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Perguntas e Respostas

LIMITE DE VELOCIDADE

Passo todos os dias na rua Itamarandiba, no bairro Carlos Prates, na região Noroeste de Belo Horizonte, por ser a única ligação ao outro lado da avenida Pedro I, e sempre retorno pela avenida Carlos Luz. Por lá, existe um grande fluxo de veículos, caminhões e ônibus, mas principalmente carros que descem a via em alta velocidade. Como a rua não tem sinalização, os próprios moradores pintaram no asfalto um limite de velocidade, de 30 km/h, mas como foi a pintura foi mal feita, mais parecendo uma pichação, não tem efeito prático nenhum. Gostaria de pedir à Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da BHTrans, para fazer uma vistoria no local e fazer uma sinalização adequada em toda sua extensão, desde a rua Três Pontas até a av. Pedro II e seus cruzamentos, pois isso ajudaria muito os moradores do local.
Leitor

Resposta

A Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da BHTrans, informou que a solicitação do cidadão sobre sinalização na rua Itamarandiba foi analisada pela Gerência de Ação Regional Noroeste/Pampulha e que, após realizar vistoria, foi elaborado um projeto que contempla a substituição de pintura clandestina pela implantação de pintura no solo “Devagar 40 km/h” e de placa de velocidade máxima permitida de 40 km/h. Prefeitura de Belo Horizonte

LINHA DE ÔNIBUS

Gostaria muito que a Empresa de Transportes e Trânsito de Belo Horizonte, a BHTrans, esclarecesse por que a linha 702 vai até o bairro Xodó-Marize, que fica na região Norte da capital, sendo que ela não contempla o bairro? Tenho visto que os ônibus não passam por esse bairro, mas por fora, ou seja, nos bairros Juliana, Vila Cloris e Jardim Guanabara, excluindo todas as ruas do Xodó, onde, inclusive, tem escolas e Emeis. Espero uma resposta.
Leitor

Resposta

A BHTrans, em nota, esclareceu que, diferentemente do questionado, a linha 702 (Estação São Gabriel/Xodó-Marize) possui ponto de controle saindo da estação São Gabriel e ponto de retorno no bairro Xodó-Marize e que, portanto, atende o bairro. O órgão ainda acrescentou que as vias atendidas pela linha no bairro são: rua Alga Verde, rua dos Inhambus, rua das Tangerinas, rua Joaquim Clemente, rua Luiz Franzen de Lima e rua Ariane. BHTrans

SUGESTÕES AO MOVE

Nós, usuários do transporte coletivo da região metropolitana de Belo Horizonte, sugerimos que as catracas nas estações do Move sejam readequadas. O ideal seria já descer do ônibus e entrar no Move, sem precisar passar novamente pela roleta. Gostaríamos que fosse unificado o mesmo sistema já adotado nas estações Pampulha/Barreiro/Venda Nova. Creio que a diferença acontece por uma falta de controle das próprias estações da região de Justinópolis, em Ribeirão das Neves, mas que pode ser adequado. Sabemos também que não é cobrada a tarifa no segundo embarque, por isso não podemos usar mais que duas passagens diárias, ou seja, pagamos do próprio bolso as outras, se necessário. Outra sugestão é que o embarque seja feito pela porta traseira nas linhas alimentadoras na chegada do Move.
Leitor

Resposta

RESPOSTA I A Prefeitura de Ribeirão das Neves, em nota, informou que as demandas relacionadas ao Move Metropolitano são de competência do Departamento de Edificações e Estradas de Rodagem de Minas Gerais (DEER-MG). Prefeitura de Ribeirão das Neves RESPOSTA II Procurado, o DEER-MG disse, por meio da Secretaria de Infraestrutura e Mobilidade (Seinfra), que no Terminal Metropolitano de Justinópolis os passageiros precisam passar pelas catracas devido à diferença de altura entre as plataformas das linhas alimentadoras– que fazem o trajeto bairro/terminal/bairro – e as das linhas troncais – que fazem o percurso entre o terminal e Belo Horizonte. O órgão também acrescentou que no Terminal Metropolitano de Justinópolis existem duas tarifas diferentes, sendo uma para as linhas que atendem a área central de Ribeirão das Neves e outra para os ônibus da região de Justinópolis. Por esse motivo, não é possível realizar o embarque pela porta traseira. DEER-MG

Alô Redação

Sexualidade

A educação sexual serve para tornar a escola menos hostil com os homossexuais, travestis, transexuais etc. Grande parte dos pertencentes a essas minorias não consegue concluir os estudos porque a sala da aula virou um ambiente de violência física e psicológica para eles. A abordagem do tema nesses espaços serve para que os jovens vivam sua sexualidade de forma saudável e evitem uma gravidez indesejada, por exemplo. A escola tem que ensinar, sim, porque, se depender de famílias ignorantes, vamos formar mais uma geração de pessoas que matam travestis usando a Bíblia como justificativa.
Por Mônica Martins

Racismo

É uma grande tolice a polêmica sobre a declaração descuidada do apresentador abordada pela matéria “Stanley coleciona processos na justiça”, publicada ontem no jornal Super Notícia. Parece que ninguém mais pode falar “preto” ou “negro” sem que algum “defensor de minorias” o acuse de preconceito. Eu já fui vítima de um desses cretinos, por usar o termo “macacada”, sem nem me referir a pessoas de cor negra. Será que o Tião Carreiro era racista pelos versos “a coisa tá feia, a coisa tá preta”.
Por Luciano Nogueira Marmontel

Colégio Militar

É melhor investir na educação do que sofrer com a marginalização. Todas deveriam implantar esse sistema de forma definitiva. Educar para socializar.
Por F. Avelar

Recados do Coração

Mafalda

Mafalda O Centro Educacional João Amós Commenius (Cejac) se sente extremamente honrado em fazer parte de sua história, Mafalda Ferreira. Nós temos certeza de que sua trajetória vai ser de muito sucesso. Mafalda, você é uma criança de um futuro bastante promissor.
Por Nídia Ferreira

Clarice

Clarice As verdadeiras amizades são as que levamos da infância para vida, pois, quando crescemos ao lado de alguém especial, essa pessoa se torna parte da família e fica mais íntima até que o irmão. Clarice, mesmo que estejamos distantes, saiba que você é importante e especial para mim.
Por Carina

Narjara Garajau

Querida amiga, cada uma de nós, com tantas diferenças e tão parecidas, possuímos, ao nascer, uma data que nos assegura levar adiante um dia de festa todos os anos: a comemoração do nosso aniversário. O seu chegou mais uma vez e, com certeza, tantas pessoas que conhecem você estão se lembrando desta data tão importante e especial: o seu aniversário. É bom saber da sua existência. Poder trabalhar ao seu lado e conhecer você foram os melhores acontecimentos para nós. Para mim, é um orgulho ter compartilhado meus dias de trabalho com você, e espero que assim seja por muitos e bons anos. Desejamos que Deus coloque na sua vida grandes bênçãos, saúde e alegria! E o resto você vai conseguir. Parabéns! Feliz aniversário! Celebre esse dia ao lado dos que mais ama.
Por Priscilete e Rutinete

Por onde Anda

Leia

Gostaria de poder reencontrar minha amiga Leia. A última informação que tenho é que ela mora no bairro Jardim Vitória, na região Nordeste de Belo Horizonte. Eu tinha contato com o irmão dela, Marcos, que trabalhava em uma empresa no mesmo bairro, mas perdemos o contato quando ele deixou de atuar lá. Peço que, se alguém tiver informações, por favor, entre em contato comigo. Obrigado. Bigode.
Telefone: (31) 99249-0603

José Marques

Atenção moradores da região de Ponte Nova, na Zona da Mata, gostaria de poder contar com a ajuda de vocês para conseguir localizar meu pai, José Marques da Fonseca, filho de Telesforo Basílio de Paiva e Sebastiana da Fonseca. Ele está desaparecido há 54 anos. Nós já moramos em Santo Antônio do Grama, naquela época distrito de Rio Casca; São Pedro dos Ferros; Abre Campo; Matipó; Raul Soares; e São José do Goiabal, no Vale do Aço; entre outras regiões, das quais não me recordo muito bem. Em todos esses locais, meu pai era conhecido como José Telesti ou José Eugênio. Ele trabalhava como lenhador, cortando lenha para as carvoarias, e agricultor. Além disso, foi casado com Marina Rodrigues de Moraes, da cidade de Jequeri, também na Zona da Mata. Meu pai é tudo que falta para completar minha felicidade. Então, peço, por favor, que me ajudem a localizá-lo. Caso você saiba onde eu possa encontrar José Marques, entre em contato comigo. Eu me chamo Eva Clemente da Fonseca.
Telefone: (31) 99932-2051

Frederico

Eu me chamo Manuela Cavalcanti, sou surda, moro no bairro Guarani, na região Norte de Belo Horizonte, e estou procurando Frederico, meu amigo de adolescência. Não tenho notícias dele há 24 anos. Estudamos juntos no Instituto Brasileiro Eduard Clapared (Ibec), no bairro Floresta, em Belo Horizonte. A última vez que conversamos foi em 1994, quando eu ainda morava no bairro Bonfim, na região Noroeste de Belo Horizonte. Frederico tem pele morena clara, olhos castanho-escuros, cabelos pretos e estatura mediana. Quem souber onde ele está ou tiver mais informações sobre ele, por favor, me envie uma mensagem de texto. Muito obrigada.
Telefone: (31) 99407-8231 (o número é WhatsApp também