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Perguntas e Respostas

‘A rua existe só pra prefeitura’

O Panelaço estreia hoje sob o comando de Tio Nelso, que vai até as comunidades para ajudar a resolver problemas do dia a dia. Ele começou sua ronda pelo bairro Buritis, na região Oeste da capital. O problema no local está na rua Márcio Maia Ferreira, cujas obras ainda não teriam sido concluídas pela Prefeitura de Belo Horizonte. A via, que dá acesso à avenida Mário Werneck, de acordo com os moradores, está sem asfalto e passeio. Além disso, eles relatam, há buracos e carrapatos, situação que tem causado muitos transtornos à comunidade local. Os moradores disseram que já reclamaram na prefeitura, mas que o órgão ainda não se pronunciou. É o que relata o advogado Ricardo Lara. “A prefeitura não dá resposta. Essa rua só existe para o órgão, pois ela está implantada. É uma rua de trânsito local, mas não passa carro”, conta o morador, que considera o problema simples de ser resolvido. Para o engenheiro civil Cláudio Henrique Martins, que foi contratado por um morador da rua para abrir um acesso exclusivo para o prédio dele, não há motivos para a prefeitura ainda não ter concluído as obras da via, uma vez que se trata de um bairro importante e de uma rua pequena. “Parece que não chega a 100 m. Não dá para entender”, reclama. Segundo ele, a obra do edifício está em fase final. “Mas como os carros vão entrar?”, questiona.
Ricardo Lara

Resposta

A Prefeitura de BH, por meio da Secretaria de Obras e Infraestrutura, informou em nota que a Subsecretaria de Fiscalização fará uma vistoria para verificar a regularidade da obra particular que está sendo feita na rua Márcio Maia Ferreira. Sobre a situação da via, o órgão apenas informou que ela se encontra limpa. Ainda de acordo com a secretaria, o cidadão deve fazer denúncias pelo telefone 156, pelo site prefeitura.pbh.gov.br ou presencialmente, no BH Resolve.

FALTA DE LUZ GERA MEDO EM RIBEIRÃO DAS NEVES

Solicito à Prefeitura de Ribeirão das Neves, na região metropolitana de Belo Horizonte, a instalação de um poste de energia elétrica na avenida das Oliveiras, no bairro Nossa Senhora da Piedade. Trata-se de uma rua sem saída, local ermo, onde a criminalidade pode usar de artifícios para fugas e esconderijo. Pedimos também a retirada de um outro poste no meio da mesma rua, em frente ao número 10. Se possível, gostaríamos que ele fosse instalado em outro lugar, podendo, assim, evitar acidentes.
Leitor

Resposta

RESPOSTA I A Prefeitura de Ribeirão das Neves, através da Secretaria de Obras, informou que a instalação de postes é de responsabilidade da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), e que a responsabilidade do município é somente com a iluminação pública, ou seja, troca de lâmpadas, braços e luminárias. O órgão ainda acrescentou que vai solicitar um orçamento e enviar o pedido para a Cemig, mas que o prazo para autorização do serviço é de aproximadamente de dez meses. Prefeitura Municipal de Ribeirão das Neves RESPOSTA II A Cemig, por meio de nota, disse que a responsabilidade pela instalação de equipamentos de iluminação pública, incluindo postes, é das prefeituras municipais, portanto, cabe ao órgão somente instalar o poste para iluminação, mediante solicitação da Prefeitura de Ribeirão das Neves, que é “a pessoa jurídica de direito público responsável pelas despesas decorrentes”. Cemig

CABINE DE ÔNIBUS

Usuários do transporte público metropolitano do bairro PTB, em Betim, na região metropolitana de Belo Horizonte, reclamam que na BR–381, sentido São Paulo, na altura do viaduto PTB, tem uma cabide de ônibus destruída por conta do desgaste. De acordo com os usuários, não há como se proteger do sol ou da chuva, pois faz um ano que o teto do local caiu.

Resposta

RESPOSTA I O Departamento de Edificações e Estradas de Rodagem de Minas Gerais (DEER/MG) informou que, por se tratar de um trecho rodoviário que não está sob a responsabilidade do Estado, o órgão não pode instalar, reformar ou substituir abrigo de ônibus. Portanto, cabe ao responsável pelo setor realizar os serviços necessários para atender as demandas e reivindicações da comunidade. DEER RESPOSTA II Por sua vez, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) – responsável pela manutenção, ampliação, construção, fiscalização do transporte rodoviário –, informou que esse trecho da BR–381 foi concedido e não está sob responsabilidade do órgão e, sim, da empresa Arteris Autopista Fernão Dias. DNIT RESPOSTA III Já a Fernão dias disse que a construção e manutenção dos pontos de ônibus urbanos são de responsabilidade das prefeituras ou empresas de transportes urbanos. Fica a cargo destas entidades encaminhar à Arteris Fernão Dias e ANTT (Agência Nacional de Transporte Terrestre) um projeto executivo referente a construção deste ponto de ônibus, para que a agência reguladora e concessionária aprovem os serviços que serão realizados no local. Após a aprovação, as entidades (prefeitura ou empresas de transportes urbanos) ficarão responsáveis pela execução da obra e manutenção do mesmo. Referente a cabine de ônibus do km 489+600, próximo ao bairro PTB, a mesma já foi retirada do local há pelo menos seis meses. Caso empresas de transporte público ou prefeitura venham a construir uma nova cabine, a obra deverá seguir os procedimentos mencionados acima. Fernão Dias RESPOSTA IV A Transbetim informou que o local não é de responsabilidade da empresa, mas que em função do grande número de usuários e das diversas solicitações, ela interviu e entrou em contato com o órgão responsável pelo ponto de ônibus para solicitar autorização para implantação de um abrigo de ponto de ônibus. Para isso, será necessário que o órgão responsável realize uma visita técnica para confirmar se o local possui as características técnicas necessárias para a devida instalação do novo abrigo. Ainda segundo a Transbetim, essa demanda está sendo tratada como prioridade. Transbetim

PAGANDO CARO POR ÁGUA

Gostaria de ter a ajuda do jornal Super Notícia para resolver um problema que tenho com a Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa). Minhas faturas sempre vinham no valor entre R$ 50 e R$ 100, sendo um consumo de 8.000 l a 12 mil litros de água. Mas, em fevereiro deste ano, a conta veio R$266,42, mais que o dobro, voltando a acontecer em abril, quando recebi uma conta de R$ 390,34. Em ambos os casos, veio a notificação da Agência Reguladora de Serviços de Abastecimento de Água e de Esgotamento Sanitário do Estado de Minas Gerais (Arsae) dizendo que o consumo estava acima da média. Contratei dois bombeiros hidráulicos, e nenhum deles atestou problema de vazamento. Então, fui à Copasa, e a empresa trocou o hidrômetro. Notei que, após a troca, a situação se normalizou, pois foram emitidas quatro faturas, e todas elas vieram com os valores normais. Isso para mim já é evidência suficiente de que o problema era no hidrômetro. Se o problema fosse vazamento ou qualquer problema hidráulico na minha residência, a conta continuaria vindo cara mesmo após a troca, não é mesmo? Por isso, eu gostaria de solicitar uma reanálise para uma possível renegociação das faturas caras. Cabe salientar que eu fui forçada a parcelar as faturas para não ter o fornecimento de água interrompido, visto que se trata de um bem essencial.
Leitora

Resposta

Procurada para poder se posicionar, em nota, a Copasa informou que foi realizada uma análise da situação da leitora e que, após a verificação da conta e considerando o laudo de aferição do hidrômetro, não foi encontrada nenhuma irregularidade no funcionamento do equipamento que tenha alterado os valores das contas reclamadas e que justifique a renegociação. O órgão também acrescentou que, nos casos em que são identificados e corrigidos problemas relacionados a vazamento de água em instalações hidráulicas internas do imóvel, no período em que ocorre a alteração do consumo, o cliente pode solicitar um desconto nos valores das contas, com a justificativa de uso atípico de água, conforme regras estabelecidas na Resolução 40/2013 (Artigo 103) da Agência Reguladora dos Serviços de Abastecimento de Água e de Esgotamento Sanitário de Minas Gerais (Arsae/MG). Mas, para isso, é necessário apresentar o formulário “Declaração de Ocorrência de Vazamento”, fornecido pela empresa, bem como os recibos das despesas com mão de obra e materiais e imagens do vazamento. Copasa

LIMITE DE VELOCIDADE

Passo todos os dias na rua Itamarandiba, no bairro Carlos Prates, na região Noroeste de Belo Horizonte, por ser a única ligação ao outro lado da avenida Pedro I, e sempre retorno pela avenida Carlos Luz. Por lá, existe um grande fluxo de veículos, caminhões e ônibus, mas principalmente carros que descem a via em alta velocidade. Como a rua não tem sinalização, os próprios moradores pintaram no asfalto um limite de velocidade, de 30 km/h, mas como foi a pintura foi mal feita, mais parecendo uma pichação, não tem efeito prático nenhum. Gostaria de pedir à Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da BHTrans, para fazer uma vistoria no local e fazer uma sinalização adequada em toda sua extensão, desde a rua Três Pontas até a av. Pedro II e seus cruzamentos, pois isso ajudaria muito os moradores do local.
Leitor

Resposta

A Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da BHTrans, informou que a solicitação do cidadão sobre sinalização na rua Itamarandiba foi analisada pela Gerência de Ação Regional Noroeste/Pampulha e que, após realizar vistoria, foi elaborado um projeto que contempla a substituição de pintura clandestina pela implantação de pintura no solo “Devagar 40 km/h” e de placa de velocidade máxima permitida de 40 km/h. Prefeitura de Belo Horizonte

LINHA DE ÔNIBUS

Gostaria muito que a Empresa de Transportes e Trânsito de Belo Horizonte, a BHTrans, esclarecesse por que a linha 702 vai até o bairro Xodó-Marize, que fica na região Norte da capital, sendo que ela não contempla o bairro? Tenho visto que os ônibus não passam por esse bairro, mas por fora, ou seja, nos bairros Juliana, Vila Cloris e Jardim Guanabara, excluindo todas as ruas do Xodó, onde, inclusive, tem escolas e Emeis. Espero uma resposta.
Leitor

Resposta

A BHTrans, em nota, esclareceu que, diferentemente do questionado, a linha 702 (Estação São Gabriel/Xodó-Marize) possui ponto de controle saindo da estação São Gabriel e ponto de retorno no bairro Xodó-Marize e que, portanto, atende o bairro. O órgão ainda acrescentou que as vias atendidas pela linha no bairro são: rua Alga Verde, rua dos Inhambus, rua das Tangerinas, rua Joaquim Clemente, rua Luiz Franzen de Lima e rua Ariane. BHTrans

SUGESTÕES AO MOVE

Nós, usuários do transporte coletivo da região metropolitana de Belo Horizonte, sugerimos que as catracas nas estações do Move sejam readequadas. O ideal seria já descer do ônibus e entrar no Move, sem precisar passar novamente pela roleta. Gostaríamos que fosse unificado o mesmo sistema já adotado nas estações Pampulha/Barreiro/Venda Nova. Creio que a diferença acontece por uma falta de controle das próprias estações da região de Justinópolis, em Ribeirão das Neves, mas que pode ser adequado. Sabemos também que não é cobrada a tarifa no segundo embarque, por isso não podemos usar mais que duas passagens diárias, ou seja, pagamos do próprio bolso as outras, se necessário. Outra sugestão é que o embarque seja feito pela porta traseira nas linhas alimentadoras na chegada do Move.
Leitor

Resposta

RESPOSTA I A Prefeitura de Ribeirão das Neves, em nota, informou que as demandas relacionadas ao Move Metropolitano são de competência do Departamento de Edificações e Estradas de Rodagem de Minas Gerais (DEER-MG). Prefeitura de Ribeirão das Neves RESPOSTA II Procurado, o DEER-MG disse, por meio da Secretaria de Infraestrutura e Mobilidade (Seinfra), que no Terminal Metropolitano de Justinópolis os passageiros precisam passar pelas catracas devido à diferença de altura entre as plataformas das linhas alimentadoras– que fazem o trajeto bairro/terminal/bairro – e as das linhas troncais – que fazem o percurso entre o terminal e Belo Horizonte. O órgão também acrescentou que no Terminal Metropolitano de Justinópolis existem duas tarifas diferentes, sendo uma para as linhas que atendem a área central de Ribeirão das Neves e outra para os ônibus da região de Justinópolis. Por esse motivo, não é possível realizar o embarque pela porta traseira. DEER-MG

FALTA DE LUZ LEVA MEDO AOS MORADORES DO BAIRRO JUSTINÓPOLIS, EM RIBEIRÃO DAS NEVES

Gostaria de pedir à Prefeitura de Ribeirão das Neves que instale um poste de energia elétrica na avenida das Oliveiras, em frente ao número 144, no bairro Nossa Senhora da Piedade, em Justinópolis. Trata-se de uma rua sem saída, um local ermo, onde a criminalidade pode fazer da falta de iluminação um artifício para fugas e esconderijos, colocando nossas vidas em risco. Peço também a retirada de outro poste, na mesma rua, em frente ao número 10, e, se possível, que ele seja colocado em outro espaço da via. Dessa forma, alguns acidentes frequentes poderiam ser evitados.
Leitor

Resposta

RESPOSTA I Procurada para poder esclarecer a demanda, a Prefeitura de Ribeirão das Neves informou, por meio da Secretaria Municipal de Obras, que fará uma visita técnica ao local para analisar a situação. O órgão disse também que esse tipo de serviço depende de autorização da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), por se tratar do ativo de sua propriedade (poste e rede elétrica), e que a prefeitura somente tem autonomia no que se refere à manutenção de iluminação pública, no caso a troca de lâmpadas. Prefeitura de Ribeirão das Neves RESPOSTA II Citada na resposta anterior, a Cemig informou que o fornecimento de energia elétrica já ocorre no endereço citado, e que a expansão da rede de iluminação pública é de responsabilidade da prefeitura. Em relação à realocação do poste, a Cemig esclareceu que a rede foi instalada antes da criação da rua, ou seja, nesse caso, cabe à prefeitura fazer o pedido à Cemig para que o serviço seja avaliado e executado. Cemig

FALTA DE FISCALIZAÇÃO FAZ ÔNIBUS DE IGARAPÉ E SÃO JOAQUIM DE BICAS RODAREM SEM IDENTIFICAÇÃO

Vejam o descaso que os órgãos responsáveis pela fiscalização do transporte metropolitano dos municípios de Igarapé e São Joaquim de Bicas, ambas na região metropolitana de Belo Horizonte, têm com a população. Quase todos os dias, temos que ficar pedindo informações aos motoristas de ônibus para saber aonde estão indo os coletivos, pois a maioria deles não tem o letreiro, seja o de LED (frontal) ou o da lateral, a exemplo da linha 3851. Nós, passageiros, temos que dar sinal e perguntar aos motoristas a rota do veículo, isso quando eles param, pois entendem que a pausa faz a viagem demorar mais. Nos letreiros de alguns ônibus, não é possível ver nem o número das linhas. Imaginem o transtorno para usuários que não estão acostumados a usar esses ônibus! Agora eu pergunto: onde está a fiscalização do Departamento de Edificações e Estradas de Rodagem de Minas Gerais (DEER-MG), que fica perseguindo os perueiros e não monitora o trabalho das empresas? Como veículos caindo aos pedaços, sujos e sem manutenção podem estar transitando dessa forma? Peço aos órgãos competentes que fiscalizem a situação e tomem as providências cabíveis.
Leitor

Resposta

Em nota de resposta ao leitor, o DEER-MG informou que os responsáveis por atender municípios de Igarapé e São Joaquim de Bicas serão convocados para prestar esclarecimentos a respeito da falta de identificação do itinerário nos letreiros frontal e lateral em veículos da linha 3851 e serão devidamente orientados a seguir e manter o padrão estabelecido para informação aos passageiros em todos os serviços sob sua responsabilidade. O órgão já programou uma ação de fiscalização para os próximos dias. Para enviar reclamações ao setor de fiscalização do DEER-MG, o usuário pode ligar 155 opção 6 (a partir de telefonia fixa) ou (31) 3069-6601 (se a chamada for feita a partir de telefonia fixa ou móvel); ou escrever para o e-mail: atendimento@deer.mg.gov.br. DEER-MG

ÁRVORE DE GRANDE PORTE COM RISCO DE QUEDA EM BH

No último dia 19 de junho, liguei para o atendimento 156, da Prefeitura de Belo Horizonte, para comunicar o sério risco de queda de uma árvore totalmente oca. A referida planta está localizada na avenida do Contorno, número 3.542, em frente à agência do Banco do Brasil. Para meu espanto, a atendente me pediu para ligar para os bombeiros, em vez de enviar um técnico para avaliar a situação da árvore. Falei para ela que não ia ligar, pois penso que um técnico tinha que fazer uma avaliação primeiro e, após essa inspeção, decidiria se a prefeitura ou os bombeiros seriam acionados. Acho um absurdo essa burocracia que atinge a maioria dos órgãos públicos. Depois acontece a queda dessa árvore de grande porte, como ocorreu na última semana, e a prefeitura foge de suas responsabilidades.
Leitora

Resposta

Em nota, a Prefeitura de Belo Horizonte informou que a orientação do atendente do número 156 estava correta e, em casos de risco iminente de queda de árvore, o solicitante deverá acionar o Corpo de Bombeiros. Em relação à arvore citada, o órgão disse que já havia na Superintendência de Desenvolvimento da Capital (Sudecap) um pedido de vistoria. Segundo a PBH, trata-se de um legustre de médio porte, com lesão na base do tronco, e sua supressão está agendada para esta semana. A Sudecap ainda acrescentou que os canais oficiais de atendimento da PBH são o aplicativo PBH App, o site www.pbh.gov.br e o telefone 156. O solicitante receberá um número de protocolo para acompanhamento da demanda. Prefeitura de Belo Horizonte

RISCOS DE ACIDENTES POR FALTA DE PLACA DE SINALIZAÇÃO NA AVENIDA PROFESSOR MÁRIO WERNECK, NA CAPITAL

Sou leitor assíduo do jornal Super Notícia e gostaria de deixar um alerta para a Empresa de Transportes e Trânsito de Belo Horizonte (BHTrans). Existe, na avenida Professor Mário Werneck, próximo ao número 280, um imóvel que, quando foi construído, provocou a invasão de meia pista, descendo na curva. Por ali já existiu uma placa de advertência, porém foi danificada com o tempo. Sem esse aviso, vários veículos descem nessa curva em alta velocidade, o que tem aumentado as chances de causar um acidente. Existe também um poste, na mesma rua, com uma lâmpada queimada. Sem iluminação e sem uma placa de atenção, os motociclistas são os mais sujeitos a se envolverem em um acidente de trânsito.
Leitor

Resposta

Procurada para poder esclarecer a demanda, a Prefeitura de Belo Horizonte disse, por meio da BHTrans, que o acréscimo de passeio foi autorizado pelo órgão, mas que esse adicional fica em uma área de estacionamento, e não de pista de rolamento. O órgão também informou que foi instalada uma placa de atenção no trecho para alertar os motoristas. Além disso, o órgão acrescentou que uma equipe da empresa vai fazer uma vistoria no local para verificar se a sinalização está adequada. Já em relação à iluminação, a prefeitura disse que não houve nenhum pedido referente à demanda e que, para solicitar novos pontos de iluminação ou troca de lâmpadas, o cidadão deve entrar em contato por meio do call center: 0800-941-6789. Após feito o pedido, uma equipe de engenharia é direcionada ao local para avaliar a demanda, observar aspectos técnicos e elaborar o projeto e a execução da demanda. Prefeitura de Belo Horizonte

RODOVIÁRIA

No dia 9 de junho deste ano o jornal Super Notícia publicou a seguinte nota na sessão “Alô Redação”, na página 2: “Venho solicitar aos responsáveis que cuidem mais da rodoviária de BH, principalmente na parte Oeste onde não há a mínima infraestrutura, pois não temos sequer um bebedouro, muito menos um banheiro. Hoje em dia, pode até ser usado um banheiro químico, masculino/feminino, com total limpeza e higiene. Já pagamos um preço alto nas passagens. Imagina você apertado dentro de um ônibus desses? Não é fácil, né? Pensem nisso”. Para saber como está a manutenção desses espaços citados por um leitor, cobramos da administração do Terminal Rodoviário Governador Israel Pinheiro (Tergip), em Belo Horizonte, esclarecimentos.

Resposta

Em atendimento à solicitação, o Tergip esclareceu que o Pátio Oeste pertence ao território do terminal rodoviário. Entretanto, é um local cedido gratuitamente às concessionárias de serviço de transporte semiurbano da categoria executivo, ou seja, funcionam como um ponto de ônibus convencional para as linhas supracitadas. Por se tratar de serviço atípico, que não é oferecido pela rodoviária, além de consistir em cessão não onerosa para as empresas de transporte, os passageiros das linhas 1033-1 (Sete Lagoas), 3212 (Betim), 4800 (Caeté), 5887 e 5888 (Lagoa Santa) e 4986 (Sabará) também não pagam a tarifa de embarque no valor de R$ 3,90, cobrada a todos os passageiros usuários dos transportes intermunicipais/interestaduais oferecidos pelas empresas cadastradas do terminal. O pagamento dessa tarifa garante a gratuidade no acesso aos sanitários presentes no Tergip. A administração do terminal ainda acrescentou que assim como em todos os ambientes do prédio da rodoviária o Pátio Oeste conta com a atuação de profissionais de segurança e com monitoramento 24 horas, realizado por meio de câmeras de vigilância para garantir a segurança dos usuários. Quanto aos bebedouros, o Tergip conta com nove aparelhos disponíveis ao público: oito estão localizados no hall principal e um fica na área de desembarque. Caso os usuários das linhas de transporte semiurbano, dispostas no Pátio Oeste, queiram fazer refeições ou utilizar os sanitários, devem proceder como quaisquer outros usuários do terminal, procurando pelos mesmos em lanchonetes, restaurantes, ou os que estão distribuídos na área de desembarque e no hall do prédio da rodoviária. Para a utilização dos sanitários presentes no terminal, é necessário efetuar o pagamento da tarifa vigente cobrada pela concessionária mantenedora dos espaços. Terminal Rodoviário de Belo Horizonte

DESPERDÍCIO DE ÁGUA NA AVENIDA PROFESSOR MÁRIO WERNECK, NO BAIRRO BURITIS

Sou morador do bairro Buritis, um cartão de entrada da Grande Belo Horizonte, porém na avenida Professor Mário Werneck, os canteiros centrais, que foram adaptados por irrigadores de plantas e gramas, estão sendo ignorados pela falta de fiscalização e manutenção. Nas madrugadas, quando são acionados os sistemas de irrigação, fica jorrando água de maneira excessiva e fora dos objetivos. Ou seja, por estragos de vândalos, defeitos não corrigidos, a água está escoando em abundância no asfalto. É notória a falta de bom senso com o bem mais precioso: a água. A maior tristeza é a choradeira quando pagamos tributos altíssimos e temos que racionar.
Leitor

Resposta

Procurada, a Prefeitura de Belo Horizonte informou, por meio da Regional Oeste, que já encaminhou a demanda ao setor responsável por realizar a vistoria para que sejam tomadas as providências cabíveis para evitar desperdício de água. O órgão ainda acrescentou que, como não há ponto de referência na demanda, vários pontos da avenida Professor Mário Werneck terão que passar por vistoria. Prefeitura de Belo Horizonte

DEMANDA DE LINHA DE ÔNIBUS

O Panelaço de hoje visita o bairro Betânia, na região Oeste de Belo Horizonte, e o pedido aqui é muito simples: a população quer que a BHTrans implemente uma linha entre os bairros Nova Cintra e Barreiro, pois, de acordo com eles, isso ajudaria não só o cotidiano de quem trabalha entre essas regiões, mas também para o transporte de pessoas até o Hospital do Barreiro.

Resposta

Em resposta à solicitação, a Gerência de Ação Regional Barreiro-Oeste, da BHTrans, é que deve fazer a avaliação sobre a possibilidade de se implantar ou não a linha. O órgão acrescentou também que enviará um analista para verificar essa viabilidade. A Comissão Regional de Transporte e Trânsito vai apresentar a proposta à comunidade. Além disso, o órgão ressaltou que a linha 208 atende o itinerário sugerido e que as linhas suplementares são implementadas em regiões que não são atendidas pelo transporte convencional. BHTrans

TRÂNSITO EM CONTAGEM

Sou funcionário de uma empresa de grande porte em Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte. Alguns sócios e diretores dessa empresa não residem aqui, em Minas Gerais. Sendo assim, me sinto envergonhado quando tenho que me deslocar com eles da empresa para qualquer destino, que utilize a BR–381 (passando pela avenida Cardeal Eugênio Pacelli), no sentido da avenida Amazonas, pois nesse trecho já houve vários equívocos e a agência reguladora de trânsito (Transcon), vem fazendo um péssimo planejamento em relação ao tráfego. Já temos um alto fluxo de veículos nesse trecho e foi feito um novo afunilamento na junção da avenida Cardeal Eugênio Pacelli com a avenida Amazonas, principalmente no trecho que chega ao Anel Rodoviário. Já colocaram vários tachões e obstáculos. Isso provocação uma limitação no tráfego, ficando apenas disponível uma pista para quem for usar o Anel Rodoviário, no sentido do aeroporto da Pampulha ou de Confins. O pior é que devido a esse tipo de intervenção, o engarrafamento agora é em qualquer horário e já começa nas proximidades do Supermercado BH. Gostaria de uma atenção maior desses órgãos em relação a esse grave problema de falta de fluidez e desobstrução do trânsito nesse trecho tão curto de tráfego.
Leitor

Resposta

RESPOSTA 1 Procurada para poder se pronunciar a Autarquia Municipal de Trânsito e Transportes de Contagem (Transcon) informou que o trecho reclamado pertence ao município de Belo Horizonte e que a referida alteração na sinalização horizontal foi realizada pela Concessionária VIA 040, que gerência o Anel Rodoviário. Sendo assim, a reclamação deverá ser encaminhada aos órgãos responsáveis. Transcon RESPOSTA 2 Citada na resposta anterior, em posicionamento, a Concessionária Via 040 esclareceu que o trecho citado pelo leitor é fora do seu trecho de concessão. A empresa também acrescentou que a instalação de tachas refletivas (olhos de gato) no ponto citado visa à organização do tráfego de acesso ao Anel Rodoviário, ação que faz parte do “Aliança pela Vida”, projeto com o objetivo de melhorar a segurança e fluidez do Anel Rodoviário e que envolve órgãos federais, estaduais e municipais. Via 040 RESPOSTA 3 Se posicionando perante esse caso, a Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da BHTrans, disse que a interseção da avenida Amazonas com o Anel Rodoviário, que é o encontro das BRs 381 e 040, sendo esse trecho sob responsabilidade da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e é operada sob concessão por meio da VIA 040, não tendo a BHTrans jurisdição sob a via neste local. Prefeitura de Belo Horizonte RESPOSTA 4 A equipe do Super Notícia entrou em contato com a assessoria de impressa da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) por várias vezes desde a semana passada, mas até ontem o órgão ainda não se pronunciou sobre o assunto.

DESCASO DA PREFEITURA EM UM LOTE ABANDONADO, NO BAIRRO FLORAMAR

Gostaria de fazer um apelo e uma denúncia contra a Prefeitura de Belo Horizonte. Meus pais são moradores do bairro Floramar, na região Norte da capital, e por lá existe um lote vago na rua Olívia Maria de Jesus, esquina com a av. Cristiano Machado e perto da estação do Metrô. Este lote tem causado diversos problemas, pois há mato alto e vários pneus, tornando-se um local para a procriação dos mosquitos causadores de várias doenças, principalmente da dengue. O descaso lá é enorme.
Leitora

Resposta

Procurada para poder esclarecer a demanda, a Prefeitura de Belo Horizonte disse que a fiscalização da regional Norte já notificou o proprietário do lote vago, no bairro Floramar, para realizar a limpeza e fechamento, e que o dono tem um prazo para realizar as adequações, que caso venha a ser descumprido poderá ser multado. O órgão também salientou que o cidadão deve fazer denúncias pelo telefone 156, presencialmente no BH Resolve (avenida Santos Dumont, 363, Centro), no Portal de Serviços (pbh.gov.br/sac) ou pelo aplicativo da PBH e que a população também pode contribuir evitando o descarte irregular de resíduos em locais inapropriados. Prefeitura de Belo Horizonte

BUEIRO A CÉU ABERTO, NO BAIRRO TIROL, NO BARREIRO

O Panelaço de hoje visitou a rua Fabiano Taylor, próxima ao número 188, no bairro Tirol, na região do Barreiro, perto da obra da bacia Córrego dos Camarões, para ouvir uma queixa dos moradores que estão com o problema de um bueiro aberto há mais de um mês. Segundo os entrevistados, o bueiro já provocou leves acidentes, principalmente em carros pequenos. A comunidade quer saber se há uma previsão para ele ser tampado novamente.

Resposta

Por meio da Superintendência de Desenvolvimento da Capital (Sudecap), a Prefeitura de Belo Horizonte informou que a grelha citada já foi substituída por diversas vezes, pois a mesma não suporta o volume intenso de água que recebe. O órgão também acrescentou que após uma nova vistoria da Gerência Regional de Manutenção Barreiro, o local foi devidamente sinalizado e foi colocada uma chapa de metal para evitar acidentes e que um nova grelha, de tipo mais resistente, já está sendo produzida para o local. Prefeitura de Belo Horizonte

RUA NO BAIRRO DOM BOSCO, EM BELO HORIZONTE, PODE AFUNDAR A QUALQUER MOMENTO

Eu sou morador do bairro Dom Bosco, localizado na região Noroeste de Belo Horizonte, e gostaria de chamar atenção para um problema que vem acontecendo na rua onde moro, Ipatinga do Oeste, há bastante tempo. Devido à falta de drenagem, a via vem afundando em frente ao imóvel de número 128. A Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) construiu uma espécie de mini quebra-molas para desviar o curso da água. No entanto, a medida tomada não adiantou nada – pelo contrário, o problema vem só aumentando. Nós, moradores, principalmente em dias de chuva mais forte, colocamos sacos de areia em volta do quebra-molas, na tentativa de desviar a água. Nossa iniciativa, no entanto, não resolveu muita coisa, já que a erosão continua crescendo. Pedimos que a prefeitura da capital ou a regional Nordeste – ou algum órgão público responsável pelo caso – realize uma obra para resolver o problema, sem ficar esperando que rua afunde de uma vez.
Leitor

Resposta

Procurada para poder se manifestar sobre a reclamação do leitor, a Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) informou, por meio da Secretaria Municipal de Obras e Infraestrutura, que a obra de contenção de talude para dar estabilidade definitiva à rua Ipatinga do Oeste, no bairro Dom Bosco, na região Noroeste da capital mineira, está em fase de planejamento. O órgão também ressaltou que, em outubro do ano passado, a Gerência de Manutenção da Regional Noroeste concluiu serviços de manutenção na via, com a instalação de sacos, lonas e selagem das trincas do pavimento, com o objetivo de minimizar infiltrações de águas pluviais. Ainda segundo a prefeitura da capital, essas intervenções foram executadas com recursos próprios e permitiram o trânsito de pessoas e veículos na via. O local continua sendo monitorado pelos órgãos da administração municipal.

LOTE ABANDONADO NO BAIRRO ATALAIA, RIBEIRÃO DAS NEVES, GERA INDIGNAÇÃO E PROLIFERA DOENÇAS NA REGIÃO

Existe uma propriedade abandonada no bairro Atalaia, na região de Justinópolis, em Ribeirão das Neves, na região metropolitana de Belo Horizonte, o qual nós, moradores, estamos indignados. Trata-se de um lote particular e há quase um ano a prefeitura de Ribeirão das Neves não dá uma manutenção no local (cortar o mato, etc). Todos na imediação do estiveram ou estão com dengue e, infelizmente, a prefeitura não fiscaliza há meses o espaço, ficando todos nós a mercê das doenças causadas pelo mosquito, que só aumenta na região e na cidade. Sem falar na quantidade de ratos, baratas e outros que aparecem aqui nas casas. Pelo lote ser muito grande, toda semana vem gente de fora e joga um bicho morto, aumentando ainda mais a chance de doenças. Usuários de drogas também estão se infiltrando para usar drogas escondido no matagal. Por favor nos ajudem. Ninguém aguenta mais.
Moradores

Resposta

Procurados para poder se pronunciar, a Prefeitura de Ribeirão das Neves informou em nota, que seria viável colher mais dados quando se tratar de uma reclamação que com possíveis regularidades urbanística, como endereço do automóvel ou referencias mais próximas possíveis, para assim agilizar qualquer intervenção da Gerência de Fiscalização e Funcionamento. Ademais, o órgão também comunicou o que determina o Código de Posturas e Obras do Município (Lei 079/2009), que as rampas destinadas à entrada de veículos não poderão ultrapassar 1/3 (um terço) do passeio e que a pavimentação dos mesmos não poderá apresentar degraus ou saliências que impeçam ou ameacem o trafego normal dos pedestres. O órgão também acrescentou que os proprietários, inquilinos ou outros ocupantes de imóveis, são obrigados a conservar em perfeito estado de asseio os seus quintais, pátios, terrenos e edificações, não sendo permitida a existência de terrenos cobertos de mato, pantanosos, com água estagnada ou servindo como depósito de lixo dentro dos limites do município, de acordo com o artigo 11° da lei 040/2006. A prefeitura concluiu informando que toda e qualquer reclamação poderão ser feitas por meio da Ouvidoria, telefone (31) 3627-6908, preferencial na Prefeitura Municipal de Ribeirão das Neves (rua Ari Teixeira Costa, 1.100), ou na regional Justinópolis (rua Carmélia Loffi, 85, Centro). Prefeitura de Ribeirão das Neves

SINALIZAÇÃO PARA DAR FLUXO NO TRÂNSITO DO BAIRRO BOTAFOGO

O Panelaço foi atender ao chamado dos moradores da rua Mangueira, no bairro Botafogo, em Justinópolis, na cidade de Ribeirão das Neves, na região metropolitana de Belo Horizonte. Lá, toda a comunidade pede a regularização da sinalização na rua e solicita uma placa de sentido único, pois, de acordo com a comunidade, o trânsito é tumultuado, já que existe quatro escolas na região e há riscos de atropelamentos. Além disso, os solicitantes também reclamam de pais e motoristas de escolares que costumam parar em fila dupla e até na contra-mão de direção.

Resposta

A prefeitura de Ribeirão das Neves, por meio da Secretaria Municipal de Segurança, Trânsito e Transportes, informou que técnicos da secretaria estiveram no local para fazer os levantamentos iniciais. O órgão também acrescentou que a implantação de uma placa de sentido único de circulação na via dependerá de obras de melhorias nas ruas paralelas. Entretanto, farão estudos para encontrar uma solução que minimize os problemas de segurança no local. Prefeitura de Belo Horizonte