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Sem desespero

Falta de gols ainda não incomoda Mano

Com exceção da última rodada, treinador afirma que time tem criado inúmeras oportunidades de marcar

Mano Menezes
Mano Menezes assume a responsabilidade pela falta de criatividade na derrota para a Chape, mas aposta na correção do problema com treinamento | Foto: Washington Alves/Light Press/Cruzeiro
Publicado em 12/06/18 - 08h00
Daniel Ottoni

A conta, inevitavelmente, chegaria mais cedo ou mais tarde para um time que não mostra eficiência na hora de fazer gols. Ainda mais em se tratando do Brasileirão, um torneio parelho, que promete seguir disputado até o final. O Cruzeiro sente na pele o castigo por ter o segundo pior ataque até o momento, com sete gols marcados, à frente apenas do lanterna e vice, respectivamente Ceará e Paraná, que fizeram só seis gols. 

Depois de vencer quatro das cinco partidas pelo placar mínimo, não demoraria para que os poucos gols marcados se transformassem em pontos perdidos, que fazem a equipe do técnico Mano Menezes não subir na tabela como se esperava. A escassez de tentos fez o Cruzeiro cair da vice-liderança para hoje ocupar a oitava posição. 

No último sábado, o time passou em branco contra a Chapecoense e chegou ao segundo jogo seguido sem vencer. Na próxima quarta, uma nova chance aparece diante do Paraná, fora de casa, na última rodada antes da pausa para a Copa do Mundo da Rússia.

O objetivo de terminar as 12 primeiras rodadas nas posições mais altas pode não ser alcançado, como se gostaria, em decorrência da falta de capricho do ataque.

“Quando a gente estava vencendo, eu já dizia que precisávamos, urgentemente, começar a fazer mais gols. Uma hora isso faz falta, o adversário acaba marcando mais e situações como esta não podem continuar acontecendo”, indica o técnico Mano Menezes.

Cria, mas não faz. Pior seria se o time não estivesse criando. Situação atípica aconteceu na derrota por 2 a 0 para a Chape. A criação ficou devendo e comprometeu o retorno a Belo Horizonte com pelo menos um ponto. “O jogo em Santa Catarina foi diferente do que estava acontecendo anteriormente. Contra o Vasco, criamos 19 situações de gol. Destas, nove claríssimas. Quando o time não cria, temos que resolver com cuidado e ter um melhor entendimento. Cabe ao treinador fazer o time criar. Quando isso não acontece, é que devemos nos preocupar. Para construir a vitória, os gols são necessários”, reforça o treinador.

Raniel também lamentou a queda de rendimento ofensivo, mas crê que essa situação foi esporádica, comparando com o que o ataque vinha fazendo.

“Na última rodada, realmente não criamos e nem conseguimos concluir. O time todo não foi bem. Nos jogos anteriores, as oportunidades apareceram, conseguimos criar. Estamos trabalhando para as chances seguirem aparecendo. Uma hora as coisas vão se encaixar e creio que tudo vai melhorar”, projeta o atacante.

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