• MAT01-AEYU
    Fabrício Marques em meio ao Cavaleiros do Apocalipse: ode aos escritores e a BH
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    Viaduto Santa Tereza - Local foi palco das estripulias de um jovem Carlos Drummond de Andrade, que no final dos anos 20 escalava um dos arcos para atravessá-lo, sob as súplicas de um desesperado Cyro dos Anjos: “Não faça isso!”. Vinte anos depois, foi a vez de Fernando Sabino, Otto Lara Resende, Hélio Pelegrino e Paulo Mendes Campos imitarem o ídolo
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    Bar do Ponto - Localizado onde hoje fica o Othon Palace, era “o umbigo”, a “meca boateira de BH” – Pedro Nava contava que lá “as linguinhas trabalhavam”. Ponto de encontro dos políticos do PRM, foi alvo das críticas de Drummond: “Tenho pena é do Bar do Ponto, que suporta esses basbaques”
  • Lagoinha -“A Lagoinha dos bicheiros, dos sambistas, das prostitutas e dos trabalhadores em geral tev
    Lagoinha -“A Lagoinha dos bicheiros, dos sambistas, das prostitutas e dos trabalhadores em geral teve seu cronista definitivo: o escritor Wander Piroli, que viveu seus primeiros 27 anos de vida na região e chegou a dizer, certa vez, em uma entrevista: ‘A Lagoinha está em tudo. A minha visão do mundo é a visão da Lagoinha’”, segundo trecho do livro “Uma Cidade se Inventa”. Região boêmia da capital aparece com muita força em toda a obra de Piroli. Local também esteve presente em vários livros de Manoel Lobato, como em “Os Outros São Diferentes” ( 1971): “Lagoinha, cicatriz na capital, zona marcada por treponemas; o farmacêutico conhece a virulência desses micróbios, pelo que se vale dos empíricos conhecimentos para a profilaxia; passara toda a existência no mesmo ambiente, modificando-o por amor”.
  • Savassi <MC><CW-31>Roberto Drummond se sentia em casa na Savassi. E um caso hilário é narrado em “Um
    Savassi - Roberto Drummond se sentia em casa na Savassi. E um caso hilário é narrado em “Uma Cidade se Inventa”: “Na Savassi, ninguém tem qualquer dúvida: quem está preso na calçada é mesmo o Roberto Drummond. Para alguns, folclore, para outros fato incontestável, há a história (...) da mulher que parou e ficou alguns minutos admirando a estátua de bronze. Depois, virou-se para alguém e disse: ‘Bom, né?’. Em seguida, abriu a carteira e jogou uma moeda nos pés da escultura. Para ela, era mais um desses artistas que fazem estátuas vivas pela cidade.”
  • Salão Vivacqua - Local foi palco de travessuras dos jovens Carlos Drummond de Andrade e Pedro Nava.
    Salão Vivacqua - Local foi palco de travessuras dos jovens Carlos Drummond de Andrade e Pedro Nava. Certa noite, colocaram fogo no varal de roupas na expectativa de que as moças saíssem de camisola no momento do pânico. Mas eles mesmos se apressaram para apagar o fogo, que começara a se alastrar. Posteriormente, Nava procurou reduzir o caso as suas devidas proporções: Foi um foguinho apenas, dizia, e não queimou nada, “só as nossas reputações”.
  • Ativistas fixaram retrato de 3 m do escritor nos tapumes
    Ativistas fixaram retrato de 3 m do escritor nos tapumes