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Cândido Henrique

A receita do sucesso celeste

Rodriguinho
Assim como no primeiro jogo do Cruzeiro na Libertadores, Rodriguinho marcou o gol da Vitória celeste, dessa vez contra o Emelec | Foto: AFP
PUBLICADO EM 07/04/19 - 03h00

Quem sente falta de Arrascaeta? A cada gol de Rodriguinho, menos saudade o torcedor tem do uruguaio. A cada assistência do novato celeste, a certeza de que Mano Menezes sabe como poucos o que sua equipe precisa.

A saída de Arrascaeta, com valor recorde entre clubes brasileiros, deu a oportunidade de o Cruzeiro ir ao mercado e reforçar ainda mais o seu forte elenco. Saiu o uruguaio, veio Rodriguinho, Marquinhos Gabriel e, agora, Pedro Rocha.

Os dois primeiros caíram como uma luva no time de Mano Menezes. Já o terceiro vem cheio de expectativas, principalmente pelas partidas que fez pelo Grêmio entre 2016 e 2017. Não titubeio em dizer que o Cruzeiro tem o melhor time do Brasil.

E o Arrascaeta? Bom, o uruguaio está em pé de guerra com o técnico Abel Braga. No Flamengo, a maior contratação do Brasil ainda não decolou e amarga o banco de reservas.

No último episódio, o meia-atacante curtiu o post de um torcedor que pedia a demissão do técnico flamenguista. Em apenas três meses, o rubro-negro se desvalorizou, enquanto o Cruzeiro vira a fase de Midas, onde tudo vira ouro.

Neste caso, houve um erro de avaliação do Flamengo e, mais uma vez, uma felicidade de captação de Mano Menezes e da diretoria de futebol do Cruzeiro.

O erro flamenguista foi avaliar o uruguaio como um jogador que mudaria o time de patamar no Brasil. Arrascaeta nunca foi unanimidade no Cruzeiro e foi superestimado na negociação. Bom para a Raposa, que soube, como sempre, valorizar seu jogador.

O mesmo acontece com outros jogadores que continuam no elenco celeste. Um deles é o goleiro Rafael, que apesar de jogar pouco, tem mercado e chama a atenção de gigantes brasileiros, que buscam informação e ganham negativa.

Com trabalhos de manutenção, de negociação e de captação bem feitos, o Cruzeiro é o grande time a ser batido no Brasil e também na América do Sul.

Nas três rodadas da Libertadores, nenhum time mete medo ou joga mais do que a Raposa. O tri, enfim, parece no caminho da Toca, com vários candidatos a protagonista.

Os grandes nomes

Candidatos a heróis não faltam. Tem os clichês com Fábio, Dedé e Henrique. Há os novos nomes, como Rodriguinho e Pedro Rocha. E também não podemos esquecer de quem da forma para esse trabalho: Mano Menezes.

Quem quer ser campeão, tem que pegar as últimas temporadas da Raposa como receita: bom técnico, investimento e observação do mercado de jogadores.

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