ALMG

Sala Minas Gerais receberá visita técnica da Comissão de Cultura

Deputados estaduais visitarão a casa da Filarmônica na próxima segunda-feira (15/4), às 16h, para avaliar quais são os custos atuais com manutenção

Por O TEMPO
Publicado em 13 de abril de 2024 | 11:31
 
 
 
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A Comissão de Cultura da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) fará, nesta segunda-feira (15/4), às 16h, uma visita técnica à Sala Minas Gerais. A agenda foi provocada pelo acordo de cooperação técnica firmado entre a Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Codemig) e o SESI Minas para gerir a sede do Instituto Cultural Filarmônica e o Espaço Mineraria, localizados no Bairro Barro Preto, Região Centro-Sul de Belo Horizonte.

A visita foi solicitada pelo presidente da Comissão de Cultura, Professor Cleiton (PV), pela vice-presidente, Lohanna (PV), e pelo deputado Mauro Tramonte (Republicanos). O objetivo dos deputados é avaliar como a Sala Minas Gerais é, hoje, mantida e quais são os custos de manutenção, já que, a partir de 13 de julho, quando se encerrar a transição, o SESI Minas, que é vinculado à Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), assumirá parte dos custos.

Além da visita técnica, a Comissão de Cultura levará a cessão da Sala Minas Gerais ao SESI Minas, que valerá por cinco anos, a uma audiência pública na próxima terça (16/4), às 15h30, na ALMG. Assim como a visita técnica, a audiência foi solicitada por Cleiton, Lohanna e Tramonte. O acordo de cooperação ainda envolve três pavimentos de estacionamento, a praça de convivência, o foyer térreo e os foyers no 1º e no 2º piso, e as salas para escritórios. 

Na última terça (9/4), o Tribunal de Contas do Estado (TCE) recomendou ao presidente da Codemig, Thiago Toscano, que, até segunda ordem, a suspensão dos efeitos da cessão da Sala Minas Gerais. O conselheiro Durval Ângelo alega que há indícios de que a Codemig, ao assinar um acordo de cooperação com o SESI Minas, teria descumprido uma decisão do TCE, de outubro de 2023, de suspender o Programa de Gestão do Portfólio de Minas Gerais, que inclui o espaço.

Mais tarde, o presidente da Fiemg, Flávio Roscoe, afirmou que o TCE estudará o acordo de cooperação e perceberá que a Sala Minas Gerais não está sendo comprada. “O contrato da Filarmônica com o Estado termina em 13 de julho. Não é a Fiemg que está tirando a Filarmônica de lá, pelo contrário. Entramos com um contrato justamente para evitar o fechamento. Estamos fazendo um contrato jurídico com bem público”, ressaltou ele. 

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