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Minas S/A

Carapreta

PUBLICADO EM 08/07/19 - 03h00
Helenice Laguardia

Carapreta

O grupo mineiro A.R.G. – dos irmãos José, Rodolfo e Adolfo Géo – já investiu US$ 50 milhões na produção de carne certificada da raça angus e vai triplicar ou até quadruplicar o investimento para conseguir crescer e atingir o volume projetado. No lançamento da Carapreta Carnes Nobres, Adolfo Géo Filho disse que o abate inicial era de 500 bois por mês e agora já passaram para 3.000 bois por mês. “O projeto é chegar em 2021 com 70 mil cabeças por ano abatidas”, calculou. Além da parceria inicial com o grupo Super Nosso, as vendas no varejo vão se expandir para Carrefour, Pão de Açúcar, Epa e grandes atacadistas do Nordeste. 

Exportação

Com o rebanho em duas fazendas mineiras, Adolfo Géo Filho contou que vai exportar carne para Hong Kong. “É importante estar com um amplo mercado para dar sustentabilidade ao projeto”, explicou Géo, que emprega 350 pessoas nas propriedades rurais. O executivo disse que o grupo A.R.G. optou pela verticalização do negócio. “Produzimos desde o bezerro até o final, montamos uma empresa de transporte para trazer o gado, temos um frigorífico em Contagem (MG) junto com a Fricon, temos a embalagem, ou seja, temos a cadeia produtiva inteira desde a ponta com a criação do gado até a mesa do consumidor que vai comprar uma carne de qualidade farm to table”, explicou.

Lava Jato

Em relação às denuncias de suposto caixa 2 envolvendo o Grupo A.R.G. e o ex-presidente Lula, Adolfo Géo Filho disse que a empresa fez uma doação para o Instituto Lula muito antes de acontecer todos os problemas com o ex-presidente. “Fomos a décima maior construtora do Brasil nos últimos três anos antes da Lava Jato e sequer fomos citados na operação com qualquer tipo de corrupção do Brasil”, defendeu. Géo contou que o grupo já estava trabalhando na Guiné Equatorial sete anos antes de Lula sair do governo.

Doação

Para Adolfo Géo, a denúncia é uma coisa sem sentido. “Achamos que o processo vai ser arquivado porque quando se faz uma doação que está contabilizada, que está no Imposto de Renda da empresa, hora nenhuma pode ser taxado como caixa 2”, disse, referindo-se à doação de R$ 1 milhão feita à Fundação Lula. Segundo o executivo, foi pedida uma contribuição que seria para um investimento da Fundação Lula em países da África. “Por isso, fizemos essa doação. Nunca tivemos nenhuma intervenção do Lula (na Guiné Equatorial), já estávamos trabalhando na África”, afirmou. “O grupo A.R.G. está participando de um projeto social na Guiné que devemos ter desembolsado umas 40 vezes mais do que isso”, acrescentou.

FOTO: Edy Fernandes

Na Mineiraria, em Belo Horizonte, durante festa de lançamento da marca Carapreta Carnes Nobres, do Grupo A.R.G., José Géo Neto, Rodolfo, Gabriel, Bruna e Adolfo Géo Filho

MundoGEO

A NMC Projetos e Consultoria trouxe para Belo Horizonte o prêmio de melhor projeto na área de Geo e Drones no Mapeamento e Cadastro das feiras MundoGEO e DroneShow, em São Paulo. O trabalho dos pesquisadores Guilherme Gandra Franco e Mariana Nahas tem uma solução para o uso de geoinformação e inteligência de dados para a recuperação de perdas comerciais de água. “Nós usamos ferramentas estatísticas para determinar quais variáveis são mais importantes e atribuir peso a cada uma delas”, conta Mariana Nahas, diretora da NMC. Com isso, é possível atribuir um índice de classificação a cada imóvel. Esse índice é associado ao banco de dados da empresa de água da região e pode detectar discrepâncias entre o consumo esperado e o consumo efetivo.

NMC Projetos

Guilherme Gandra Franco explica que as perdas de água nos sistemas de abastecimento das grandes companhias de saneamento chegam a quase 40% da água distribuída. “Parte dessas perdas, chamadas reais, refere-se a vazamentos ou evaporação da água. A outra parte são as perdas comerciais. Neste caso, a água é consumida, mas não é faturada. O prestador perde receita. O resultado da redução dessas perdas vai direto para o caixa das companhias. Dirigimos nossos estudos para esta parte. A redução delas custa relativamente pouco e os resultados são imediatos”, informa Gandra. O levantamento pode ser feito em qualquer cidade.

FOTO: NMC Projetos e Consultoria/Divulgação

Premiação da NMC Projetos e Consultoria aconteceu nas feiras MundoGEO e DroneShow, em São Paulo

Mérito Líbano-Brasileiro

A Fundação Libanesa de Minas Gerais (Fuliban) recebeu recentemente o fundador e presidente do Grupo Super Nosso, Euler Nejm, que é filho de libaneses, para uma palestra em Belo Horizonte. “O Brasil precisa das reformas, inicialmente da reforma previdenciária. Os resultados serão sentidos nos próximos anos. O setor público precisa fechar a conta e acompanhar a velocidade do mundo tecnológico que estamos vivendo”, disse Nejm, que vai receber neste ano o Mérito Líbano-Brasileiro. A Fuliban existe desde 1970 e tem, dentre as missões, o trabalho assistencial, educacional, cultural e de interlocução com os poderes públicos.

Super Nosso

Com mais de 700 rótulos de vinhos nacionais e importados, cursos e degustação, o Grupo Super Nosso – de Euler e dos filhos Rafaela e Rodolfo Nejm – realiza a décima edição da Feira de Vinhos. O evento será entre os dias 9 e 14 de julho no Espaço Meet, em Belo Horizonte. Os participantes ainda terão contato com grandes enólogos, produtores e sommeliers, muita gastronomia, música e entretenimento. Detalhes no site.

FOTO: Fundação Libanesa de Minas Gerais/divulgação

Presidente do Grupo Super Nosso, Euler Nejm, e o presidente da Fundação Libanesa de Minas Gerais, Frederico Aburachid

Fiemg e novo ministro

A primeira audiência do novo ministro da Secretaria de Governo da Presidência, general Luiz Eduardo Ramos, foi com o presidente da Fiemg, Flávio Roscoe, e Filipe Motta, em Brasília. O dirigente mineiro saiu entusiasmado do encontro. Roscoe, que convidou o general para vir a Belo Horizonte, contou que teve a melhor impressão possível do general Ramos e que pareceu a pessoa ideal para a interlocução com o Legislativo para o momento pelo qual passa o Brasil. O industrial também pediu apoio ao ministro para as demandas urgentes ao desenvolvimento de Minas.

FOTO: arquivo pessoal

Em Brasília, o presidente do Sistema Fiemg, Flávio Roscoe; novo ministro da Secretaria de Governo da Presidência, general Luiz Eduardo Ramos; e Filipe Motta

Mills Solaris

Após recente fusão, Mills e Solaris escolheram Minas Gerais como um dos Estados estratégicos para investir e ampliar os negócios. Com sede no Rio de Janeiro, a companhia tem cinco filiais em Minas Gerais – Belo Horizonte, Contagem, Juiz de Fora, Uberlândia e Pouso Alegre. A Mills Solaris atua no mercado de locação de plataformas aéreas e equipamentos para obras complexas. No Brasil, a companhia gera mais de 1.400 empregos diretos sendo que em Minas Gerais são mais de cem empregos diretos. Com um portfólio de mais de 9.000 máquinas, a Mills Solaris passará por um ciclo de integração de aproximadamente dois anos, período em que vai integrar processos, equipes e fazer as melhores sinergias para a operação, chegando a 32 endereços em 18 Estados brasileiros.

FOTO: Mills Solaris/divulgação

CEO da Mills Solaris, Sérgio Kariya, tem em Minas Gerais um dos Estados estratégicos

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