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Leandro Cabido

Mercado 'quase' parado

PUBLICADO EM 18/12/18 - 06h30

Se vê poucas – ou quase nenhuma – loucuras nesse período entre as temporadas do futebol brasileiro que naturalmente consomem mais recursos orçamentários. Os clubes, em sua maioria, estão bem mais conscientes em relação a sua estrutura financeira, preferem fazer poucos investimentos – e de preferência, que não envolva muito dinheiro.

Isso acontece por vários motivos econômicos a nível global, mas principalmente pela falta de possibilidades de mercado. Hoje, qualquer jogador mediano é tratado com ofertas milionárias, o que impede qualquer transação nacional. Assim, até mesmo os clubes estrangeiros estão bastante precavidos em relação a isso: sabem que os nossos atletas estão caros e preferem colocar o seu dinheiro em outros mais baratos de outros países, mas igualmente rentáveis em um futuro qualquer. 

O que mais me chama atenção é que o próprio Palmeiras, que vem trabalhando muito forte nos bastidores, tem ficado mais calmo no período. Esse é o termômetro para sabermos que no próximo ano, teremos mais ou menos o mesmo nível de competitividade no cenário. Ainda assim, o Palestra de São Paulo fez algumas negociações pesadas, mas não tão milionárias como costumava ser.

Em Minas, temos duas situações distintas. Primeiro, o Cruzeiro, que com time e treinador entrosados, precisa de poucos ajustes para se consolidar como favorito às competições que disputar. Em 2018, faltou 'algo mais' para esse time lutar pelo título da Libertadores por exemplo, e que a diretoria celeste possa fazer o trabalho para buscar isso a tempo da estreia, que acontecerá no início de março. A busca por peças pontuais e a manutenção dos principais nomes será mais do que bem-vindo.

No caso do Atlético, a situação é um pouco mais delicada pelo fato do elenco ser mais raso que o da equipe azul e um treinador recém-chegado. Precisa basicamente de reestruturar sua defesa e alinhar a espinha dorsal do time com volantes e atacantes de nível. 

Porém, a falta de um plantel robusto impede que o time tenha variações ao longo do ano – e vimos isso de maneira constante durante o Campeonato Brasileiro. Logo, a necessidade de aumentar a qualidade dessa equipe é fundamental para um sucesso a curto prazo. E só lembrando: a estreia no Continental acontece na primeira semana de fevereiro. Então, nesse caso específico, agir rápido pode significar o sucesso da empreitada.

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