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Evaristo Costa estreia na CNN Brasil após dois meses de espera
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Menina nem te conto

Gabriel Medina se declara para Yasmin Brunet: 'Feliz aniversário minha linda'

Gabriel Medina se declara para Yasmin Brunet: 'Feliz aniversário minha linda'

Gabriel Medina, 26, usou o Stories de seu Instagram para parabenizar a namorada Yasmin Brunet, que completa 32 anos neste sábado (6). "Feliz aniversário para minha linda, mas calma antes tenho que mostrar os talentos dela", começou o surfista, mostrando em uma série de fotos as qualidades que vê na modelo.

"Ela corta cabelo, ela dança, ela é cacique, ela pinta, ela dorme, ela surfa, ela é rolezera, ela é fofa, acorda linda, às vezes vira o Gabriel. Mais dias assim... te amo, Yasmin". A modelo também se derreteu em seu Stories postando fotos de diversos amigos lhe dando parabéns, incluindo também a declaração de Medina.

O casal assumiu o namoro dia 26 de abril, após várias postagens em redes sociais que mostravam os dois pombinhos passando o isolamento causado pela pandemia do coronavírus na casa do surfista no litoral norte de São Paulo. Em entrevista ao "Esporte Espetacular" (Globo), Medina confirmou que estava com a modelo. "Verdade, você viu? A quarentena me deu uma namorada!", disse à época.

Antes de assumir o namoro com Yasmin, Gabriel Medina teve um relacionamento cheio de idas e vindas com a atriz Bruna Griphao, 21, que nunca foi assumido por nenhum dos dois. Já Yasmin, que é filha da modelo Luiza Brunet, 58, terminou o casamento com Evandro Soldati, 35, em fevereiro. A jovem tinha engatado o namoro com ele ainda na adolescência e os dois se casaram em 2012, em uma cerimônia em Ibiza.

O namoro de Yasmin e Medina, embora recente, parece sério. Nesta sexta-feira (5), o surfista deixou de seguir todas as modelos no Instagram. Restaram apenas: sua mãe e irmã, a sogra, Luiza e, claro, a namorada.

CNN Brasil anuncia nova programação para mesmo dia que Gottino volta à RecordTV

CNN Brasil anuncia nova programação para mesmo dia que Gottino volta à RecordTV

Conforme anunciado, Reinaldo Gottino, 42, volta à RecordTV nesta segunda-feira (8). Na mesma data, a CNN Brasil também trará mudanças à sua grade de programação, com jornais sendo encurtados e uma dança das cadeiras que promoveu repórteres e remanejou apresentadores de um jornalístico para outro.

A primeira grande mudança na emissora é referente ao tempo no ar, que passará a 19 horas de programação diária ao vivo, duas a mais do que anteriormente. Dessa forma, o CNN 360° terá mais 30 minutos de duração, com início às 15h30 e encerrando às 18h30. Rafael Colombo, que atuou por 20 anos na Band, substituirá Gottino na bancada do jornalístico, ao lado de Daniela Lima.

Carol Nogueira que ancorava o "Jornal da CNN", às 21h30, assumirá o "Novo Dia", das 6h às 11h, ao lado de Elisa Veeck, que antes tinha Gottino como companheiro. Caberá também à Nogueira, segundo o site Notícias da TV, o comando do quadro O Grande Debate, que teve o tempo de duração aumentado de três para cinco horas.

Taís Lopes, que apresentava o Agora CNN – primeiro noticiário da emissora, com início às 4h – foi transferida para o "Jornal da CNN", no horário nobre. Ela dividirá o comando da atração com William Waack, que desde março trabalha de casa por pertencer ao grupo de risco do novo coronavírus. A repórter Muriel Porfiro assumirá o "Agora CNN", que ganhou uma hora a mais de duração.

Evandro Cini foi outro repórter promovido: ele que apresentou o "CNN 360°" após a saída de Gottino, estará a frente do "Visão CNN", com Luciana Barreto. Já Cassius Zeilmann, que era âncora deste noticiário, que perdeu 30 minutos de duração, passará a atuar como repórter.

Mari Palma e Phelipe Siani também perderam uma hora de duração. O "Live CNN Brasil" apresentado pelo casal será exibido das 11h às 13h.

'Magoou muito. Não merecia', diz José Augusto sobre fim da amizade com Xuxa

'Magoou muito. Não merecia', diz José Augusto sobre fim da amizade com Xuxa

O cantor José Augusto, 66, revelou ter se decepcionado com Xuxa, 57, com quem tinha uma re lação muito próxima nos anos 90. "Sempre fui muito amigo dela, muito mais do que ela imagina. Quando tenho uma amizade, me entrego. Estive com ela em muitos momentos difíceis, assim como ela também. A morte do Ayrton Senna foi uma baque muito grande na vida dela, e eu estava ao seu lado, lá no sítio. Ficávamos até quatro da manhã conversando. Jamais houve outra coisa a não ser amizade e respeito", relembrou.

O artista conta que anos depois, na época do nascimento de Sasha, ele foi visitar Xuxa e tocou "Sábado" no piano para a filha da apresentadora. "Depois desse tempo nunca mais consegui falar com ela. Mandei fax... telefones eu tinha um monte, liguei para todos, mas não consegui falar. Isso foi quase um ano tentando. Às vezes, eu tinha folga e tentava falar. Nunca mais obtive uma resposta sequer" afirmou ele, em live promovida pelo apresentador da RecordTV, Geraldo Luís, 49.

Vinte anos depois desse rompimento, José Augusto foi convidado a participar de um programa da Rainha dos Baixinhos, mas a relação, além de não ser mais a mesma, piorou. "Ela disse para mim: 'já sei porque você era tão meu amigo, você só queria aparecer no programa'. Aquilo me feriu tanto, que saí dali dizendo 'se era isso que ela pensava, o que eu posso fazer'? Nunca quis me aproveitar. Jamais me aproveitaria de uma amizade assim", disse, o cantor visivelmente magoado.

Dono de hits como "Aguenta Coração" e "Chuvas de Verão", o artista seguiu contando que tinha participado dos programas de Xuxa muitas vezes porque era interessante para ele, mas em outras tantas porque Marlene Mattos, 70, diretora das atrações, "estava desesperada", com a ausência de algum artista.

"Acho que eu não merecia ouvir aquele tipo de desabafo. Mesmo depois de ter procurado por ela quase dois anos seguidos e ninguém sequer deu o recado", desabafou.

Geraldo Luis levantou a possibilidade de ter havido alguma intriga que afastou os dois. José Augusto concordou com essa possibilidade, mas deixou claro que não participaria de um programa de Xuxa novamente. "Aquilo me magoou muito, o que ela me disse no ar. Não foi em particular, foi no ar", ressaltou. O cantor afirmou ainda que se a apresentadora ligasse para ele novamente a trataria da mesma forma de sempre, "com o maior carinho possível".

Ele disse que a amizade com Xuxa era tão forte que quando ele se separou, ela lhe ofereceu ficar em um apartamento que tinha e estava desocupado. "Não quis, porque previ o que as pessoas poderiam dizer. Não queria o nome dela envolvido com nada por oferecer a casa para um amigo. Nunca quis me aproveitar, jamais me aproveitaria de uma amizade assim", disse novamente, concluindo.

Katy Perry exibe barriga de gravidez em surpresa a fã no 'Caldeirão do Huck'

Katy Perry exibe barriga de gravidez em surpresa a fã no 'Caldeirão do Huck'

Grávida de oito meses de sua primeira filha, Katy Perry fez uma participação especial neste sábado (6) no programa “Caldeirão do Huck”. Falando diretamente da Califórnia, nos Estados Unidos, com o apresentador Luciano Huck, a cantora contou sobre como é estar grávida no meio da pandemia, como está enfrentando essa quarentena e sobre suas atividades durante o isolamento. 

“Minha filha já é muito forte como a mãe dela”, afirmou a cantora sobre a bebê que espera, fruto do seu relacionamento como o ator Orlando Bloom. Kate contou que preferiu não adiar o lançamento de seu álbum, que será disponibilizado em agosto. Ela inclusive gravou em casa o clipe de "Daises", o primeiro single do projeto, que foi ao ar no dia 15 de maio.

 

A presença da estrela no programa foi uma surpresa de Huck para o técnico de enfermagem Paulo Morone, fã de Katy desde a adolescência. Ele, que é também estudante de medicina e está na linha de frente da luta contra a Covid-19, pensou que seria entrevistado para o portal G1, quando foi surpreendido pelo apresentador e pela cantora.

'O público é o meu termômetro', afirma Alcione sobre seu novo disco

'O público é o meu termômetro', afirma Alcione sobre seu novo disco

Ao longo de quase 50 anos de carreira, a maranhense Alcione nunca parou, mas já estava há um bom tempo sem lançar um álbum de músicas inéditas - nos últimos anos, ficou na estrada com o show "Eu Sou a Marrom", de caráter retrospectivo, para comemorar seus 70 anos. Nada que lhe cause ansiedade. A cantora sabe que tem seu público consolidado - o qual, segundo ela, gosta de ouvir canções românticas.

Não por acaso, são elas que dão o tom de seu novo trabalho, "Tijolo por Tijolo" (em edição física e digital pela Biscoito Fino), título emprestado da canção que abre o trabalho, de autoria de Serginho Meriti e Claudemir.

Em entrevista por telefoneo, Alcione conta que desenvolveu um jeito próprio de selecionar as centenas de canções que recebe dos compositores, logo que anuncia que está preparando um novo projeto. "Imagino a plateia cantando comigo - esse é meu termômetro", revela.

Usando esse critério, ela selecionou músicas de colaboradores antigos, como Altay Veloso, Paulo César Feital, Roque Ferreira e Telma Tavares, e gravou Jorge Vercillo pela primeira vez. Com saudade do palco, ela segue atenta ao que acontece no país e no mundo. "Já passou da hora de o preconceito de cor e de religião acabar. Todo mundo merece respeito", diz, sobre os recentes protestos nos Estados Unidos e no Brasil.

Tijolo por Tijolo chega sete anos depois de seu último trabalho com músicas inéditas. Por que demorou tanto tempo?

Tem que demorar! Não posso dar minha cara, todo ano, por aí com um novo trabalho. Lanço algo, deixo o repertório ecoar, faço bastante shows. Aliás, como eu amo cantar ao vivo, estar com o público. Ando com muita saudade de um palco. No começo da carreira, era obrigatório lançar um disco por ano. Mas, agora, não preciso disso.

Na época do lançamento do single com a canção que dá nome ao disco, você disse que ela representava muito sua carreira. Teve de batalhar muito?

Sim, tudo foi feito com batalha. Outro dia, achei uma foto em que eu estava no programa do Bolinha (o apresentador Edson Cury, morto em 1998). Fiz tudo quanto foi programa de TV, ia a todas as emissoras de rádio. Bati perna de norte a sul do país. Valeu a pena.

Como você escolhe o repertório?

Os compositores me mandam - hoje vem via WhatsApp - e eu ouço exatamente tudo. O que me guia na escolha é o meu instinto, algo que desenvolvi ao longo da carreira. Sei o que vai pegar o público. Ouço e imagino a plateia cantando comigo - esse é meu termômetro.

O álbum é constituído essencialmente por músicas românticas. É o que você tem preferido cantar?

Sim, e é o que meu público gosta de ouvir.

No disco há uma canção em homenagem ao Pelé, chamada "O Homem de Três Corações". Vocês são amigos?

Pelé é um ídolo para mim. Fiquei muito feliz de fazer essa homenagem para ele. Quando o Altay Veloso (o autor, ao lado de Paulo César Feital) me mandou a música, logo gravei uma versão voz e violão e enviei para o Pelé. Ele adorou, me mandou um vídeo para agradecer.

Foi uma encomenda sua?

Não, Altay mandou para mim. Em toda a minha carreira, só duas músicas foram feitas por encomenda (segundo ela, "Obrigada" e "Estrela Luminosa"). O resto veio até mim. Veja, "Não Deixe o Samba Morrer" caiu no meu colo, foi um sucesso e virou uma marca minha. Nada foi encomendado.

Em abril, o rapper americano Snoop Dogg publicou um vídeo ouvindo uma música sua, "Você me Vira a Cabeça". O que achou quando viu?

Comigo acontecem coisas do arco da velha (risos). Vê se pode! Quando eu imaginei que ele ouvia minhas músicas, que tinha algo com o meu trabalho? Admiro-o muito. Foi engraçado vê-lo curtindo aquele charutão com a minha música ao fundo.

Você gravou uma canção chamada "Em Barco que Navega Malandro, Não Navega Mané" (de Serginho Meriti e Claudemir), que brinca com a ideia de quem é mané, de quem é malandro. Tem muito "mané" no Brasil?

Ah, tem! Esse presidente da Fundação Palmares (Sérgio Camargo, que, durante uma reunião, classificou o movimento negro como "escória maldita", conforme revelou o Estado), por exemplo, é um mané. Ele nem merece que eu fale nele. Não peço justiça para ele, peço clemência. Se tem um Deus lá no céu, (ele) não há de ficar impune.

Você é espiritualizada. Como analisa o que está acontecendo no mundo atualmente?

Eu respeito e obedeço ao sagrado. Acredito em Deus e sou da umbanda, filha de Xangô e Iansã. É bom acreditar em algo superior para não andar nas trevas. Tudo o que está acontecendo, essa pandemia, veio para nos ensinar algo. Alguma coisa vamos aprender.

Os seguidores da umbanda dizem que este ano é de Xangô. O que isso significa?

É um ano em que a pessoa tem que cuidar de si, da família e dos amigos. Veja o que aconteceu nos Estados Unidos, essas marchas (uma reação à morte do ex-segurança George Floyd). Os policiais ajoelhando e se confraternizando com os manifestantes. Isso é Xangô! E as injustiças que acontecem lá também ocorrem aqui no Brasil. Já passou da hora de o preconceito de cor e de religião acabar. Todo mundo merece respeito.

O Miguel Falabella estava escrevendo um musical chamado Marrom para comemorar seus 50 anos de carreira. Como anda o projeto?

Está em construção. Espero que essa pandemia não atrase tudo (Alcione diz não poder revelar quando será a estreia). Falabella é um craque e vai fazer um lindo trabalho ao lado do Jô Santana (produtor do espetáculo). Não participarei, apenas vou assistir. Será um pouco estranho ver minha vida e carreira no palco, mas acho esse projeto magnífico.

Existe uma fita demo que você fez em 1972 para a gravadora Eldorado, antes de sua carreira se consolidar. Nela, você canta músicas como "Yesterday", "Bebete Vãobora" e "Travessia". O produtor Thiago Marques Luiz tem um projeto de lançar essa gravação. O que você acha?

Eu lembro de ter gravado, fiquei honrada com o convite da Eldorado. Na época, eu era cantora da noite, mostrei tudo o que sabia fazer. Mas não acho que esse material tem que ser lançado agora. Essa gravação não representa o que eu sou hoje, a cantora que me tornei.

Emicida diz que não irá a protesto antirracista por causa do coronavírus

Emicida diz que não irá a protesto antirracista por causa do coronavírus

O rapper Emicida afirmou que não irá ao protesto antirracista previsto para este domingo (7) em São Paulo. Em vídeo postado no seu Twitter, ele disse estar arrasado com as últimas notícias nacionais e internacionais envolvendo racismo e o desenrolar da pandemia, mas que o momento é de ser estratégico.

 Ele justificou que a crise do coronavírus no país segue grave e que o alto número de casos aponta que a reunião de milhares de pessoas seria perigosa neste momento.  "Qualquer aglomeração agora, por mais legítimos que sejam nossos motivos, é pular na ciranda da necropolítica e levar uma onda de contágio pior do que essa que já está dentro das comunidades onde vive quem a gente ama. Isso é parte do plano deles".

A manifestação deste domingo (7) segue a tendência internacional de protestos antirracistas, impulsionados pelo assassinato do ex-segurança negro George Floyd por um policial branco nos Estados Unidos.

Segundo Emicida, que pode acabar com a estrutura racista no país é uma construção, uma base.  "Hoje nós não temos organização para isso (para os protestos), manifestação não é micareta. Quem acha que a estrutura racista do Brasil vai ser desligada como se fosse um interruptor está viajando na maionese. Precisamos de uma construção, de uma base, um projeto, uma coalizão em torna de algo."

 

Linn da Quebrada assume perfis de Tatá Werneck nas redes sociais

Linn da Quebrada assume perfis de Tatá Werneck nas redes sociais

Tatá Werneck, 36, é mais uma artista a ceder suas contas do Instagram e do Twitter para dar voz a questões raciais por um mês. A atriz escolheu a cantora e ativista Linn da Quebrada, 29, que a criticou por comentários transfóbicos e pela falta de convidados trans no programa "Lady Night", em março passado.

"Amei a iniciativa do Paulo Gustavo. Nesse momento de mobilização é fundamental que possamos dar passos adiante. Tô seguindo muitas pessoas novas e vendo que preciso aprender muito principalmente em relação a por em pratica atitudes antirracistas", escreveu Tatá, em seu perfil no Instagram nesta sexta (5).

Ela disse ainda que "temos, sim, uma divida histórica". "Uma desigualdade profunda e uma sociedade moldada pelo racismo estrutural. Quero aprender e aprender como posso por em pratica. Porque aprender e lindo, mas se nao tivermos mudancas conscientes e consistentes nao havera resultado eficaz."

A atriz explicou que Linn da Quebrada ficará durante um mês com suas contas e "fara uma ocupação para trazer novos olhares e aprendizados para o meu e o nosso crescimento enquanto pessoas que podem e devem agregar nessa luta."

"Estou aqui muito feliz e ansiosa por fazer essa ocupação nas redes de Tatá Werneck. É uma grande responsabilidade se comunicar com tanta gente. É importante salientar que não se trata de caridade, mas ações afirmativas de compromisso com o presente. Me sinto pronta e vocês?", escreveu Linn da Quebrada, em seu perfil no microblog.

Nos Estados e no Brasil, artistas têm cedido suas contas de redes sociais para ONGs e ativistas antirracismo. Lady Gaga, Selena Gomez e Shawn Mendes são alguns famosos internacionais que participam dessa iniciativa. No Brasil, o ator e humorista Paulo Gustavo, 41, cedeu seu perfil para a escritora Djamila Ribeiro, 39, colunista da Folha.

Morte de George Floyd
Os protestos e manifestações contra o racismo eclodiram após a morte de George Floyd, um ex-segurança negro de 46 anos que foi assassinado por um policial branco, Derek Chauvin, em praça pública em Minneapolis (EUA). Floyd morreu por "asfixia mecânica" após ter seu pescoço prensado contra o asfalto por cerca de sete minutos.

A morte, filmada por testemunhas e publicada nas redes sociais, mobilizou o país e gerou uma onda de protestos contra racismo e violência policial. As manifestações são vistas por muitos como as maiores nos EUA desde a década de 1960.

Vera Fischer é dispensada da Globo após 43 anos

Vera Fischer é dispensada da Globo após 43 anos

Vera Fischer, 68, é a terceira veterana a ser dispensada pela Globo nesta semana. A saída da atriz ocorre após José de Abreu e Miguel Falabella deixaram a emissora carioca. Seu último papel na Globo foi na novela "Espelho da Vida" (2018-2019), quando interpretou Gertrudes Trindade. O nome da atriz também já circulava na lista de escalão da próxima novela das seis da emissora, "Além da Ilusão", prevista para estrear depois de "Nos Tempos do Imperador", que foi adiada devido à pandemia do novo coronavírus.


Em nota, a Globo confirmou a demissão da atriz e afirmou que "tem tomado uma série de iniciativas para preparar a empresa para os desafios do futuro". "Temos evoluído nos nossos modelos de gestão, de criação, de produção, de desenvolvimento de negócios e também de gestão de talentos", diz comunicado enviado à reportagem.

"Assim, em sintonia com as transformações pelas quais passa nosso mercado, a Globo vem adotando novas dinâmicas de parceria com seus talentos. Vera Fischer, assim como outros talentos, tem abertas as portas da empresa para atuar em futuros projetos em nossas múltiplas plataformas", continuou.

Sobre a escalação da atriz para a trama "Além da Ilusão", a Globo disse que a pré-produção da novela ainda parada devido à pandemia e, por isso, a escalação ainda não foi definida. O site F5 entrou em contato com a assessoria da atriz, mas não obteve retorno até a publicação deste texto.

Carreira
Em 2019, Vera Fischer completou 50 anos do título de Miss Brasil 1969. Aos 17 anos, ela foi coroada pela baiana Martha Vasconcellos, vencedora do Miss Universo. "Não que eu me considerasse bonita, mas eu queria vencer. Aí eu fui com tudo! Ganhei o Miss Blumenau, depois vieram o Miss Santa Catarina e o Miss Brasil. Desfilei sem olhar para o júri, de nariz para cima. Queria ganhar, pois só assim o meu pai me deixaria sair de casa", disse a atriz, em entrevista para a coluna De Faixa a Coroa.

Famosa por suas personagens nas novelas da Globo, a atriz Vera Fischer estreou nos folhetins em 1977, como a Diana Queiroz de "Espelho Mágico". Na trama, Diana era uma ex-miss Brasil e atriz de pornochanchada que tentava mudar os rumos de sua carreira.

Entre os papéis mais marcantes de Vera na TV estão Jocasta, de "Mandala" (1987), Eduarda, da minissérie "Riacho Doce" (1990), e Helena, de "Laços de Família" (2000).

Recentemente, ela diz que gostaria de tocar um programa focado em saúde e bem-estar. "Eu tenho um projeto sobre bem-estar, saúde, ginástica. Sou uma pessoa física. Queria muito fazer um programa sobre isso. Se não for na Globo, vai ser um programa no YouTube."

Maisa Silva e Eliana voltam a gravar programas no SBT

Maisa Silva e Eliana voltam a gravar programas no SBT

Aos poucos, o SBT tem retomado as produções de seus programas. Depois do “Domingo Legal” e do "The Noite com Danilo Gentili", agora será a vez das atrações apresentadas por Maisa Silva e por Eliana retornarem as gravações. 

Maisa volta a gravar seu programa neste sábado (6). A previsão é de que os episódios inéditos do talk show comecem a ser exibidos no dia 13 de junho.

Já Eliana volta a gravar no dia 10 deste mês com cuidados extras para evitar a contaminação pelo novo coronavírus. De acordo com o site Notícias da TV, uma estrutura de plástico, o “plástico do abraço”, que ficará suspenso no palco, permitirá que a apresentadora abrace os convidados. O “Programa Eliana” volta inédito na TV no dia 21 de junho.

Segundo o SBT, as gravações serão retomadas seguindo as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS). Por isso, as duas atrações vão voltar ao ar sem plateia. 

Além de Eliana e Maisa, outros dois programas do SBT estão também estão com data marcada para retomar as gravações: “Esquadrão da Moda”, neste sábado (6); e  o “Fábrica de Casamentos”, no dia 27.

 

Ex-Band, Rafael Colombo assume vaga que era de Reinaldo Gottino na CNN Brasil

Ex-Band, Rafael Colombo assume vaga que era de Reinaldo Gottino na CNN Brasil

A CNN Brasil anunciou a contratação de Rafael Colombo, jornalista que vinha trabalhando na Band. Segundo comunicado divulgado pelo canal, ele apresentará o telejornal "CNN 360°" - programa antes apresentado por Reinaldo Gottino - ao lado de Daniela Lima.

"A partir de segunda, 8 de junho, estarei no 'CNN 360°'. Será uma alegria dupla: apresentar um jornal no maior canal de notícias do mundo, ao lado de uma das mais importantes jornalistas do Brasil, Daniela Lima", escreveu Colombo no Twitter. O programa ficará no ar das 15h30 até as 18h30.

 


Até o mês de maio, Rafael Colombo apresentava o "Band Notícias", na Band, além de passagens pelo canal pago Band News e pela rádio Bandeirantes, do mesmo grupo, onde trabalhou durante mais de 20 anos.

 

Gottino pediu demissão do canal para retornar à Record TV na última semana. Ele reestreia à frente do "Balanço Geral SP" na próxima segunda-feira (8).

Ex-BBB Íris Stefanelli é condenada a pagar R$ 2 mil por faltar a audiência

Ex-BBB Íris Stefanelli é condenada a pagar R$ 2 mil por faltar a audiência

O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) condenou a ex-BBB Íris Stefanelli a pagar uma multa de R$ 2.000 por ter faltado a uma audiência de conciliação em Uberlândia, no Triângulo Mineiro. Ela foi processada por uma clínica veterinária da cidade, que acusa a celebridade de difamação. A decisão cabe recurso.

Segundo o TJMG, Íris tentou desmarcar a audiência no dia que estava marcada para ser realizada, sem respeitar os dez dias de antecedência estabelecidos no Código de Processo Civil.  Ela alegou que, por residir atualmente na cidade de São Paulo, não poderia comparecer a audiência. 

De acordo com o juiz Carlos José Cordeiro, da 2ª Vara Cível de Uberlândia, o não comparecimento à audiência conciliatória é passível de compensação financeira, uma vez que o pedido de dispensa deve ser feito respeitando o prazo estipulado. A multa aplicada, em caráter liminar, refere-se a 2% do valor do processo, que é de R$ 100 mil.

Íris recorreu da decisão liminar, porém, a desembargadora Cláudia Maia, rejeitou o pedido sob a alegação de que o representante legal da celebridade foi intimado com mais de 30 dias de antecedência. “A envolvida e sua defesa tiveram mais de 20 dias legais para manifestar o desinteresse na conciliação, mas não o fizeram”, afirmou a desembargadora. A decisão ainda cabe recurso.

Íris foi processada por difamar uma clínica veterinária de Uberlândia. O caso aconteceu após o cachorro de estimação da ex-BBB morrer no local. O estabelecimento alega que prestou todo o atendimento ao animal, porém, ele não sobreviveu. No processo, a empresa afirma que, após a morte do cachorro, Iris usou diversos meios de comunicação para difamar a imagem da clínica.

A reportagem de O Tempo tenta falar com Íris Stefanelli, mas até a publicação desta matéria não teve retorno na tentativa de contato com a ex-BBB.

 

‘Globo Repórter’ exibe debate com jornalistas negros sobre racismo nesta sexta

‘Globo Repórter’ exibe debate com jornalistas negros sobre racismo nesta sexta

A edição da última quarta-feira (3) do programa “Em Pauta”, da GloboNews, que reuniu um grupo de jornalistas negros para falar sobre racismo e os protestos contra o assassinato de George Floyd nos Estados Unidos, será exibido na TV aberta.

A Globo anunciou que o painel, que Heraldo Pereira, Maju Coutinho, Aline Midlej, Flávia Oliveira, Zileide Silva e Lilian Ribeiro, vai ao ar na noite desta sexta-feira (5) no “Globo Repórter”. Gloria Maria vai reforçar o debate nesta edição especial do jornalístico. Sandra Annenberg fará a introdução do programa, explicando as razões da reexibição. O "Globo Repórter" vai ao ar após a novela "Fina Estampa".

A decisão foi tomada após a repercussão positiva que o “Em Pauta” teve ao reunir jornalistas negros para falar sobre racismo. Segundo a emissora, a reprise do painel é uma maneira de “ampliar o debate” sobre o preconceito racial. 

Entenda

A edição do “Em Pauta”, da GloboNews, exibido na quarta-feira (3) é considerada histórica por reunir seis jornalistas negros para fazer a cobertura e a análise sobre a onda de protestos antirracistas nos Estados Unidos. 

A iniciativa do programa especial foi tomada pelo Grupo Globo depois que viralizou uma imagem do painel de jornalistas do “Em Pauta” do dia anterior com a frase: “Rapaziada, a pauta era o racismo”.

“O programa entendeu o recado e convidou profissionais do mais alto gabarito para discutir um tema que eles conhecem muito bem, porque o enfrentam em suas vidas”, disse a Globo, em nota. 

 

Lives de sexta: Marcelo D2 e Mano Walter são destaques

Lives de sexta: Marcelo D2 e Mano Walter são destaques

O cantor Mano Walter abre, nesta sexta-feira (5), a temporada de lives com o tema de festa junina, com direito a fogueira, milho assado e muito forró.. Ele fará o “Arraiá do Mano”, que será transmitido ao vivo, a partir das 20h, no canal oficial do cantor no YouTube.

Outro destaque da programação de lives musicais é Marcelo D2. O cantor é a atração desta sexta do “Festa em Casa”, do Multishow. O rapper fará uma apresentação das 20h às 22h, direto do Rio de Janeiro, com músicas que marcaram a carreira dele. A live será transmitida na TV pelo Multishow e também no YouTube do canal.

Os sertanejos Edson Hudson vão cantar seus sucessos no “Música na Band Live”, a partir das 22h45. A apresentação também poderá ser vista no canal oficial da dupla no YouTube.

Confira as lives desta sexta-feira (5) e como assistir:

Projeto Pimenta Brasileira - Bloco do Sargento Pimenta convida  Lia de Itamaracá para bate-papo

Quando: 17h

Onde: Facebook e YouTube


Mateus e Cristiano

Quando: 18h

Onde: YouTube

 

Teresa Cristina (Em Casa com Sesc)

Quando: 19h

Onde: Youtube

 

Marcelo D2

Quando: 20h

Onde: No Multishow e no YouTube

 

Mano Walter (“Arraiá do Mano”)

Quando: 20h

Onde: YouTube

 

Thiago e Graciano

Quando: 20h

Onde: YouTube

 

Ponto de Equilíbrio

Quando: 21h

Onde: YouTube

 

Duelo de MCs

Quando: 21h

Onde: YouTube

 

Rashid (Festival #CulturaEmCasa)

Quando: 21h30

Onde: YouTube

 

Edson e Hudson

Quando: 22h45

Onde: Na Band e no YouTube

‘13 Reasons Why’: última temporada da série já está na Netflix

‘13 Reasons Why’: última temporada da série já está na Netflix

A quarta e última temporada da série “13 Reasons Why” já está disponível na Netflix. Os dez episódios inéditos com o desfecho da história estrearam nesta sexta-feira no catálogo da plataforma de streaming. Vai rolar muito suspense e sangue - atenção que, a partir de agora, contém spoiler!.

 A quarta temporada  é curta do que as outras anteriores, que têm 13 episódios cada uma, e vai mostrar a formatura do alunos colégio Liberty High. Segundo a sinopse oficial divulgada pela Netflix, a turma da Liberty High School está se preparando para a formatura, mas antes que os alunos possam se despedir da escola, terão que manter um segredo perigoso enterrado, bem como enfrentar “escolhas comoventes” que podem impactar seus futuros para sempre. 

Em um dos trechos, os estudantes chegam à escola e se deparam com uma pichação: “Monty foi incriminado”. “Não pire agora”, diz Justin Foley (Brandon Flynn) a Clay Jensen (Dylan Minnnette). A mensagem é uma referência ao personagem de Timothy Granaderos (Montgomery de La Cruz), que foi acusado de assassinar Bryce Walker, que cometeu diversos crimes, como estuprar Hannah Baker (Katherine Langford), Jessica Davies (Alisha Boe) e Chlöe Rice (Anne Winters).

A terceira temporada foi sobre quem estava por trás da morte de Bryce e, através dos flashbacks, a verdade foi sendo revelada. No final, os espectadores descobrem que Jessica e Alex Standall (Miles Heizer) foram as responsáveis. Elas foram confrontar Bryce após ele ter sido espancado por Zach Dempsey (Ross Butler). No episódio final, Ani Achola (Grace Saif) diz à polícia que era Monty quem estava por trás do assassinato.

Agora, Clay passa a ser pressionado. “Temos um problema", questiona Tony Padilla (Christian Navarro). Os personagens, então, começam a se questionar se vão conseguir manter o segredo. "Precisamos resolver isso pelo Monty", diz Winston Williams (Deaken Bluman). No episódio final, Monty e Winston aparecem dormindo juntos. Clay passa a ser atormentado por imagens de Monty e passa a frequentar um terapeuta, Dr. Robert Ellman (Gary Sinise).

 

 

Eduardo Sterblitch estreia talk show no Globoplay nesta sexta (5)

Eduardo Sterblitch estreia talk show no Globoplay nesta sexta (5)

Eduardo Sterblitch conta que nunca quis fazer TV. “O Edu raiz é do Tablado”, disse ele, em referência ao famoso espaço do Rio de Janeiro onde ingressou para estudar teatro. De lá para cá, muita coisa coisa mudou. Sterblitch, que ficou conhecido nacionalmente por meio do extinto “Pânico na TV” (2012), já participou de filmes e até de uma novela, estreia nesta sexta-feira (5), no comando do “Sterblitch Não Tem um Talk Show: O Talk Show”, atração do Globoplay que gravada durante as lives apresentadas por ele. 

Apesar de o nome trazer “talk show”, o humorista fez uma ressalva: “Ele não é um talk show nem precisa ser. Minha peça de teatro tem o mesmo nome, e nela eu brinco, com a ajuda da plateia, de fazer TV. Na verdade, o espetáculo foi parar na internet, em um programa de 30 minutos do Globoplay”. “Talk show é só uma piada para popularizar”, contou.

A diferença de “Sterblitch Não Tem um Talk Show: O Talk Show” para o espetáculo de teatro é que o programa terá linguagem de web com direito a muitos memes e trollagens, garante o apresentador. Além disso, a atração terá a participação de convidados famosos - o primeiro episódio conta com a presença do casal Michel Melamed e Letícia Colin e da cantora Ivete Sangalo - e também de anônimos. 

O programa terá plateia sim, só que virtual. É aí que entram os rostos desconhecidos por grande parte do público. Para participar, os interessados precisam se inscrever no site GShow. Após uma triagem, são escolhidas 12 pessoas para plateia, e de lá surgem os temas das conversas das lives. 

“Uma grande inspiração para mim é o Jô (Soares), que trazia gente desconhecida, como um vereador, um cobrador de ônibus ou até mesmo uma garçonete para contar suas histórias. Minha ideia é recriar um pouco esse conceito, trazendo essas pessoas do Brasil inteiro para dar protagonismo ao público”, afirmou Sterblitch. 

“Quero conversar com o maior número de pessoas possível e mostrar como somos um povo interessante. Ter o convidado famoso também vai ser muito legal, pois vai gerar uma mistura interessante”, detalhou o humorista.

Sterblitch acredita que o programa pode ser uma forma de “a gente lidar com essa pandemia de um jeito criativo, e não ficar só consumindo a informação que chega a nós”. “Esse momento de isolamento social também é uma oportunidade para darmos chance à nossa criatividade, de se conectar, de interagir”, explicou. 

Episódios

Eduardo Sterblitch é um dos criadores do “Sterblitch Não Tem um Talk Show: O Talk Show”. Edu grava o programa de sua casa e também participa da edição. Segundo ele, o “Sterblitch Não Tem um Talk Show: O Talk Show” terá 12 episódios. “O combinado com o Globoplay”, disse ele, revelando que, ao todo, ele vai realizar 24 lives para a gravação do do programa, duas por semana - elas acontecem sempre às segundas e terças-feiras, às 22h. “Espero que acabe rápido (o programa), para ele não fazer sentido quando a gente estiver fora da pandemia (do novo coronavírus)”, contou Sterblitch.

Quarentena

Eduardo Sterblitch revelou que o período da quarentena tem sido muito delicado para ele. “MInha mãe está doente, então tenho que sair de casa com ela algumas; e minha avó teve Covid-10”, contou. Por isso, ele afirma que lidar com esse projeto do “Sterblitch Não Tem um Talk Show: O Talk Show” neste momento tem sido muito bom para ele. “Está sendo minha salvação, onde estou jogando minha energia”, disse.

Cam girl, ex-BBB Clara Aguilar revela que clientes pagam para vê-la dormindo

Cam girl, ex-BBB Clara Aguilar revela que clientes pagam para vê-la dormindo

Clara Aguilar, de 32 anos, a terceira colocada da 14ª edição do "Big Brother Brasil", revelou em uma entrevista ao programa "Conversa com Bial", exibido na noite dessa quarta-feira (3), que recebe "pedidos exóticos" de seus clientes nas redes sociais. A ex-BBB, que virou cam girl (mulher que grava vídeos sensuais para terceiros, como forma de arrecadação de renda), diz que tem sido procurada para servir de companhia, mais do que para o show sensual que faz na internet.

"Agora na quarentena tem gente que está pagando para ter companhia até na hora de comer; para almoçar e jantar junto [...] Tem uns que perguntam: 'Tudo bem se eu pedir uma pizza e a gente ficar só conversando?'", disse Clara no bate-papo com Pedro Bial. 

 

"Tem muito cliente que entra para ficar falando sobre o coronavírus, sobre o que está fazendo na quarentena, quais livros está lendo e quais os filmes que está assistindo", continuou. "Tem um cliente que passa a noite inteira comigo. Ele gosta de me ver dormir e paga só para me ver dormindo", contou a ex-BBB.

Ela ainda revelou que um outro cliente seu tem fetiche por seu pé, e que costuma direcionar a câmera para ele enquanto assiste a um filme e "fico lá enquanto o dinheiro vai entrando".

 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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Uma publicação compartilhada por Clara Aguilar Daga (@clara) em

Outros clientes, ela diz, apenas procuram por companhia. "Muita gente pensa que cam girl é só para tirar a roupa e tal, mas eu sempre digo que uma camgirl de sucesso faz mais dinheiro com roupa do que sem, porque acabamos fazendo papel de psicóloga e amiga", afirmou.

Linn da Quebrada e Jup do Bairro celebram volta à TV com o talk show TransMissão

Linn da Quebrada e Jup do Bairro celebram volta à TV com o talk show TransMissão

O Canal Brasil estreou, na última segunda-feira (1º), uma programação especial em homenagem ao Dia Internacional do Orgulho LGBTQI+, comemorando no dia 28 de junho. Até o fim do mês, o canal pago vai debater e exaltar a diversidade, o empoderamento e o respeito em programas e filmes. Entre os destaques desta programação está o talk show “TransMissão”, que estreou a segunda temporada nesta semana sob o comando das artistas trans Linn da Quebrada e Jup do Bairro. 

 

Exibida pela primeira vez em 2019, a atração voltou à grade do Canal Brasil com novos  bate-papos, sempre exibido às segunda-feira, à 0h (o programa também é reprisado em outros dias da semana), abordando questões de gênero, sexo, raça e temas variados do cotidiano. Entre os convidados, estão Pedro Bial, Liniker, Criolo, Amara Moira, Xico Sá, Matheus Nachtergaele e Rennan da Penha. Para Jup, ela e Linn voltaram mais maduras para a segunda temporada do “TransMissão”, mas ressalta que o projeto continua sendo um desafio. 

“O mais interessante é que a gente quer criar um pensamento em conjunto com o convidado, queremos saber os limites e, principalmente, deixá-los à vontade para construirmos esse diálogo. Creio que esse é um programa muito mais de conversas do que de entrevistas”, disse Jup. “A gente quer pegar assuntos e temas e destrinchar. Tudo isso pode gerar uma grande euforia de ambas as partes, pode gerar um silêncio porque é um ‘atrito’ com o outro. Creio que nesta temporada nós duas estamos mais ‘porosas’ quando comparada a primeira”, afirmou a apresentadora. 

 

Linn da Quebrada celebra a volta do “TransMissão” e a parceria com Jup, que começou fora da TV - as duas são cantoras e ativistas sociais - e segue no programa do Canal Brasil. “Eu acredito que a nossa escolha, enquanto apresentadoras, seja um privilégio para a televisão brasileira. Para além de sermos artistas trans, somos artistas inquietas que têm atuado sobre seu tempo. Nosso tempo”, disse Linn, referindo-se à escolha das duas, que são trans, para apresentar o talk show que enfatiza a questão da diversidade e o respeito.

“Temos pensado e produzido conhecimento, e podemos, através de nosso papel dentro do programa, dividir com o público a dádiva da dúvida. O privilégio de poder pensar diferentemente de como já se pensa. E essa é uma possibilidade que desfrutamos coletivamente. Não se sai ilesa dessa experiência. Nenhuma das partes”, explicou Linn.

Jup do Bairro destaca a importância da escolha dela e de Linn da Quebrada, duas artistas trans, para apresentar um programa de TV. Entretanto, ela faz uma ressalva: “Somos exceções”. “Quando as pessoas trans receberem os mesmos valores de pessoas cis, tiverem a mesma demanda de contratações, aí sim poderemos considerar que estamos evoluindo”, explicou a apresentadora.

‘Bixa Travesty’

Além do programa “TransMissão”, Linn da Quebrada também poderá ser vistas no documentário ‘Bixa Travesty’, que também faz parte da programação especial sobre o orgulho LGBTQI+ preparada pelo Canal Brasil. O premiado filme, que vai ao ar no próximo sábado (13), às 23h10, tem a performer como ponto central de uma discussão ampla sobre identidade de gênero, homofobia e padrões sociais, tudo isso a partir de uma mescla de momentos que vão desde a vida privada e caseira da artista, encenações em banheiros e saunas até os espetáculos extravagantes por ela realizado.

Linn fala com orgulho de “Bixa Travesty”, da repercussão em torno dele e comemora o fato de o filme ser exibido na TV. “Tudo isso é muito gratificante. Me sinto extremamente feliz por poder experienciar isso tudo em vida. De ter meus pensamentos propagados. De ter minha obra gerando movimento. Poxa, já faz tanto tempo que o filme foi gravado e agora, antes da pandemia, esteve nos cinemas, e ainda vive através do canal! E eu vivo junto com o filme”, afirmou.

“O filme é parte de mim. Ele é ponto de partida de diálogo e tem feito uma linda trajetória. Sou muito orgulhosa de poder viver isso. E espero que o filme possa ser motor e inquietar e mover e comover muitos outros corpos por esse Brasil e mundo”, finalizou. 

 

 

Na Semana do Meio Ambiente, evento antecipa bons longas em plataforma digital

Na Semana do Meio Ambiente, evento antecipa bons longas em plataforma digital

A Mostra Ecofalante de Cinema realiza sua 9ª edição em agosto - se a pandemia permitir, é claro. Mas, durante a quarentena, e lembrando a Semana do Meio Ambiente, o evento lança, como aperitivo, uma seleção de cinco filmes que tratam da questão ambiental. Estarão acessíveis, até a terça, dia 9, na plataforma Videocamp (www.videocamp.com)

Os filmes são "Ruivaldo, o Homem que Salvou a Terra", de Jorge Bodansky e João Farkas; "Amazônia Sociedade Anônima", de Estêvão Ciavatta, "A Grande Muralha Verde", de Jared P. Scott, "O Golpe Corporativo", de Fred Peabody, e "Ebola: Sobreviventes", de Arthur Pratt.

A mostra inicia com "Ruivaldo, o Homem que Salvou a Terra". Conta a saga do personagem-título, fazendeiro do Pantanal em sua luta para salvar suas terras do alagamento causado pelo assoreamento do Rio Taquari, no Mato Grosso do Sul.

Com imagens belas, porém terríveis, o filme mostra o desastre ambiental que pode destruir o paraíso ecológico do Pantanal. No início ficam meio em suspenso as causas da tragédia, afinal provocadas por um rio entupido como uma artéria doente e que não pode mais circular suas águas. Alaga e assim transforma em charco tudo o que antes era vida em suas margens. Mais tarde, liga-se efeito à causa e descobre-se que a origem do problema reside rio acima, na utilização predatória do solo pelo agronegócio.

O outro brasileiro da Mostra é "Amazônia Sociedade Anônima", que entra na plataforma às 17h desta sexta-feira (5). Atenção: este fica disponível por apenas 24 horas. E é filme para não perder. Tem como foco a resistência dos indígenas Sawré Muybu, que promoveram uma autodemarcação de suas terras como forma de barrar a invasão dos madeireiros.

O trabalho dribla um dos problemas recorrentes do cinema ambiental, a falta de contextualização política. Aqui, pelo contrário, mostra-se como o processo de grilagem das terras se resolve em escritórios de ar refrigerado, entre senhores que falam em milhões em dólares como se fossem trocados. Isso porque, ao longo do filme, ouvimos trechos de uma gravação da Polícia Federal, que desvenda os meandros da negociação ilegal de terras no país.

O desmatamento é um grande e milionário negócio - e, por isso, é tão difícil combatê-lo. Alguns depoimentos, ao vivo, ostentam o cinismo de alguns poderosos grileiros locais. Um deles se destaca, colocando para a câmera a seguinte questão: "Será que as futuras gerações gostariam mesmo que nós preservássemos a floresta amazônica? Seria como defender a preservação dos dinossauros". Precisa comentar?

"O Golpe Corporativo", Fred Peabody (vencedor do Emmy), coprodução entre EUA e Canadá, sugere que a origem da destruição ambiental deve ser buscada na distopia política de um mundo controlado por corporações e lobistas. A erosão da democracia, com tipos como Trump e seu discípulo Bolsonaro à frente, só pode mesmo ter a destruição do planeta como consequência lógica.

Em tempos de covid-19, ganha atualidade "Ebola: Sobreviventes", de Arthur Pratt. O longa trata da epidemia em países africanos, tendo por foco alguns personagens de um dos países atingidos, Sierra Leoa. Em particular, um menino, uma enfermeira e um motorista de ambulância. Filme comovente, porém lúcido, que mostra a explosiva interação entre doença e miséria, coisa que conhecemos muito bem no Brasil.

"A Grande Muralha Verde", de Jared Scott, com produção executiva do brasileiro Fernando Meirelles (diretor de Cidade de Deus), mostra o ambicioso projeto de construção de um "muro" verde. Oito mil quilômetros de árvores, atravessando Senegal, Mali, Nigéria, Níger e Etiópia, para tentar barrar a degradação do solo africano e servir como legado às gerações futuras. Ganhou o prêmio do público como melhor documentário na Mostra de Cinema de São Paulo do ano passado.

Confira abaixo a programação:

Mostra Ecofalante – Especial Semana do Meio Ambiente de 3 a 9 de junho de 2020 grátis evento online acessível através da plataforma Videocamp (www.videocamp.com)

 

4 DE JUNHO (QUINTA-FEIRA)

17h - “Golpe Corporativo” - Fred Peabody (“The Corporate Coup d’Etat”, Canadá/EUA, 90 min, 2018, livre) e “Ebola: Sobreviventes” - Arthur Pratt (“Survivors”, EUA, 83 min, 2018, 12 anos) *disponibilizados até o final do dia 9/06 (terça-feira).

19h - Debate com Jorge Bodanzky e João Farkas, diretores de “Ruivaldo, o Homem que Salvou a Terra” e mediação de Flávia Guerra.

5 DE JUNHO (SEXTA-FEIRA)

15h - Debate "O papel do cinema na comunicação de questões socioambientais" com os diretores Fernando Meirelles, Jorge Bodanzky, Estêvão Ciavatta e Walter Salles (a confirmar) e mediação de Flávia Guerra.

17h - “Amazônia Sociedade Anônima” – Estevão Ciavatta (Brasil, 72 min, 2019, livre) *disponibilizado por 24 horas, até às 17h do dia 6/6 (sábado).

19h - Debate “Conservação: Ataque ao Meio Ambiente e aos Povos Tradicionais”, com Adriana Ramos (ISA), mediação de Claudio Angelo e outros nomes a confirmar.

6 DE JUNHO (SÁBADO)

17h - “A Grande Muralha Verde” - Jared P. Scott (“The Great Green Wall”, Reino Unido, 92 min, 2019, livre) *disponibilizado por 24 horas, até às 17h do dia 7/06 (domingo).

19h - Debate “Mudanças Climáticas: desertificação, conflitos, migrações e outros impactos imediatos", com Fernando Meirelles, Paulo Artaxo, mediação de Daniela Chiaretti (a confirmar).

7 DE JUNHO (DOMINGO)

19h - Debate “System Error: como o atual sistema econômico leva à destruição ambiental, ao fim do trabalho digno e ao abalo da própria democracia", com Ladislau Dowbor, Sueli Carneiro (a confirmar) e mediação de Silvio Caccia Bava.

8 de JUNHO (SEGUNDA-FEIRA).

19h - Debate “Saúde - Como Comunicar em Tempos de Crise Sanitária e Fake News?”, com Douglas Rodrigues, Átila Iamarino (a confirmar) e mediação de Mariluce Moura.

 

Debate sobre racismo no 'Encontro' repercute na internet; veja depoimentos

Debate sobre racismo no 'Encontro' repercute na internet; veja depoimentos

O “Encontro com Fátima Bernardes” desta quinta-feira (4) promoveu um debate sobre racismo e abriu espaço para o ator Rafael Zulu, a influenciadora digital Tia Má e os jornalistas Manoel Soares e Valéria Almeida contarem experiências próprias de quando foram vítimas do preconceito racial. Os depoimentos emocionaram o público e o nome do programa foi parar na lista de assuntos mais comentados do Twitter

“Essa luta não começa hoje, começa desde o nascimento e vem de muita gente que veio antes da gente. Há menos de 130 anos você me compraria por R$ 200 reais e com R$ 5.000 mil reais você (Fátima) compraria todo mundo nesta tela”, disse Manoel Soares.

Ele, que é repórter do “Encontro” e do “É de Casa”, contou que foi parado pela polícia nesta semana e que chegou a ser algemado. "Eu, por exemplo, essa semana fui parado pela polícia. Quando eu saí do carro, o policial viu que eu era grande, ele teve uma postura um pouco mais agressiva. Inclusive, foi incentivado pelos seus colegas de trabalho a me algemar”, relatou o jornalista. "Quando eles me pararam, eu fiquei com muito medo”, disse Manoel.

 

O jornalista também falou sobre a criação dos filhos em uma sociedade racista. "Primeira coisa que eu tive que fazer... A gente faz isso há um bom tempo, mas ensinar meu filho a tomar uma geral da polícia. É horrível fazer isso. Você tem um filho lindo, Fátima, não sei se em algum momento da sua vida, você teve que chegar no seu filho quando ele tinha nove anos de idade, encostá-lo na parede como se você fosse um policial e simular uma abordagem", contou Manoel. 

“Eu tive que fazer isso com os meus filhos e faço com meus sobrinhos. Eu sei o que isso representa. E quanto mais escura é essa pele, mais você precisa ensinar o seu filho a, na hora que tiver recebendo a abordagem policial, manter as mãos em local visível, falar sempre 'sim, senhor', evitar poses que transmitam arrogância", afirmou. 

Racismo na escola

Rafael Zulu contou a filha Luíza, hoje com 13 anos, sofreu racismo na escola. Na época, a garota tinha 10 anos e uma colega de classe disse que ela não poderia assumir o papel principal de uma peça de teatro porque “ela era preta”. 

“Ontem eu tava conversando com a Luiza e a pauta era essa. Eu sempre falo para ela: o fato de você ser filha de alguém que tem vida pública não te isenta de absolutamente nada”, disse o ator. 

“Por mais empoderado que a gente seja, a gente ainda toma porrada. Era uma menina que tinha 10 anos. O racismo existe sim e não é velado nesse país. A gente toma porrada diariamente", completou o artista.

O crime de racismo

Tia Má contou que, apesar de tudo, ainda tem esperança que um dia o racismo acabe. Entretanto, ela ressaltou que ainda é preciso percorrer um grande caminho. “O que aconteceu nos Estados Unidos é uma realidade aqui no Brasil há mais de 400 anos. A gente fala muito de racismo estrutural, mas a gente não discute como a gente o percebe no cotidiano”, afirmou. 

 

 

 

Manoel Soares disse que enxerga esse momento doloroso como necessário para aumentar os debates sobre o crime de racismo e também para reconhecimento. “É um momento único para a gente se entender como tal. Boa parte de nós, não se reconhece negro”, pontuou.

A jornalista Valéria Almeida disse que crê em futuro melhor. “Eu realmente acredito para ter o melhor efeito a gente precisa ter mais que discussão, mais que movimentos nas redes sociais, a gente precisa de ações efetivas, políticas públicas”, opinou.

 

 

Internautas repercutiram o assunto nas redes sociais:

 

 

 

 

'O errado é não dizer nada', diz Meghan Markle a jovens sobre caso George Floyd

'O errado é não dizer nada', diz Meghan Markle a jovens sobre caso George Floyd

A atriz Meghan Markle, 38, gravou um vídeo para a formatura de um grupo de estudantes de sua antiga escola, a Immaculate Heart, em Los Angeles, nos Estados Unidos, e falou sobre George Floyd, morto por policiais brancos, o que motivou uma série de protestos antirracismo em vários países.

"Eu não tinha certeza do que poderia falar a você. Eu queria dizer a coisa certa, e fiquei bem nervosa que eu não conseguisse. E percebi que a única coisa errada a dizer é não dizer nada (...) Eu sinto muito, sinto muito que vocês tenham que crescer em um mundo onde isso ainda acontece", afirmou ela.

Meghan reafirmou que a vida de George Floyd importa, listando vários outros negros que também foram vítimas da violência nos Estados Unidos. "Assim como tantas outras pessoas, cujos nomes a gente sabe e aquelas cujos os nomes a gente não sabe", afirmou ela, que é canadense e se mudou em março para Los Angeles.

A mulher do príncipe Harry também recordou situações que ela presenciou na adolescência, em Los Angeles, semelhante às que o país vive hoje, destacando uma série de protestos ocorridos quando ela tinha em torno de 12 anos, também provocados por um "ato de racismo sem sentido".

"Eu me lembro do toque de recolher e de voltar correndo para casa vendo cinzas caírem do céu, sentindo o cheiro de fumaça, vendo pessoas correndo de prédios com sacolas. Lembro de ver homens atrás de uma van segurando armas, de ver uma árvore completamente carbonizada. E essas memórias não vão embora".

Meghan também falou que essa não é a graduação que os alunos de suas antiga escola imaginavam que teriam e recordou uma frase que ouviu de uma professora quando tinha em torno de 15 anos: "Sempre lembre de colocar a necessidade dos outros na frente de seus próprios medos".

Ela finalizou o vídeo parabenizando os estudantes e disse que tem orgulho deles. "Vocês estão equipados, prontos e nós precisamos de vocês. Estou muito ansiosa para ver o que vocês farão. Estou torcendo por vocês o tempo todo".

A duquesa Meghan Markle e o príncipe Harry participaram em março do último compromisso da realeza e anunciaram que buscavam um "novo papel progressivo", baseados principalmente na América do Norte, e que será financiado por eles mesmos.

Embora Harry continue sendo príncipe, o casal decidiu não utilizar seus títulos de "sua alteza real" - e não utilizará a palavra "real" em suas marcas, embora eles tenham dito que não há jurisdição da monarquia ou do governo que os impeçam de usar a palavra no exterior.