarani, trazido por sua mãe de lá: peixe de água salgada preparado na primavera, época de sua desova em rios de água doce. O pescado é posto em sal e fica ao tempo, até secar. De sabor terroso, ele é servido sem ir ao fogo. “É o prato de que sinto mais falta”, diz Natalia.
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    Tradição. Natália recebeu a reportagem de forma tradicional: com um karavai (tipo de pão tradicional no país) e um pote de sal. Assim, o visitante sabe que é benquisto. A prática já não é usual no dia a dia, mas ainda é tradição recorrente em celebrações, como, por exemplo, em casamentos.