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Pampulha

Casal de estelionatários é preso em BH em mansão avaliada em R$ 1,5 mi

Homem se apresentava como piloto de avião e helicóptero e empresário

Casal foi preso em mansão de luxo
Casal foi preso em mansão de luxo | Foto: Câmeras de segurança / Reprodução
Publicado em 11/10/18 - 16h10
Michelyne Kubcheck
siga pelo twitter @otempo

Um casal foi preso na manhã desta quinta-feira (11), no bairro Castelo, na região da Pampulha, suspeito de aplicar golpes em diversas vítimas com alto poder aquisitivo.

De acordo com a Polícia Civil, o homem, de 41 anos anos, se apresentava como piloto de avião e helicóptero e empresário. O suspeito alugava imóveis já mobiliados, de alto padrão, não pagava os aluguéis dessas residências, vendia bens desses imóveis e se mudava.

Para alugar novos imóveis, ele utilizava documentos falsos. O casal foi preso em uma cobertura alugada, avaliada em 1,5 milhão.  O valor do aluguel era R$7 mil por mês. 

A Polícia Civil encontrou diversas apostilas e livros sobre aeronáutica e aviação, o que, a princípio, seria um indicativo de que o suspeito estudava sobre aeronaves para dar mais veracidade aos golpes constantemente.

Uma das vítimas, um médico da capital, encomendou e pagou para o suspeito uma bicicleta esportiva de R$30 mil que seria comprada para a vítima no exterior. Após pagar pelo objeto a vitima não conseguiu mais fazer contato com o suspeito. A companheira do homem, de aproximadamente 36 anos, afirma que desconhecia os crimes do marido e diz ser inocente.

Veja vídeo com a atuação dos criminosos:

 

Vítima colheu provas

A dona de um dos imóveis por onde a dupla passou afirmou que começou a desconfiar do casal quando os aluguéis deixaram de ser pagos. "Os cheques do aluguel voltavam. Ele sempre tinha desculpas. Mas a lábia dele é muito boa. A gente acreditava. Mas chegou uma hora que vi que minhas coisas estavam sumindo. Comecei a juntar provas. Achei esse médico que foi vitima dele e entreguei tudo pra polícia."

Câncer para enganar vítimas

Outra vítima, um empresário de 40 anos, que estava na delegacia afirmou que o homem alegava sofrer de câncer e chegou a apresentar exames médicos. "Ele fazia isso pra comover a gente. Dizia que estava sem dinheiro, que tinha raspado a conta pra tratar o câncer".

Ainda de acordo com a Polícia Civil, os suspeitos já foram presos anteriormente, em 2017, no Mato Grosso do Sul, também pelo crime de estelionato. A prisão preventiva do suspeito foi decretada e a prisão preventiva da suspeita foi solicitada pela delegada Adriana Cortopassi, da 2 delegacia de policia civil leste.

"As investigações continuam. O crime simples de estelionato prevê pena de 1 a 5 anos de prisão.", disse a delegada.

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